sexta-feira, 30 de abril de 2010

Em fim de contrato, futuro de Adriano é incerto

Adriano afirmou que atuará pelo Flamengo contra o Vasco, no próximo domingo Foto: Agência Lance

Adriano não sabe se segue em seu clube de coração ao fim do contrato

Em tese, a data do adeus já está marcada. No próximo dia 30 de maio, o contrato de Adriano com o Flamengo será encerrado e o futuro ainda é uma incógnita para seu empresário, diretoria e torcedores.

Entretanto, os rubro-negros ganharam uma esperança para a permanência na Gávea. Gilmar Rinaldi, empresário do atacante, analisou a situação restando 30 dias para o término do compromisso.

"O plano inicial é cumprir o contrato até o dia 30 de maio. É lógico que vamos sentar para discutir a questão quando a data estiver mais próxima. Estamos deixando tudo acontecer no tempo certo. Existe uma possibilidade grande dele permanecer. O Adriano está muito bem no Flamengo e temos uma relação excelente com a diretoria do clube. Não podemos precipitar nada", afirmou o agente.

Uma possível renovação de contrato depende de duas situações específicas: a trajetória do Flamengo na Copa Libertadores e a convocação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo. As semifinais, 28 de julho e 4 de agosto, e finais, 11 e 18 de agosto, da Libertadores serão disputadas após o encerramento do contrato de Adriano com o Flamengo. No próximo dia 11 de maio, a convocação do técnico Dunga também será acompanhada atentamente pelo jogador e seu empresário.

"Se o Flamengo for passando de fase na Libertadores, poderemos discutir uma prorrogação de contrato para uma possível decisão. Tudo isso será conversado. Essa possibilidade existe. Se ele for convocado para a Copa do Mundo, acredito que tem grandes chances de ser um dos protagonistas. Com 28 anos, ele ainda está muito novo para o mercado e as ofertas chegarão. Não só da Europa como do próprio Flamengo. Essa situação não poderá ser deixada de lado", finalizou Gilmar Rinaldi.

Procurado para comentar a estratégia da diretoria para uma possível renovação de contrato, o vice-presidente do Flamengo, Hélio Ferraz, afirmou que a presidente Patricia Amorim dará a palavra final sobre o assunto.

"Dizem que pênalti é algo tão importante que deve ser batido pelo presidente do clube. Nesse caso não é diferente. A permanência do Adriano é de interesse do clube, mas uma renovação dessa natureza faz parte da esfera da presidente Patricia Amorim. Ela dará a palavra final", afirmou o dirigente.

"Nunca estive perto do Corinthians", dispara Cielo

Cielo afirmou que nunca negociou com o Corinthians Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

César Cielo nega negociação com o Corinthians

O nadador César Cielo negou em entrevista coletiva nesta sexta-feira, em uma academia da zona sul de São Paulo, que deu um "chapéu" no Corinthians ao acertar com o Flamengo. O medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim, nos 100 m livre, e campeão mundial nos 50 m e 100 m livres, afirmou que nunca esteve perto de assinar com o clube paulista.

"Nos Estados Unidos eu não estava entendendo nada. Do meu lado nunca teve isso. Criou esse impasse sem eu ou a minha família falarmos nada a respeito do assunto. Ficou uma reação chata", se explicou o nadador.

Cielo participará de três provas do Troféu Maria Lenk competindo pelo Flamengo, os 50 m e 100 m livre e os 50 m borboleta. O atleta afirmou que recebeu apoio dos flamenguistas pelo twitter após o anúncio de que defenderia o clube. Em contrapartida, foi muito criticado pelos torcedores do Corinthians, que ficaram desapontados com a decisão do nadador.

"Sim, o pessoal lê jornal, né?. Do mesmo jeito em que ganhei um grande apoio dos flamenguistas, os corintianos me criticaram no twitter. É normal, se eu fosse corintiano, creio que faria o mesmo. Em nenhum momento eu falei que iria assinar com o Corinthians. Sempre meus pais conversaram com vários clubes. Tinham três ou quatro clubes que estávamos conversando", explicou, reiterando em seguida, que nunca conversou com o Corinthians, pois seus pais estavam à frente da negociação.

"Todas as negociações foram feitas com meus pais. Para ter uma noção só conversei com a Patrícia Amorim depois que fechamos o negócio com o Flamengo. Nunca conversei com ninguém do Corinthians", concluiu

Verdasco bate Djokovic de novo e reencontra espanhol na semi

Algoz de Novak Djokovic no Masters 1000 de Monte Carlo, Fernando Verdasco repetiu a dose em uma competição do mesmo nível duas semanas depois, agora em Roma. Na abertura da rodada desta sexta-feira, ele superou uma batalha de 3h18 com o sérvio, batido por 7/6 (7-4), 3/6 e 6/4. Agora, a semifinal da competição italiana terá um confronto totalmente espanhol, já que David Ferrer também se classificou.

Para vencer, Verdasco teve de superar o cansaço. Como chegou à final de dois torneios nas duas últimas semanas (foi vice em Monte Carlo e campeão em Barcelona), ele completou nesta sexta sua 13ª partida nos últimos 19 dias.

A maratona chegou a se refletir em quadra, sendo que o espanhol apresentou um desempenho muito irregular, especialmente no segundo set, em que foi dominado. No primeiro, ele já havia tido problemas, desperdiçando a chance de fechar quando sacou em 5/4 e 6/5 antes de virar o tie-break, do qual começou perdeu os dois primeiros pontos.

Mesmo assim, não desanimou e controlou os nervos, esperando seis break points até finalmente abrir vantagem na terceira parcial, fazendo 2/1. A partir daí, ele até teve outra chance de quebra e não encontrou grandes dificuldades para se manter à frente do placar - no décimo game, Djokovic ainda jogou suas últimas fichas, porém cometeu um erro não forçado quando tinha 0-15 e sofreu com a agressividade do rival, que venceu com um ace.

Neste sábado, o espanhol busca sua terceira decisão seguida pela ATP. Para isso, precisará vencer o compatriota David Ferrer. Mais adaptado ao saibro que o francês Jo-Wilfried Tsonga, o 17º colocado do ranking ganhou do décimo com facilidade: 6/4 e 6/1.

Há uma semana, Verdasco e Ferrer se enfrentam exatamente nas semifinais em Barcelona, onde o primeiro levou a melhor com uma vitória por 6/7 (3-7), 7/5 e 6/1. Nas outras oito partidas anteriores, Verdasco já ostentava uma vantagem por 5 a 3.

Djokovic, por sua vez, segue sem brilhar no circuito, em que coleciona apenas uma final em toda a temporada. Como era o atual vice-campeão do Masters 1000 de Roma, ele ainda perderá 420 pontos no ranking, minimizando a eliminação precoce de Roger Federer. O suíço agora até aumentará sua vantagem na ponta para 3.360 pontos.

A notícia ainda é boa para Rafael Nadal. O espanhol, que desafia o suíço Stanislas Wawrinka nas quartas de final do saibro italiano, aumenta suas chances de ultrapassar o sérvio na lista e chegar a Roland Garros, a partir de 23 de maio, como o número dois do mundo. Caso confirme o favoritismo e seja o campeão em Roma, Nadal ficará a 490 pontos de Djokovic.

Jornal: Mourinho vê ciclo na Inter de Milão como "esgotado"

Mourinho comemora a vitória que colocou a Inter de Milão na liderança do Grupo F Foto: AFP

José Mourinho deve deixar a Inter após a final da Liga, dizem espanhóis

Cotado para assumir o Real Madrid, José Mourinho tem 90% de chances de deixar a Inter de Milão, segundo reportagem divulgada pelo jornal espanhol Marca, nesta sexta-feira. O treinador português tem contrato até meados de 2013, mas estaria em busca de um novo desafio para sua carreira.

Segundo o Marca, Mourinho pretende respirar outros ares, depois de dois anos a frente da Inter de Milão. No time italiano, conquistou uma Supercopa da Itália, em 2008, e o Campeonato Italiano da temporada 2008-09.

