sábado, 31 de agosto de 2013

Brasil segue sem perder sets, bate Sérvia e decide título contra China

Brasileiras comemoram após vitória

 

A campanha brasileira segue irretocável na fase final do Grand Prix, disputada em Sapporo, no Japão. Sem perder nenhum set nos quatro jogos até aqui, as comandadas de Zé Roberto chegaram a ter dificuldades contra a Sérvia em alguns momentos do jogo da madrugada deste sábado, mas, melhores tecnicamente, venceram a partida por 3 sets a zero (27/25, 25/21 e 25/22).

Com o resultado, o Brasil chega a 12 pontos ganhos e decide o título do torneio, na madrugada deste domingo, a partir das 3h30, em confronto direto contra a China. Com dois pontos a menos, as asiáticas levam o título com vitória por 3 sets a 0 ou 3 sets a 1. Se a Seleção perder por 3 sets a 2 ou vencer a partida conquistará o nono título da competição.

Ainda com chances matemáticas de brigar pela taça no início do confronto, as sérvias fizeram um primeiro set duro, no qual lideraram o marcador durante a maior parte do tempo. A reação brasileira veio apenas no final, mas foi suficiente para uma vitória por 27 a 25.

Na segunda parcial, o panorama foi outro. Sem dificuldades, as meninas de Zé Roberto abriram confortável vantagem desde o começo e ganharam tranquilamente por 25 a 21.

A partida voltou a ficar equilibrada no último set, quando as europeias novamente conseguiram ficar na frente do placar em alguns instantes. Após uma briga ponto a ponto, o Brasil fechou a vitória com 25 a 22.

Terra

F-Indy muda regras de paradas de box

Charlie Kimball

Visando evitar a polêmica gerada com a punição aplicada a Scott Dixon na prova da última semana em Sonoma, a IndyCar anunciou uma mudança nas regras das paradas de Box com validade já para este fim de semana em Baltimore.

À partir desta corrida, os ficais da categoria terão poder de sancionar qualquer equipe que, deliberadamente bloqueie a passagem de outro competidor no pitlane.

“Qualquer participante que, na opinião dos oficiais, posicionar um carro, equipamento ou pessoa  para criar um perigo ou perturbação ao evento, ou interferir nas atividades de outro competidor, deverá ser penalizado”, diz o novo artigo 7.9.17.

Além disso, demarcações mais nítidas foram pintadas no pitlane de Baltimore, mas segundo o diretor de competições da categoria, Derrick Walker, elas servirão apenas como referência para este fim de semana e não servem como parâmetro para eventuais castigos.

“É claro que, se alguma coisa acontecer, nós usaremos essas marcações para saber onde o piloto estava em relação ao incidente. Mas não será algo como ‘eu não vou sair da minha linha de box, porque serei penalizado’. Isso é loucura”, comentou.

UOL Esporte

COI vê Rio despreparado e atrasado para receber Olimpíadas, diz jornal

Prefeito Eduardo Paes terá muito trabalho até a concretização dos Jogos Olímpicos

Prefeito Eduardo Paes terá muito trabalho até a concretização dos Jogos Olímpicos

 

Segundo reportagem publicada neste sábado pelo jornal O Estado de S. Paulo, o Comitê Olímpico Internacional está extremamente preocupado com a preparação do Rio de Janeiro para receber os Jogos Olímpicos de 2016. O impresso teve acesso a documentos secretos do COI que apontam problemas graves na infraestrutura da cidade, uma situação financeira delicada do município e constantes atrasos na resolução de problemas há menos de três anos da realização do evento.

Segundo o jornal, o COI listou 44 itens da preparação do evento e classificou-os de três diferentes maneiras: verde para aquilo que está dentro do prazo, amarelo para aquelas que estão em risco e vermelho para atrasos comprovados. Estão na lista verde apenas itens periféricos como "revezamento da tocha olímpica", "identidade visual" e "sustentabilidade" - todo o resto gera algum tipo de preocupação do Comitê.

O ponto mais grave é a falta de infraestrutura da cidade - capítulo que se encontra integralmente em vermelho. O sistema de transporte da cidade foi colocado praticamente todo em xeque: atrasos na expansão da linha 4 do metrô e a falta de um plano alternativo caso falhe esta opção, falta de ônibus suficientes, adiamentos nas construções da Transolímpica e a Transbrasil e até a ausência de um estudo aprofundado sobre as demandas no setor.

O sistema hoteleiro também está despertando bastante preocupação do COI. Isto porque até agora, o número de quartos disponíveis é de 19,2 mil, sendo que o evento precisará de 45 mil. Uma das ideias dos organizadores para resolver este problema é usar navios como hotéis, mas os portos também estão com o sinal amarelo - o que pode comprometer a concretização do plano.

Até o abastecimento de água e eletricidade também serão "cuidadosamente monitorados" segundo expressão divulgada nos documentos do COI.