Para o jornal espanhol, o destino de Mourinho já está definido: o Real Madrid. O Marca divulgou nesta sexta que o treinador sonha em dirigir o clube merengue, mas um acerto dependerá do sucesso da Inter de Milão na final da Liga dos Campeões, contra o Bayern de Munique

Hamilton torce por chuva e prioriza treino classificatório

Lewis Hamilton chegou a ficar em 16º mas se recuperou bem na corrida e terminou em segundo Foto: Reuters

O inglês Lewis Hamilton torce por chuva no GP de Barcelona, em 9 de maio

O britânico Lewis Hamilton já começou a traçar sua estratégia para o Grande Prêmio da Espanha, marcado para o próximo dia 9 de maio. Campeão Mundial de 2008, o piloto da McLaren torce por pista molhada e prioriza o treino classificatório da corrida em Barcelona.

"Assim como fizemos na China, vamos priorizar a qualificação. Será mais importante do que nunca, já que nessa pista é muito difícil ultrapassar. Com a maioria dos carros vai parar só uma vez, teremos menos espaço para ultrapassar. Então, uma boa posição no grid será vital aqui", analisou o britânico.

Além de conseguir uma boa performance no treino classificatório, Hamilton ainda espera correr no molhado para superar a Red Bull, ao alemão Sebastian Vettel e do australiano Mark Webber. "Se a prova é no seco, na realidade acho que será mais difícil para nós andar na frente", disse.

Com três semanas de intervalo entre o Grande Prêmio da China e a prova na Espanha, a McLaren terá novidades em seus carros. Hamilton sabe que as demais equipes também aproveitarão o período para preparar atualizações, mas aposta no trabalho desenvolvido por seu time.

"Nós teremos algumas melhorias significativas para essa corrida. Seria uma ingenuidade pensar que isso vai nos tornar os melhores, porque quase todos os times terão atualizações para Barcelona, mas estamos otimistas que nossas atualizações nos permitirão competir com os líderes", afirmou.

Na McLaren desde 2007, ele ainda lembrou do trabalho da equipes nos últimos anos. "Já provamos no passado que somos capazes de aumentar a performance do carro durante a temporada. Então, estou esperançoso que vamos chegar a Barcelona em boa forma", finalizou

Confira detalhes da ira dos palmeirenses com Diego Souza

Irritado com as vaias, Diego Souza assiste gol e vitória palmeirense do banco de reservas Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

Irritado, Diego Souza demonstra sua insatisfação ao sentar no banco de reservas; meia foi vaiado pela torcida

Depois que retribuiu com um gesto obsceno e xingamentos a vaia recebida após a sua substituição, o meia Diego Souza não teve sossego no Palestra Itália. Nem mesmo o plástico preto que tampava o banco de reservas alviverde foi suficiente para a torcida palmeirense esquecer do revide.

Em pelo menos outras duas oportunidades, Diego Souza foi xingado pela torcida e mandado para aquele lugar. Aliás, enquanto a torcida pegava no pé de Diego, Paulo Henrique - seu substituto - foi derrubado na área e Leonardo Gaciba apitou pênalti para o Palmeiras. Foi o alívio para o ouvido do jogador que viu Cleiton Xavier lhe dedicar o tento da vitória.

Até o entrevero, a torcida palmeirense começava a dar sinais de que estava perdendo a paciência com o time. No primeiro tempo, vendo um Palmeiras mais vibrante - até mesmo Diego Souza - a torcida reconheceu o esforço e aplaudiu o time. Chegou até a soltar o grito de gol depois de linda troca de passes entre o atacante Lincoln e o meia Cleiton Xavier em um contra-ataque praticamente implorado pela a torcida para que fosse feito em alta velocidade. O camisa 10 não conseguiu chutar para dentro do gol. Robert pegou o rebote, deu um chute certeiro, mas o gol gritado no Palestra foi abafado com o impedimento assinalado.

Mas com o Palmeiras menos agressivo no segundo tempo, somado ao assanhamento do Atlético-GO - que colocou uma bola no travessão e também obrigou Marcos a fazer uma grande defesa - e os erros de passes fizeram a torcida do Palestra começar a perder a paciência e reclamar demais.

A confusão era tanta que na primeira substituição feita por Antônio Carlos, a torcida aplaudiu e vaiou a entrada de Ewerthon no lugar de Robert.

Mas o que não teve confusão de sentimento foi na saída de Diego Souza. Se seu primeiro tempo foi bom, o segundo não foi lá essas coisas. Na sua melhor jogada, o camisa 7 deu passe na medida para Ewerthon marcar o primeiro do Palmeiras. Talvez se a bola tivesse entrado as coisas mudassem um pouco para o lado de Diego.

Mas como não entrou, o meia foi substituído por Paulo Henrique, viu a torcida aplaudir a troca e no caminho até o banco trocou ofensas com torcedores: não apenas gestos obscenos como palavrões. Foi o suficiente para o estádio todo eleger um vilão para o empate que parecia persistir até o fim.

Entre um lance perdido e outro a torcida voltou a pegar no pé de Diego Souza até a hora em que Paulo Henrique recebeu a falta na área e Cleiton Xavier cobrou o pênalti para fazer o gol da vitória. A alegria pelo tento só não foi maior entre os palmeirenses porque o meia vaiado recebeu a homenagem pela vitória.

Os quase 20 minutos que ficou no banco não serviram para Diego Souza esfriar a cabeça. Em meio à festa da torcida, que comemorou muito o resultado no último minuto, ainda teve tempo para Diego Souza discutir e trocar "gentilezas" com mais alguns torcedores do Palmeiras até o caminho da entrada do vestiário. Reação que alguns companheiros tentaram conter escondendo-o sobre o agasalho do clube.

"Não estou cavando a saída do Palmeiras. Estou feliz. De que vaia vocês estão falando?", disse Diego Souza, rapidamente, após o término do jogo.

Nutricionista diz que Ronaldo pode ser considerado "obeso"

Ronaldo lamenta durante derrota corintiana no Maracanã Foto: EFE

Nutricionista aletra sobre o peso de Ronaldo

Tamara Mazaracki, nutricionista, afirmou que Ronaldo pode ser considerado obeso devido ao seu Índice de Massa Corpórea elevado - o atleta possui 30,15 de IMC, enquanto o ideal considerado pela Organização Mundial de Saúde é ter entre 18,5 e 25.

"Adriano está com sobrepeso e Ronaldo pode ser considerado um obeso", disse a especialista. O Índice de Massa Corpórea é obtido dividindo o peso do indivíduo em quilos pela altura em metros ao quadrado. Ronaldo possui, segundo os dados divulgados pelo periódico, 1,83m de altura e 101kg de peso. Já Adriano tem 1,89m e 103kg, com 28,83 de IMC.

A profissional considera difícil que eles consigam recuperar a forma física até a próxima partida. "Eles não podem fazer dieta radical para não perder rendimento físico. Isso priva o corpo de calorias, pode ocasionar uma lesão. Pode ser feito uma dieta rica em proteínas, com resposta rápida. Podem perder quatro quilos e desinchar", afirmou.

No cardápio aconselhado pela doutora, nada de massas, pizzas, farinha, arroz, biscoito e muito menos frituras. Bebidas alcoólicas, refrigerantes e cigarro, obviamente são proibidos. Os jogadores estão liberados para consumir frutas, legumes, saladas e feijão. Mas ela ressalta que nada de azeite na salada.

"Para o Adriano é mais fácil perder peso, porque é mais jovem e alto, o que distribui melhor o peso", explica a nutricionista, ressaltando que alguns atletas pesam muito por causa da massa muscular. Por isso é importante averiguar o percentual de gordura.

"No caso deles, tem gordura acumulada. O percentual deve estar além. A cirurgia que o Ronaldo diz que fez não adiantou, voltou tudo", afirmou Tamara.

Ronaldo e Adriano se enfrentam no próximo Corinthians x Flamengo, na próxima quarta-feira, no Pacaembu, pela Libertadores. O time paulista precisa vencer por pelo menos dois gols para avançar na competição. Em caso de vitória por 1 a 0, disputa por pênaltis

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Jornal: Berlusconi confirma saída de Leonardo do Milan

Leonardo lamenta derrota que termina com sonho do título italiano Foto: Getty Images

Leonardo teria sido chamado de "cabeça dura" por presidente do Milan

Leonardo não deve mais ser o treinador do Milan ao fim desta temporada. Presidente do clube, Silvio Berlusconi confirmou a informação nesta quinta-feira, quando chamou o brasileiro de "cabeça dura", segundo informações do diário Corriere dello Sport. O nome do substituto ainda não está definido.

Pelo menos desde março a saída de Leonardo já era bastante especulada na Itália. Naquele mês, o mesmo jornal destacou os problemas de entendimento entre Berlusconi e o técnico, que estaria tentado por uma proposta da CBF para ser o comandante da Seleção Brasileira ou um dirigente influente do Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2014.

Nesta quinta, o Corriere traz em sua página da internet novidades sobre o assunto. Também o primeiro-ministro da Itália, Berlusconi recebeu alguns senadores no Palazzo Grazioli, residência oficial do mandatário em Roma, nesta manhã.

De acordo com o que os interlocutores contaram ao diário, o presidente do Milan confirmou a demissão de Leonardo, criticado pelo mau desempenho do time, que só somou um ponto nas últimas três rodadas do Campeonato Italiano e, na terceira posição da tabela, já não tem mais chances de título.

Indo mais a fundo, Berlusconi teria feito comentários até sobre o substituto do brasileiro para a próxima temporada, afirmando que já há negociações em curso para a contratação de um novo treinador.

Bellucci lidera dois sets, mas vacila e perde para Djokovic

Thomaz Bellucci não pode reclamar de não ter tido chances para avançar às quartas de final do Masters 1000 de Roma. Mesmo atuando contra Novak Djokovic, número dois do mundo, o brasileiro chegou a liderar com uma quebra de vantagem ambos os sets, mas terminou sem ganhar nenhum: a derrota veio por duplo 6/4 em 1h27.

Firme no início dos dois sets, Bellucci sacou em 3/2 no primeiro e em 4/3 no segundo, porém nas duas vezes jogou games ruins - no total, cometeu uma dupla-falta e sete erros não forçados, dando chances decisivas ao rival, que aproveitou e busca agora uma revanche contra o espanhol Fernando Verdasco.

Firme quando encaixou o primeiro saque, com cinco aces, o paulista levou a pior na maioria das trocas de bola. Irregular, saiu de quadra com o dobro de erros não forçados (14 a 28) e ainda com uma bola vencedora a menos (14 a 15).

Após um bom início de partida, Bellucci começou a ter dificuldades a partir do momento em que Djokovic evitou os riscos, prolongando a troca e jogando bolas mais altas.

No segundo set, a história foi parecida. O 28º colocado do ranking viveu seu melhor momento ao abrir 2/0 e parecia com bastante confiança, chegando a vibrar após se livrar de um triplo break point no quarto game. Porém, na sequência de erros não forçados voltou a aparecer para confirmar o favoritismo de Djokovic.

Nas quartas de final, o europeu precisará se vingar de Verdasco, que nesta quinta bateu o compatriota Guillermo García-López por 6/4 e 7/6 (7-2). Há duas semanas, nas semis do Masters 1000 de Monte Carlo, o espanhol, nono melhor tenista do mundo, atropelou o sérvio por duplo 6/2.

A derrota foi a segunda de Bellucci contra tenistas com a condição de número dois do mundo. Na edição de 2008 de Roland Garros, ele havia dado certo trabalho ao espanhol Rafael Nadal antes de cair por 7/5, 6/3 e 6/1.

Com o resultado, o brasileiro perde a chance de chegar à antepenúltima rodada de um Masters 1000 pela primeira vez na carreira e também de alcanãr a 24ª posição do ranking, superando o melhor posicionamento da vida de Fernando Meligeni.

Mesmo assim, o jovem, 22 anos, será recompensado na lista da ATP e deve aparecer na próxima segunda-feira no 26º lugar, um recorde pessoal.

Agora, o atleta dá uma pausa no circuito profissional e viajará a Bauru, no interior de São Paulo, para defender entre 7 e 9 de maio o Brasil contra o Uruguai buscando uma vaga na repescagem do Grupo Mundial da Copa Davis. Na sequência, a partir do dia 10, ele tem compromisso marcado na Europa, onde jogará o Masters 1000 de Madri.

No Atlético-MG, Tardelli faz do Santos "vítima preferencial"

Graças aos gols de Tardelli, Atlético-MG pode até empatar na Vila para avançar  na Copa do Brasil Foto: André Fossati/O Tempo/Futura Press

Com os gols de quarta-feira, Tardelli já tem seis contra o Santos, principal "vítima" do artilheiro

Desde o início de 2009, nenhum time sofreu tanto nos pés de Diego Tardelli quanto o Santos. O jogo desta quarta-feira, no qual o Atlético-MG venceu o time paulista por 3 a 2, com três gols de Tardelli, foi só mais uma prova da sorte - e competência, claro - que o atacante tem contra o Santos.

Com a trinca desta quarta, já são seis os gols do camisa 9 atleticano diante dos santistas. Após sua chegada ao clube mineiro, no início do ano passado, nem o rival Cruzeiro, nem os times pequenos de Minas Gerais tiveram tanto trabalho com o artilheiro, que já fez 56 gols com a camisa alvinegra em 75 jogos.

O feito fica ainda maior quando se leva em conta que ele jogou apenas três vezes contra o Santos, o que resulta em uma média de dois gols por partida. Além disso, antes de chegar ao Atlético, ele nunca havia marcado contra o time da Vila Belmiro em quatro jogos: um pelo Flamengo e três pelo São Paulo, entre 2003 e 2008.

O primeiro gol de Tardelli veio em 21 de junho de 2009, pelo primeiro turno do Campeonato Brasileiro. Na Vila Belmiro, o Atlético-MG venceu por 3 a 2 e o artilheiro deixou sua marca com estilo. De primeira, com a chapa do pé, encobrindo o goleiro Douglas, então substituto de Fábio Costa.

Pelo segundo turno, no Mineirão, o artilheiro do Brasileiro (19 gols) fez um pouco mais. Marcou duas vezes, e com repertório diversificado: o primeiro de pênalti e o segundo de pé esquerdo, na saída do goleiro Felipe, o atual titular santista. O Atlético venceu por 3 a 2, no dia 27 de setembro.

E na quarta-feira, a terceira vitória consecutiva do time mineiro sobre o Santos veio com mais três do goleador Tardelli: dois com o pé direito e um com o esquerdo, mantendo a proporção crescente de gols contra os paulistas.

No jogo de volta, na Vila Belmiro, o Santos precisa vencer por 1 a 0 e tem a volta do destaque Neymar. Mas se os comandados de Dorival Júnior não se cuidarem, Tardelli estará na grande área, poderá surpreender mais uma vez e levar o Atlético-MG às semifinais da Copa do Brasil.

Confira as principais "vítimas" de Diego Tardelli no Atlético-MG:

Santos - 6 gols
Uberaba - 5 gols
Cruzeiro - 3 gols
Guaratinguetá - 3 gols
Barueri (atual Grêmio Prudente) - 3 gols
Democrata-GV - 3 gols
Ituiutaba - 3 gols
Tupi-MG - 3 gols

Em clima de festa, Inter é recebida por multidão na Itália

Os brasileiros Maicon e Júlio César também sofreram assédio dos torcedores Foto: Reuters

Fãs se acotevelam para conseguir uma foto com os ídolos Maicon e Júlio César

Com um clima de título conquistado, o elenco da Inter de Milão foi recebido nesta quinta-feira, na Itália, por cerca de 5 mil torcedores. Os fãs lotaram o aeroporto de Malpensa, localizado à 40 km de Milão, para recepcionar os herois da partida contra o Barcelona, na última quarta, no Camp Nou, pela semifinal da Liga dos Campeões.

Era plena madrugada - o avião desembarcou às 2h28 (horário local) - mas isso não esfriou o ânimo do público presente, que homenageou os jogadores e a comissão técnica com muita festa, cantoria e bandeiras azuis e pretas.

A Inter teve uma difícil batalha contra o Barcelona, time sensação desta temporada europeia, e segurou a vantagem de ter vencido o jogo de ida por 3 a 1, mesmo com um jogador expulso - Thiago Motta levou o cartão vermelho em lance polêmico com Sergio Busquets.

O time de Milão, que perdeu por 1 a 0 para o Barcelona e trinfou por 3 a 2 no placar agregado, se prepara agora para a final do dia 22 de maio, contra o Bayern de Munique, em Madri, além de continuar lutando pelo título do Campeonato Italiano.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Mandela não comparecerá à abertura da Copa, diz neto

O ex-presidente sul-africano chega ao Parlamento Foto: AP

Ícone e herói nacional, Nelson Mandela deve se ausentar do torneio

Nelson Mandela não deve comparecer à cerimônia de abertura da Copa do Mundo da África do Sul em junho. Ao menos, é o que afirmou seu neto nesta quarta-feira. Questionado se o ex-presidente do país, hoje com 91 anos, estaria presente no evento como esperam os organizadores, ele respondeu: "com certeza não. Meu avô está muito idoso e nós tentamos não movimentar sua agenda".