As constantes mudanças nos projetos das instalações esportivas irritam o Comitê, que enxerga uma falha de planejamento e crê que isto possa comprometer todo o evento. "Ainda existem muitas e frequentes mudanças de locais ou incertezas sobre a localização e especificações das instalações. Essas alterações podem ter impactos negativos nas operações", descreve o relatório.

É neste capítulo que entra a situação do Maracanã: o estádio que sediou a Copa das Confederações e será palco da final da Copa do Mundo no ano que vem corre o risco de sofrer processos legais que poderiam impedir os planos de adequação do complexo para 2016. O Engenhão, fechado por estar com a cobertura ameaçada de desabar em caso de grandes ventanias, deixa o COI alarmado. "Um calendário integrado de construção precisa ser urgentemente exigido. Isso teria que garantir não apenas os trabalhos de correção do teto, mas outras exigências para as instalações existentes", alertou.

Novas leis contra o doping deveriam ter sido aprovadas em junho de 2012, mas a data foi adiada para setembro de 2013. Além disso, o Laboratório do Rio foi descredenciado pela WADA (Agência Mundial Antidoping), deixando o Brasil sem nenhuma instituição preparada para realizar os testes.

UOL Esporte

Djokovic derrota alemão e avança para terceira rodada do US Open

Djokovic tem avançado sem sustos no US Open Foto: AFP

Djokovic tem avançado sem sustos no US Open

O sérvio Novak Djokovic, líder do ranking da ATP, venceu o alemão Benjamin Becker nesta sexta-feira por 3 sets a 0 e avançou para a terceira rodada do US Open.

Djokovic sofreu um pouco para derrotar o adversário no primeiro set, vencendo no tie break 7-6 (2), mas depois conseguiu se impor e venceu as duas próximas parciais com duplo 6-2.

Na terceira rodada, o cabeça de chave número 1 jogará contra o vencedor do duelo entre o finlandês Jarkko Nieminem e o português João Sousa.

Terra

Paulo André e Raí contestam Marin por mudanças; entenda críticas dos atletas

Na última sexta-feira, o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin, compareceu ao 3º Fórum Nacional de Esporte, no qual participou de um debate sobre a Copa do Mundo e o legado do evento para o futebol brasileiro. Após fazer o discurso inicial carregado de lados positivos da instituição que comanda, o mandatário da entidade que rege o principal esporte nacional foi colocado contra a parede por Raí e Paulo André – ambos não perdoaram o dirigente e chegaram até a levantar a voz no debate.

Entre os pontos tocados por ambos os jogadores, que representaram os atletas no evento organizado pelo Lide, grupo de líderes empresariais, estão a capacitação de gestores, a inferioridade da organização e da qualidade dos clubes brasileiros em relação à Europa, a possibilidade da criação de uma nova liga de clubes nacionais, uma regulamentação das categorias de base do futebol brasileiro e a reeleição ilimitada na CBF.  Na maioria das questões, o dirigente foi evasivo e passou a responsabilidade para outros.

Saiba abaixo quais foram as críticas direcionadas a Marin, a resposta do dirigente e entenda as questões:

1) A diferença de clubes brasileiros para europeus, perguntada por Paulo André

O corintiano Paulo Andé lembrou o fraco desempenho de Santos e São Paulo em excursões para o exterior para saber se a CBF tem projetos para melhorar o futebol brasileiro em comparação ao europeu, crítica feita por muitos.

Pergunta: “Sabemos que a vitória brasileira foi incrível na Copa das Confederações, resgatou a fé dos brasileiros, mas também fez com que esquecêssemos a crise existencial do Campeonato Brasileiro. Vimos dois clubes que foram ao exterior recentemente e houve uma discrepância do futebol. Não vemos ações por parte da CBF para fomentar gerentes e gestores para que se massifique isso. Quais são os projetos?”

Resposta de Marín: “Temos que levar em conta a grandeza territorial do Brasil. Não podemos pensar como a Europa. Nós não podemos fazer nosso calendário de acordo com o europeu. O futebol brasileiro continua muito respeitado lá fora.”

2) Criação de gestores especializados no futebol, perguntada por Paulo André

O zagueiro Paulo André não ficou satisfeito com a primeira resposta do presidente da CBF e rebateu o dirigente. Ambos trocaram réplicas e tréplicas um pouco mais exaltadas por algum tempo até que João Dória Jr., presidente do Lide, interrompeu e passou a palavra para outra pessoa. A criação de gestores é cobrada por muitos especialistas do futebol e o defensor corintiano pediu que se criem cursos, ao invés da interferência dentro dos clubes alegada por Marin.

Pergunta: “É público e notório, todos nós sabemos das necessidades do futebol brasileiro se desenvolver, evoluir, alcançar o século 21. Quero saber de novo qual é o projeto, adianta subsidiar a Série D e não fomentar os gestores dessas regiões para que se desenvolva o produto local?”