"Ele disse preferir ficar em casa, no campo, passar o tempo na fazenda", afirmou seu neto em entrevista à AFP durante viagem à Índia. "Nós entendemos que durante a Copa do Mundo será uma oportunidade valiosa para ele descansar".

Haverá ainda uma decisão oficial da família e da Fundação Nelson Mandela, que será informada à imprensa antes do 11 de junho, quando a Copa terá início.

Na sexta-feira passada, o presidente da Fifa, Joseph Blatter, afirmou que tinha esperança de que Mandela tivesse condições de saúde suficientes para participar do abertura

Torcedores tentam intimidar Inter antes de jogo decisivo

Pensando na Liga dos Campeões, José Mourinho poupou quatro titulares, incluindo Lucio e Thiago Motta Foto: AP

Time de Mourinho fez de tudo para minimizar as provocações preparadas por torcedores do Barcelona

A tranquilidade que domina o ambiente de concentração de Barcelona e Inter de Milão horas antes da partida que definirá o finalista da Liga dos Campeões não é a mesma do centro da cidade catalã. Lá, várias manifestações da torcida do time da casa tentam aquecer a torcida e perturbar os italianos. Uma das iniciativas é a caravana que acompanhará a equipe até o estádio, que será seguida pela reunião dos torcedores no Camp Nou, onde será apresentado um mosaico nas arquibancadas do estádio do Barcelona, momentos antes da partida. As informações são do jornal espanhol As.

O movimento da torcida do Barcelona, aliás, começou bem antes, na terça-feira. Várias áreas do centro da capital catalã acordaram com bandeiras penduradas nas janelas, aguardando a chegada dos italianos. Na parte da tarde, a recepção da Inter no Terminal 1 foi mais tranquila, com menos pessoas do que o esperado, embora um grupo de 50 torcedores tenha tentado se aproximar do hotel da equipe. O forte esquema de segurança montado para a ocasião, no entanto, impediu que o objetivo fosse alcançado. Mesmo assim, a torcida estava preparando uma série de eventos barulhentos para impedir o descanso dos adversários.

No treino de reconhecimento do gramado, cerca de 400 torcedores empunhavam cartazes com mensagens provocativas como "vamos nos recuperar" e "juntos vamos conseguir", em referência à primeira partida da semifinal, vencida pela Inter de Milão por 3 a 1, na Itália. Depois, mesmo com todo o esquema de segurança, alguns torcedores ainda conseguiram seguir o grupo de Mourinho do Nou Camp para o hotel. Para piorar, um canal de televisão local resolveu provocar os torcedores colocando um sósia de Mourinho para caminhar nos arredores do hotel e chegar de carro ao Camp Nou, a fim de testar a reação da torcida espanhola

Nadal estreia com facilidade e avança em Roma

O espanhol Rafael Nadal fez nesta quarta-feira a sua estreia no Masters 1000 de Roma, disputado em piso de saibro. Sem muitas dificuldades, o número três do mundo venceu o alemão Philipp Kohlschreiber por 2 sets a 0, com parciais de 6/1 e 6/3, em pouco mais de uma hora de partida.

Nadal teve vida fácil desde o começo da partida, conseguindo quatro quebras de serviço no primeiro set, além de contar com os erros do adversário para fechar com apenas um game perdido.

Na sequência, o alemão reagiu e abriu 3 a 1 no placar, parecendo que iria rivalizar com Nadal e se recuperar na partida. No entanto, o ex-líder do ranking demonstrou poder de superação no curto mau momento que teve e empatou o jogo, virou e não perdeu mais game algum para Kohlschreiber, em 6/3.

Agora, o espanhol passa para as oitavas de final e irá enfrentar o romeno Victor Hanescu, que venceu o confronto com o argentino Juan Monaco, também na segunda fase.

DF afrouxa licitação para reforma de estádio, diz jornal

Sem verba e temendo ficar fora da Copa do Mundo de 2014, o Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) afrouxou as exigências para a licitação de R$ 740 milhões visando a reforma do Estádio Mané Garrincha para o Mundial. O estádio disputa com Morumbi e Mineirão o direito de ser o palco de abertura da Copa e passará de 45 para 71 mil lugares, com finalização prevista para 2012. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

O prazo para o início das obras é 3 de maio, e segundo o TCDF, o governo ainda não tem os R$ 23 milhões para a primeira etapa da reforma, que custará R$ 103 milhões até o final do ano. O relator do processo, Ronaldo Costa Couto, criticou a medida, e teme que outras áreas possam ser afetadas. "Essa avaliação deve garantir que não venhamos a sangrar recursos de segurança, saúde e educação para concluirmos a obra no prazo", disse Couto.

Luxemburgo faz mistério e não define equipe do Atlético-MG

Vanderlei Luxemburgo comanda treino do Atlético-MG neste sábado, o último antes da final do Campeonato Mineiro, contra o Ipatinga Foto: Ney Rubens/Terra

Vanderlei Luxemburgo proibiu a entrada da imprensa do treino do Atlético

O técnico Vanderlei Luxemburgo fechou o último treino coletivo do Atlético-MG na Cidade de Galo para torcida e imprensa, antes do jogo contra o Santos válido pela Copa do Brasil, que será disputado nesta quarta-feira, às 21h50, no Estádio do Mineirão. O treinador disse que em uma partida decisiva vale a pena o mistério para confundir o time adversário.

"É trabalho. Espero que vocês (imprensa) entendam. Vale tudo num jogo decisivo. Não tem por que definir o time", comentou o comandante atleticano.

O treinador comandou uma atividade para observar os jogadores e definir quem serão os escolhidos para entrar em campo. Foram relacionados 20 atletas para a concentração, sendo que dois serão cortados do banco de reservas.

O Luxemburgo deixa no ar a possibilidade de entrar em campo com dois ou três zagueiros. O treinador não é simpatizante do 3-5-2, porém, o esquema vem sendo muito utilizado e dando resultado. Já a preferência do técnico, o 4-4-2, deve ser a opção escolhida para o compromisso.

Confira a lista de relacionados para o jogo contra o Santos:

Goleiros: Aranha e Carini
Zagueiros: Cáceres, Jairo Campos, Benítez e Werley
Laterais: Carlos Alberto, Leandro e Júnior
Volantes: Zé Luís, Fabiano, Correa, Jonílson
Meias: Ricardinho, Renan Oliveira, Evandro e Giovanni
Atacantes: Diego Tardelli, Muriqui e Marques

Brasil volta a ser líder do ranking da Fifa após cinco meses

Na solenidade, Dunga pediu menos torcida negativa e mais amor pela Seleção Brasileira Foto: Agência Lance

Seleção de Dunga volta a liderar ranking da Fifa meses antes do início da Copa do Mundo

Depois de cinco meses ocupando a segunda posição, o Brasil ultrapassou a Espanha e assumiu a liderança do ranking da Fifa, na nova classificação divulgada nesta quarta-feira. A Seleção Brasileira assume a ponta pela sétima vez desde que o ranking foi criado, em 1993. Desde então, o país permaneceu na liderança por 142 meses no total.

Se depender do ranking, aliás, o Grupo G será o mais forte da Copa do Mundo. Além do líder, o Brasil, a chave conta com a seleção de Portugal, que subiu uma posição e agora está logo atrás da Espanha, em terceiro, em sua melhor colocação na história. Por outro lado, a Coreia do Norte, adversária do Brasil na estreia, é a pior entre todas as seleções que disputarão a Copa, na 106ª posição. A Costa do Marfim, que completa o grupo, está no 27º lugar.

Entre os dez primeiros do ranking, o maior avanço foi o da Argentina, que subiu da nona para a sétima posição. A França sofreu a maior queda, caindo da oitava para a 10ª. A edição de abril do ranking só levou em conta cinco partidas, já que não houve datas Fifa e os torneios nacionais e internacionais da Europa estão em suas fases decisivas, o que impede a realização de confrontos entre seleções.

Confira abaixo os 10 primeiros colocados do ranking Fifa em abril:

1. Brasil - 1.611 pontos (+22)
2. Espanha - 1.565 (-37)
3. Portugal - 1.249 (+35)
4. Holanda - 1.221 (-40)
5. Itália - 1.184 (+01)
6. Alemanha - 1.107 (-50)
7. Argentina - 1.084 (+09)
8. Inglaterra - 1.068 (-52)
9. Croácia - 1.052 (+01)
10. França - 1.044 (-33)

Rogério Ceni chega a 900 jogos e São Paulo falha em sucessão

Rogério Ceni jogo 500 em 2003 - 619 Foto: Gazeta Press

Rogério Ceni em seu jogo 500 em 2003: foi a última partida "centenária" em que o capitão foi vazado

Já se vão 13 anos que Rogério Ceni assumiu a titularidade do São Paulo de forma definitiva. Tamanha longevidade, conquistada com títulos, dedicação, liderança e uma presença de espírito impressionante, dão ao ídolo são-paulino a marca de 900 partidas com a camisa tricolor. Ceni ficará a 100 jogos do milésimo na noite desta quarta-feira, quando enfrenta o Universitario, em Lima.

Mesmo com tanto tempo disponível, uma das maiores receitas do Brasil e um dos processos de formação mais elogiáveis da América Latina, o São Paulo ainda não conseguiu achar o homem que irá suceder Ceni.

Aos 37 anos, o capitão são-paulino é até os dias de hoje a maior influência do vestiário e circunstancialmente é ouvido pela diretoria sobre contratações. Apesar da força que jogadores como André Dias, Alex Silva e Lugano conquistaram durante suas passagens pelo Morumbi, Ceni ainda é soberano. Tecnicamente, então, nem se fala.

A base falha

No período da titularidade de Rogério Ceni, o São Paulo já viu quatro jogadores formados nas categorias de base jogarem entre os profissionais. Paulo Sérgio ficou por algumas temporadas no time de cima, mas nunca se firmou, enquanto Allan teve aparição meteórica.

A grande aposta do clube era Márcio, que durante vários anos foi apontado como o novo Ceni. Ele chegou aos profissionais em 2002, mas saiu duas temporadas depois em busca de oportunidades. Foi vice-campeão estadual em grande forma no Paulista de Jundiaí, mas ser rebaixado com o Grêmio arruinou seu prestígio. Hoje faz boa campanha com o Grêmio Prudente.

Em 2007, Muricy Ramalho foi obrigado a lançar o jovem Fabiano em um confronto com o Fluminense. Ele até defendeu um pênalti, mas foi desaparecendo até ser emprestado no início deste ano contra o Santo André.

Na mesma época, Jorge Tadeu foi um goleiro que ganhou destaque pela fama de cobrador de faltas, o que sempre gerou comparações com Rogério Ceni. Embaixo dos paus, ele não se mostrou um goleiro seguro durante a Copa São Paulo. Até chegou a treinar entre os profissionais, mas não teve vida longa.

Contratações infelizes

Durante a Era Ceni, o São Paulo apostou em jovens goleiros na hora de contratar. Alencar chegou desconhecido do interior paulista e ficou marcado por uma derrota por sete gols contra o Vasco durante a Copa João Havelange. Dois anos depois, Flávio Kretzer foi buscado no Avaí, mas recebeu poucas chances.

Os maiores reservas de Ceni, contudo, já chegaram experientes e nunca foram vistos como candidatos à titularidade. Roger foi o suplente por quase oito temporadas e foi sinônimo de segurança e não de sucessão. Contratado em 2005 já com Rogério experiente, Bosco até hoje é o bombeiro principal.

Completa a lista o garoto Denis: ex-titular da Ponte Preta, ele foi contratado pelo São Paulo no início do ano passado, quando vivia um momento de baixa. Mesclou algumas falhas com boas atuações, mas por ser jovem (23 anos) foi mantido no elenco - não é visto como o substituto de Rogério Ceni.

Campeão da última Copa São Paulo e grande herói, Richard é a mais nova esperança dos são-paulinos para o futuro da camisa 1. Com 19 anos, entretanto, só tem contrato até 14 de dezembro. Em menos de 50 dias, pode assinar com outro clube e partir do Morumbi no fim do ano.

Os goleiros que passaram desde a titularidade de Ceni:

1997 - Paulo Sérgio (base)
1997 - Roger (chegou do Flamengo)
1999 - Allan (base)
2000 - Alencar (chegou do Ituano)
2002 - Márcio (base)
2004 - Flávio Kretzer (chegou do Avaí)
2005 - Bosco (chegou do Fortaleza)
2007 - Fabiano (base)
2009 - Denis (chegou da Ponte Preta)

terça-feira, 27 de abril de 2010

Barcelona prepara "inferno" e "melhor Camp Nou da história"

Pensando na partida contra a Inter de Milão, Guardiola começou o jogo com Messi no banco de reservas Foto: AFP

Messi e Guardiola esperam por apoio dos torcedores na partida contra a Inter de Milão, nesta quarta-feira

Fazer a vida do rival um "inferno". É com este pensamento que os torcedores do Barcelona deixarão suas casas no início da tarde desta quarta-feira rumo ao Camp Nou, palco da partida contra a Inter de Milão, pela semifinal da Liga dos Campeões. Segundo o diário espanhol Marca, os torcedores catalães têm planos arquitetados para "amedrontar" os jogadores da Inter e o trio de arbitragem.

A primeira estratégia é comparecer ao Camp Nou três ou quatro horas antes do início da partida, para pressionar os jogadores da Inter assim que chegarem ao estádio. Vaias e xingamentos, segundo o Marca, são os trunfos da torcida do Barcelona.

Outro método da "construção do inferno" é escoltar o ônibus do Barcelona da concentração até o estádio, como forma de apoio irrestrito ao atual campeão espanhol, da Liga dos Campeões e do Mundial de Clubes.

Na primeira partida, a Inter de Milão venceu o Barcelona por 3 a 1, gols de Maicon, Sneijder e Diego Milito - Pedro marcou para o time espanhol. Para se classificar, o Barcelona precisa de uma vitória por 2 a 0. Caso sofra gols, o time catalão precisará obrigatoriamente vencer por três gols de diferença

Especial – Holanda

A Seleção Neerlandesa de Futebol [2] (em neerlandês: Nederlands voetbalelftal), comumente denominada Seleção "Holandesa" de Futebol, representa a Holanda nas competições de futebol da UEFA e FIFA.

História

A Seleção Holandesa nasceu em 21 de Agosto de 1900, em Amesterdã. Em 1908, se filiou à FIFA.

A Seleção Holandesa de Futebol, conhecida por seus torcedores como Oranje, em função de seu uniforme laranja, é uma das melhores seleções europeias, tendo conquistado a Eurocopa em 1988 e chegado a duas finais de Copas do Mundo, perdendo ambas (1974 e 1978).

Além disto, foi campeã do torneio de futebol das Olimpíadas de 1968 e 1972.

A Holanda participou de sua primeira Copa do Mundo em 1934, e depois de retornar em 1938, desapareceu do mundo do futebol. Voltaram nos anos 70 com a invenção do Futebol total. Teve como pioneiro o clube Ajax Amsterdam. Tendo os craques Ruud Krol, Rob Rensenbrink, Johnny Rep, Johan Neeskens e os gêmeos René e Willy van de Kerkhof, liderados pelo gênio criativo de Johan Cruijff, os holandeses foram longe, chegando a duas finais de Copa do Mundo na década de 70. O time tornou-se uma potência desde então, ganhando a Eurocopa de 1988, na grande equipe de Ruud Gullit, Marco van Basten e Frank Rijkaard. A grande equipe decepcionaria no retorno às Copas, no mundial de 1990, despedindo-se nas oitavas-de-final e sem ter apresentado futebol empolgante. Uma nova safra faria bonito nos dois mundiais seguintes, com Dennis Bergkamp e outros gêmeos, Frank e Ronald de Boer.

Embora Portugal tivesse recrutado jogadores de suas então colónias africanas já nos anos 60, e, antes dele, a França já o tivesse feito nos anos 30, ainda assim a Seleção Holandesa foi uma das primeiras seleções europeias a recrutar negros em sua equipe, que por muito tempo ficou marcada por problemas de racismo. A maioria dos holandeses negros nasceu ou tem suas origens no Suriname, a antiga Guiana Holandesa, caso dos próprios Gullit e Rijkaard, além de Patrick Kluivert, Michael Reiziger, Winston Bogarde, Ryan Babel e Hedwiges Maduro (nascidos nos Países Baixos); e Aron Winter, Ulrich van Gobbel, Edgar Davids, Clarence Seedorf e Jimmy Floyd Hasselbaink (nascidos no Suriname). Outra ex-colônia que "contribuiu" com a Seleção Holandesa foi a Indonésia: das antigas Índias Orientais Holandesas (que, com este nome, disputaram a Copa do Mundo de 1938 juntamente com a Holanda) vêm as raízes de Giovanni van Bronckhorst e Denny Landzaat.

Nos Jogos Olímpicos obtiveram três medalhas de bronze em 1908, 1912 e 1920.

Década de 1930: As primeiras partidas em Copas do Mundo

Nesta década, a seleção da Holanda teve as suas primeiras participações em Copas do Mundo - 1934 e 1938, sendo desclassificada na primeira fase (que era disputada em jogo único de eliminatória simples) em ambas.

Em sua primeira participação, na Copa do Mundo de 1934, realizada na Itália, o time foi eliminado pela Suíça, na derrota por 3x2, no dia 27 de maio. Sua classificação final foi o nono lugar.

Na Copa do Mundo de 1938, repetiu o mau desempenho da anterior. Desta vez, fora eliminada pela Tchecoslováquia, ao perder por 3x0. Sua classificação, desta vez, foi o 15º lugar (a frente apenas da Indonésia, sua antiga colônia, que levou 6x0 da Hungria).

Décadas de 1950 e 1960: Anos Difíceis

A Holanda, após suas primeiras participações em Copas do Mundo, ficaram fora de cinco Copas do Mundo (de 1950 à 1966). Nas Eurocopas de 1960 e 1964, não participou devido a problemas com seus jogadores.

Por outro lado, em 1968, conquistaria a medalha de ouro nas Olimpíadas vencendo a Argentina por 3x1, inaugurando uma nova fase para o futebol neerlandês no cenário europeu e, posteriormente, mundial.

Década de 1970: O Carrossel Holandês

Após a Copa do Mundo de 1970, o técnico Rinus Michels dirigiu a Holanda e, na Eurocopa de 1972, a seleção holandesa só perdeu para a Alemanha Ocidental, na Espanha, por 2x1.

Nas Olimpíadas de Munique, levou a medalha de ouro sobre a Itália por 4x2. Também revelaria ao futebol mundial o habilidoso meio-campista Johann Cruyff, que seria o maior astro da história do futebol holandês.

A campanha na Copa do Mundo de 1974 foi histórica: em sete jogos, cinco vitórias, um empate e uma derrota. A derrota, inclusive, tirou o título das mãos da Holanda, pois foi na final contra os alemães ocidentais (2x1, de virada, para os donos da casa). Apesar de não ter sido a grande campeã, encantou o mundo com uma maneira dinâmica de jogar futebol, onde os jogadores não guardavam posições e faziam a bola passar de pé em pé até chegar ao golo adversário. Esta tática, considerada revolucionária, foi denominada de "carrossel" e acabou apelidando carinhosamente aquela seleção de Laranja Mecânica, em homenagem ao clássico filme de Stanley Kubrick e sucesso cinematográfico da época.

Em 1978, sem Cruyff, com problemas com a sua seleção, a Holanda apostou em Rensenbrink para o título. Apesar do começo claudicante, classificou-se em 2º lugar no grupo (no desempate em número de gols sofridos contra a Escócia e passou à fase seguinte da competição.

A virada seria na segunda fase. Com duas vitórias e um empate, a Holanda se classificaria para a final. Diante dos donos da casa, a Holanda perderia o título para a Argentina, na prorrogação, por 3x1. Nessa fase, a Holanda revelaria muitos craques: Cruyff, Krol, Neeskens e Rensenbrink.

Década de 1980: A melhor seleção da Europa

A Holanda ficou de fora das copas de 1982 e 1986 e cairiam na 1ª fase da Eurocopa da Itália em 1980. Mas, no final da década de 1980, com uma nova seleção e a volta do técnico Rinus Michel, a Holanda faria uma excelente campanha. Contando com jogadores como Rijkaard, Koeman, Van Basten e o incrível Gullit, conquistaria a Eurocopa de 1988.

A finalíssima foi contra a União Soviética. Além da vitória por 2x0, ficou marcado também o gol de rara beleza, marcado por Marco Van Basten.

1990-1994: A Nova Seleção

A Holanda, então campeã da Europa era favorita ao título mas,não se inspirou muito e acabou caindo nas Oitavos de Final, diante da Alemanha Ocidental e ganhou sua pior colocação na história do mundial: 16ºlugar.

Em 1994, a nova seleção holandesa partia como favorita ao título aos Estados Unidos, disputou o Grupo F, iria classificar para as Oitavas de Final eliminado a Irlanda mas, cairia diante do Brasil na fase seguinte, em uma partida disputadíssima onde cogitou-se falha da arbitragem no terceiro gol Brasileiro, fato que aconteceu.

1995-2000: A Nova Laranja Mecânica

Após o Mundial de 1994, uma nova geração passa a defender as cores da Holanda. Além de Van der Sar, que fora reserva naquela Copa, novos valores surgiram com grande destaque. Muitos deles oriundos do Ajax de 1995, campeão europeu e mundial.

Para a Euro 1996, uma seleção jovem prometia novamente bons momentos para a apaixonada torcida laranja. Líder de seu grupo, despontava como uma das possíveis candidatas ao título. Seu adversário era a França, que também passava por um processo de renovação. Empate no tempo normal e vitória francesa nos penaltis. A promessa ficava para o Mundial de 1998.

Então, chegava a hora daqueles garotos enfrentarem a Copa do Mundo. Em um grupo disputado, empatou com a Bélgica (0x0) e o México (1x1), e goleou a Coréia do Sul (5x0). Classificou-se em segundo e enfrentou a forte equipe da Iugoslávia em um jogo emocionante, com vitória laranja por 2x1.

Nas quartas, um jogo histórico contra a Argentina. Nervosismo, jogo difícil e um resultado conquistado nos últimos minutos, em um golo de Bergkamp após um lançamento longo do zagueiro Frank de Boer, selando o 2x1 e, além do mais, o cartão vermelho dado ao Ariel Ortega por ter dado uma violenta cabeçada no queixo do goleiro Van der Sar. O próximo adversário seria o Brasil, campeão de 1994. Mais um jogo emocionante e cheio de alternativas, que acabou indo para os penaltis - após o 1x1 do tempo normal - . Para a infelicidade neerlandesa, mais uma derrota no meio do caminho.

Só restava a disputa do terceiro lugar. Mas, novamente aconteceu uma derrota, desta vez para a Croácia, por 2 a 1 e o conseqüente quarto lugar.

A última grande chance para arrebentar era o Euro 2000, sediada em conjunto com a vizinha Bélgica. A seleção parecia bastante mais experiente e pronto para festejar com a sua fanática torcida. O início foi promissor, com três vitórias na fase inicial e uma goleada contra a Iugoslávia nas quartas de final. Mas, veio a semifinal contra a Itália, famosa pelo futebol excessivamente defensivo. Um verdadeiro jogo emocionante, com direito a um penalti errado por Frank de Boer e um incómodo 0x0 no tempo normal.

Infelizmente, a sina da decisão nos penaltis continuou a perseguir os holandeses. Nova derrota nos penaltis e um "trauma" se produziu no futebol Neerlandês a partir daquele dolorido terceiro lugar em casa.

2001-2004 E o trauma continua...

Após a eliminação no Euro 2000, a Holanda contrata o treinador Louis Van Gaal, multi campeão no Ajax e no FC Barcelona. De temperamento forte e conduta duvidosa, não consegue extrair o máximo de seus jogadores e, por dois pontos, perde a chance de ir à Copa do Mundo de 2002, estigmatizando uma preciosa geração de jogadores selecionáveis holandeses. Desacreditada, disputa a Euro 2004. A marca daquela seleção foi a superação após a má estreia contra os alemães. Classifica-se com certa dificuldade e obtém sucesso, nos penaltis, contra a Suécia nos oitavos de final. O novo desafio era a seleção da casa, Portugal. Mas, desta vez, faltou futebol competitivo e a derrota por 2x1 foi merecida e um sinal de alerta para uma renovação no grupo de jogadores.

2005-2006: É tempo de renovação

Após a derrota em mais uma competição em que teria reais chances de vencer, o futebol holandês sentiu a necessidade de promover uma renovação nos quadros relacionados à seleção laranja. Para tal, a federação holandesa contratou um jovem treinador, mas velho conhecido da torcida: Marco Van Basten.

Van Basten, jovem treinador, promoveu a entrada de novos valores nas convocações para as eliminatórias da Copa do Mundo de 2006. Saíram algumas figuras da "geração de 1995", como Kluivert, Davids e Reiziger, e firmaram-se jogadores que destacavam-se pelo talento e juventude, como Rafael van der Vaart, John Heitinga e outros, que foram reservas na Euro 2004.

Sem grandes medalhões, a Holanda surpreende e faz uma campanha invicta nas Eliminatórias europeias, acabando em primeiro lugar e classificando-se de maneira direta para a Copa do Mundo de 2006.

No Mundial, sediado na Alemanha, participa de um grupo difícil, composto por Argentina, Sérvia e Montenegro e Costa do Marfim. Com duas vitórias e um empate, classifica-se em segundo lugar (empatado em número de pontos com os argentinos, perdeu no saldo de golos), para enfrentar Portugal, considerada favorita ao título em 2006, nas oitavas de final.Nesta partida ficou clara a falta de jogadores como Seedorf e Jap Stam, pois a equipe contou com um jogador a mais em boa parte do jogo e por falta de experiência, em virtude de ser uma jovem equipe, não soube tirar proveito da vantagem numérica.

Na partida decisiva contra os portugueses, apresenta um futebol burocrático, da mesma forma que nos três jogos anteriores, sem garra e demonstrando inexperiência dos jogadores mais jovens. O resultado foi a derrota por 1 a 0 para os portugueses. Mas, a maior marca foi a violência e o antijogo de ambas as equipes.

Títulos

Campanhas destacadas

* junto com a Itália

Curiosidades

Desempenho em Copas do Mundo

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Seleção em treino durante a Copa de 2006

  • 1930 - não disputou
  • 1934 - primeira fase (11º lugar)
  • 1938 - primeira fase (14º lugar)
  • 1950 - não disputou
  • 1954 - não disputou
  • 1958 a 1970 - não se classificou
  • 1974 - vice-campeões
  • 1978 - vice-campeões
  • 1982 - não se classificou
  • 1986 - não se classificou
  • 1990 - segunda Fase (14º lugar)
  • 1994 - quartas-de-final (7º lugar)
  • 1998 - quarto lugar (4º lugar)
  • 2002 - não se classificou
  • 2006 - oitavas-de-final (11º lugar)

Desempenho em Eurocopas

Treinadores do passado

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Torcedores na Copa de 2006

Maiores Artilheiros

Posição

Nome

Jogos

Gols

1

Patrick Kluivert

79

40

2

Bergkamp

79

37

3

Johan Cruijff

48

33

4

Ruud van Nistelrooy

64

33

5

Marco Van Basten

58

24

Reservas decidem, e Suns passam à frente dos Blazers: 3 a 2

Com o melhor desempenho em assistências e um double-double, Steve Nash comanda os Suns na vitória Foto: AP

Steve Nash lidera os Suns na terceira vitória da série

Os jogadores reservas do Phoenix Suns, incluindo o brasileiro Leandrinho Barbosa, viraram protagonistas nesta segunda-feira. Contando com a eficiência de Channing Frye e Jared Dudley, a equipe bateu em casa o Portland Trail Blazers por 107 a 88, passando à frente por 3 a 2 na série melhor de sete válida pela abertura dos playoffs da NBA.

Leandrinho esteve em quadra por 19 minutos, período no qual acertou três arremessos com a bola em jogo (em 11 tentativas), além de um lance livre (em dois). O brasileiro ainda pegou três rebotes e deu uma assistência.

Também saindo do banco, o pivô Channing Frye e o ala Jared Dudley deixaram de ser coadjuvantes, anotando 20 e 19 pontos respectivamente. Eles tiveram o melhor desempenho do Phoenix nesta segunda junto ao ala-pivô titular Amare Stoudemire, que também marcou 19. Sempre regular, o armador canadense Steve Nash ainda colaborou com um double-double (dois dígitos em dois fundamentos) de 14 pontos e dez assistências.

Pelos Blazers, o armador Andre Miller marcou 21 pontos e o outro jogador titular do setor, Jerryd Bayless, fez 17, mesmo número do ala LaMarcus Aldridge.

Com o resultado, os Suns só precisam de mais uma vitória para confirmar sua vaga nas semifinais da Conferência Oeste.

Especial – França

A Seleção Francesa de Futebol representa a França nas competições de futebol da UEFA e FIFA.

História

A seleção francesa é considerada a grande carrasca do futebol brasileiro. Os melhores anos da França foram os anos 1990, a geração de Zidane e outros. Esse time jogou nas semifinais da Euro 1996, e dois anos depois receberam e conquistaram a Copa do Mundo de 1998, e, dois anos depois ganharam a Eurocopa de 2000.

Foi também campeã olímpica de futebol nos Jogos Olímpicos de 1984, vencendo o Brasil na grande final. Ainda possui uma medalha de prata obtida nos Olimpíadas de 1900 realizadas em seu próprio país na sua capital, Paris.

França e Argentina são as únicas duas seleções do mundo a conquistar a quádruple corona, vencedora da Copa do Mundo, dos Jogos Olímpicos, da Copa das Confederações, e da Eurocopa.

Apontada como favorita apesar de perder Zidane e Pirès por causa de contusão, a performance do time na Copa do Mundo de 2002 foi decepcionante, não ganhando um único jogo, nem marcando um gol sequer. Apesar disso ainda chegaram ao Eurocopa 2004 como favoritos, mas foram batidos nas quartas-de-final para Grécia que se tornaria a campeã.

Nos últimos anos a França revelou-se uma força do Futebol de Areia tendo sido campeã da Copa do Mundo de Futebol de Areia em 2005, o primeiro a ser organizado pela FIFA.

Também venceu o Campeonato Mundial de Futebol Sub-17 em 2001 e recentemente, conseguiu uma vaga na repescagem para a Copa do Mundo de 2010 na África do Sul com um gol polêmico em que o atacante Thierry Henry conduziu a bola com a mão antes de fazer o passe para o seu companheiro de equipe, Gallas, que completou a jogada marcando um tento.

Seleção Multicultural

Já nos suas primeiras décadas, haviam nos Bleus jogadores considerados de origem não-"genuinamente" francesa, sendo filhos de imigrantes. Em contrapartida, há vários nascidos na França que preferiram defender a terra de seus pais ou avós.

Árabes

Se recentemente jogaram ou jogam os descendentes de argelinos Zinédine Zidane, Karim Benzema e Samir Nasri, a França já foi defendida por jogadores diretamente vindos da ex-colônia: Joseph Alcazar na Copa do Mundo de 1934, Abdelkader ben Bouali na Copa do Mundo de 1938, Abdelaziz ben Tifour na Copa do Mundo de 1954 e William Ayache na Copa do Mundo de 1986 são alguns exemplos; os três primeiros jogaram pela França em época em que ainda não havia a Seleção Argelina. Christian Lopez, também nascido na Argélia, é filho de colonos de origem espanhola.

Outros jogadores com origem na África do Norte francesa são Hatem ben Arfa, de raízes tunisianas, e Abderrahmane Mahjoub, jogador também da Copa de 54 de origem marroquina. Também nascido no Marrocos, mas filho de colonos franceses, é o artilheiro Just Fontaine.

Negros

A Seleção Francesa foi também uma das primeiras europeias a recrutar um negro: o primeiro deles, Raoul Diagne, jogador da Copa do Mundo de 1938, veio da Guiana Francesa, mesma terra de nascimento de Florent Malouda, do elenco atual, atualmente composto em maioria por afrofranceses. Os dois primeiros a se destacarem de verdade na Seleção foram Marius Trésor (nascido em Guadalupe, de onde veio também Lilian Thuram) e Jean Tigana (nascido no Mali, de onde veem as ascendências dos xarás Alou e Lassana Diarra).

Patrick Vieira e Patrice Evra nasceram no Senegal, de onde veem as origens de Bafétimbi Gomis e Bacary Sagna. Claude Makélélé e Steve Mandanda vieram do antigo Zaire, atual República Democrática do Congo. Com origens em Guadalupe, mas nascidos na França, são Thierry Henry (com raízes também em Martinica, assim como Éric Abidal e Nicolas Anelka e onde nasceu Gérard Janvion), Louis Saha, Sylvain Wiltord, Mikaël Silvestre, William Gallas, Pascal Chimbonda e Bernard Diomède.

Djibril Cissé e Abou Diaby são filhos de imigrantes da Costa do Marfim, enquanto Sidney Govou tem ascendência em Benin. Jean-Alain Boumsong é camaronês e Marcel Desailly, um ganense adotado por um diplomata francês. Florent Sinama-Pongolle vem da ilha africana de Reunião.

Também de pele escura, mas etnicamente polinésios, são Christian Karembeu, Frédéric Piquionne (nascidos na Nova Caledônia), Pascal e Marama Vahirua (vindos da Polinésia Francesa). Vikash Dhorasoo, por sua vez, tem raízes em uma comunidade hindu das Ilhas Maurício.

Centro-europeus

Alguns dos mais famosos jogadores da França têm origem italiana: Michel Platini, Roger Piantoni e Éric Cantona. Da atual geração, o mais famoso é Sébastien Squillaci. Mesma situação de outros menos famosos, como Ernest Libérati, Laurent di Lorto, Mario Zatelli, Bernard Chiarelli, Gabriel de Michele, Laurent Robuschi, Dominique Baratelli, François Bracci, Bernard Lacombe, Bernard Genghini, Bruno Bellone, Jean-Luc Ettori, Jean-Marc Ferreri, Vincent Candela, Bruno Martini e Benoît Pedretti.

Seus sobrenomes comumente são pronunciados "à francesa", normalmente com tonicidade na última sílaba. Ao sul, da ilha de Malta, vem as raízes do atacante Daniel Xuereb, figurante da Copa do Mundo de 1986.

Jogadores de origem germânica, nascidos na Alsácia-Lorena (região que pertenceu à Alemanha), já puderam ser encontrados. Foi o caso de Étienne Mattler, Fritz Keller, Oscar Heisserer, Ernest Schultz, Gérard Hausser, Raymond Kaelbel e Lucien Muller. Outros germânicos foram austríacos naturalizados, Rodolphe Hiden e Auguste Jordan.

Julien Darui e Roger Courtois nasceram, respectivamente, em Luxemburgo e Suíça.

Europa Oriental

Desta parte do continente, os mais numerosos são os de origem polonesa: Raymond Kopa (cujo sobrenome real era Kopaszewski) é o mais famoso de um grupo que inclui Ignace Kowalczyk, Thadée Cisowski, Édouard Kargu (sobrenome real Karguliewicz), Guillaume Bieganski, Léon Glovacki, Maryan Wisnieski, Robert Budzynski, Yannick Stopyra e Antoine Sibierski. Kazimir Hnatow, membro da Copa do Mundo de 1958, tem sangue ucraniano.

Jean Djorkaeff e Youri Djorkaeff, respectivamente pai e filho, são de origem calmuque (um dos povos da Rússia); Youri também tem ascendência armênia, juntamente com seu ex-colega Alain Boghossian.

Outros

Hispânicos também já figuraram pelos Bleus em torneios: Joseph Gonzales, Hector Cazenave (uruguaio), Christian Lopez, Manuel Amoros, Jean Castaneda, Christian Perez e os mais famosos, David Trézéguet (filho de um franco-argentino), Luis Fernández (este nascido na Espanha) e Robert Pirès (de origens portuguesas).

Minorias étnicas tradicionais da própria França já foram representadas na Seleção, como os bascos Didier Deschamps e Bixente Lizarazu e os bretões Stéphane Guivarc'h e Yoann Gourcuff.

Títulos

Campanhas de destaque

** organizado pela FIFA

Desempenho em Copas do Mundo

Desempenho no Campeonato Europeu

Maiores artilheiros

Posição

Nome

Jogos

Gols

1

Thierry Henry

111

48

2

Michel Platini

72

41

3

David Trezeguet

70

34

4

Zinédine Zidane

108

31

5

Just Fontaine

21

30

Treinadores

Nome

Período

clip_image005Albert Batteux

19551962

clip_image005[1]Henri Guérin

19621966

clip_image007José Arribas

1966–1966

clip_image009clip_image005[2]Jean Snella

1966–1966

clip_image011clip_image005[3]Just Fontaine

1967–1967

clip_image005[4]Louis Dugauguez

19671968

clip_image005[5]Georges Boulogne

19691973

clip_image013Aimé Mignot

19731975

Nome

Período

clip_image005[6]Michel Hidalgo

19751984

clip_image005[7]Henri Michel

19841988

clip_image005[8]Michel Platini

19881992

clip_image005[9]Gérard Houllier

19921993

clip_image005[10]Aimé Jacquet

19931998

clip_image005[11]Roger Lemerre

19982002

clip_image005[12]Jacques Santini

20022004

clip_image005[13]Raymond Domenech

2004

Comissão técnica

Nome

Função

clip_image005[14]Raymond Domenech

Treinador

clip_image005[15]Alain Boghossian

Auxiliar-técnico

clip_image005[16]Pierre Mankowski

Auxiliar-técnico

clip_image005[17]Bruno Martini

Treinador de goleiros

Resultados recentes

Amistosos

Data

Estádio

Local

Mandante

Resultado

Visitante

Gols

20 de Agosto de 2008

Ullevi

Gotemburgo, Suécia

clip_image015 Suécia

2 – 3

clip_image005[18] França

Benzema {19'} e Govou {61'} e {77'}

14 de Outubro de 2008

Stade de France

Saint-Denis, França

clip_image005[19] França

3 – 1

clip_image017 Tunísia

Henry {40'} e {48'} e Benzema {57'}

19 de Novembro de 2008

Stade de France

Saint-Denis, França

clip_image005[20] França

0 – 0

clip_image019 Uruguai

 

11 de Fevereiro de 2009

Stade Vélodrome

Marselha, França

clip_image005[21] França

0 – 2

clip_image021 Argentina

 

2 de Junho de 2009

Geoffroy-Guichard

Saint-Étienne, França

clip_image005[22] França

clip_image023 Nigéria

 

5 de Junho de 2009

Stade de Gerland

Lyon, França

clip_image005[23] França

clip_image025 Turquia

 

11 de Novembro de 2009

Stade 7 November

Túnis, Tunísia

clip_image017[1] Tunísia

clip_image005[24] França

 

Eliminatórias da Copa do Mundo 2010

Data

Estádio

Local

Mandante

Resultado

Visitante

Gols

6 de Setembro de 2008

Ernst Happel

Vienna, Áustria

clip_image027 Áustria

3 – 1

clip_image005[25] França

Govou {61'}

10 de Setembro de 2008

Stade de France

Saint-Denis, França

clip_image005[26] França

2 – 1

clip_image029 Sérvia

Henry {53'} e Anelka {63'}

1 de Outubro de 2008

Farul

Constanţa, Romênia

clip_image013[1] Romênia

2 – 2

clip_image005[27] França

Ribéry {36'}, Gourcuff {69'}

28 de Março de 2009

S. Darius and S. Girėnas

Kaunas, Lituânia

clip_image031 Lituânia

0 – 1

clip_image005[28] França

Ribéry {67'}

1 de Abril de 2009

Stade de France

Saint-Denis, França

clip_image005[29] França

1 – 0

clip_image031[1] Lituânia

Ribéry {76'}

12 de Agosto de 2009

Tórsvøllur

Tórshavn, Ilhas Faroe

clip_image033 Ilhas Faroé

0 - 1

clip_image005[30] França

 

5 de Setembro de 2009

Stade de France

Saint-Denis, França

clip_image005[31] França

1 – 1

clip_image013[2] Romênia

 

9 de Setembro de 2009

Crvena Zvezda

Belgrado, Sérvia

clip_image029[1] Sérvia

1 – 1

clip_image005[32] França

 

10 de Outubro de 2009

Stade de France

Saint-Denis, França

clip_image005[33] França

5 – 0

clip_image033[1] Ilhas Faroé

 

14 de Outubro de 2009

Stade de France

Saint-Denis, França

clip_image005[34] França

3 – 1

clip_image027[1] Áustria