Resposta de Marin: “Ao subsidiar a Série D, damos empregos, uma equipe tem inúmeros profissionais. Não só jogadores como massagistas, preparadores. Damos oportunidade para um universo muito grande de pessoas. Não podemos interferir dentro dos clubes, nos dirigentes”.

3) Criação de liga de clubes profissionais, perguntada por Raí

Até há dois anos, o Brasil tinha o Clube dos 13, que reunia os principais clubes do Brasil para tomada de decisões esportivas e dos bastidores, como a divisão dos direitos de TV. A entidade acabou com um racha liderado pelo presidente corintiano Andrés Sanchez – o ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira, na época, não deu apoio à organização dos clubes. Raí interpelou sobre a criação de uma nova liga, mas o presidente se mostrou reticente e evasivo.

Pergunta: “O que você acha da fomentação de uma liga profissional, seria a favor?”

Resposta de Marin: “Em relação à liga, ninguém é contra, mas acho que já houve uma tentativa e não foi possível. Pelo menos chegou ao meu conhecimento que a liga para funcionar teria que ter em contrapartidas pagamentos para funcionários, a meu ver seria um gasto desnecessário, pois tem a CBF para isso. A CBF tem portas abertas, se presidente de clube ou federação quer dar sugestões, terá um diálogo aberto. Não vejo a necessidade, mas se alguém quiser criar, a gente respeita.”

4) Organização das categorias de base do futebol brasileiro, perguntada por Raí

Com exceção de alguns clubes, como São Paulo, Inter e Cruzeiro, as categorias de base do futebol brasileiro, com milhares de times por todo o País, sofre críticas de falta de estrutura e dificuldades para manter os atletas ativos e sustentados. Raí defendeu a criação de uma regulamentação ou manual por parte da CBF, mas viu o presidente novamente alegar que não pode se intrometer nos clubes.

Pergunta:  “Queria deixar uma sugestão que a CBF monte um manual explicando tudo para cada garoto, que regulamente para ter condições dignas de moradia, criar regras para que possa morar no clube e ter uma condição digna de condição humana. Que a CBF, junto com Ministério Público, Conselho da Criança e do Adolescente, tome a frente disso que com certeza vai mudar as condições. Que tenha ao menos um diálogo.”

Resposta de Marin: “O poder da CBF vai até certo ponto. Vou levar em consideração sua sugestão, mas dentro do possível. Isso depende muito mais dos dirigentes do nosso futebol, dos próprios clubes, do que da CBF.”

5) Reeleição na CBF, perguntada por Paulo André

Por ser uma entidade privada, a CBF regulamenta seu próprio estatuto e regras – não é regida como órgãos públicos, que limitam o número de reeleições. A instituição que comanda o futebol brasileiro tem eleições ilimitadas, pergunta levantada por Paulo André que gerou aplausos dos líderes empresarias presentes ao Fórum. Na resposta, Marin mostrou que é a favor de reeleição ilimitada na CBF se o dirigente for bom.

Pergunta: “A gente sabe que a CBF não recebe dinheiro público, mas há uma MP que pode ser aprovada (o jogador se refere à MP 615, que limita o número de reeleições em entidades esportivos que recebem dinheiro público). O senhor é a favor ou não de limitar o número de reeleições ds CBF mesmo não recebendo dinheiro público?”

Resposta de Marin: “Eu não vou responder fazendo qualquer pré-julgamento de dirigente esportivo, acho que aquilo que é bom deve continuar. Entre uma tentativa de você ficar com aquele que já provou que é bom, prefiro isso que o ruim ou duvidoso. Em relação a mim, estou à vontade para falar porque quando terminar o mandato não serei candidato a reeleição.”

Terra

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Tottenham e Lazio pegam grupos fáceis na Liga Europa

Sorteio para definir os grupos da Liga Europa foi realizado nesta sexta-feira, em Monaco Foto: AP

Sorteio para definir os grupos da Liga Europa foi realizado nesta sexta-feira, em Monaco

Recém-chegado, o volante Paulinho conheceu nesta sexta-feira os seus primeiros adversários em uma competição continental na Europa. Favorito ao título, o Tottenham, do ex-corintiano, deve ter caminho fácil na fase de grupos da Liga Europa. A equipe inglesa terá pela frente o Anzhi, da Rússia, que recentemente se desfez de suas principais estrelas (como o meia Willian e o atacante Eto'o), o FC Sheriff, da Moldávia, e o Tromso, da Noruega.

Outra equipe favorita que pegou uma chave tranquila é a Lazio, do brasileiro Hernanes. Atual campeã da Copa da Itália, a equipe terá pela frente o Trabzonspor, da Turquia, Legia Varsóvia, da Polônia, e Apollon Limassol, do Chipre. O torneio terá alguns confrontos interessantes nesta fase da competição. 

Entre os duelos mais esperados se destacam o jogo entre Valencia e Swansea, no grupo A, Fiorentina contra o Dnipro, da Ucrânia, no grupo E, Sevilla e Freiburg, no grupo H, e Lyon contra o Bétis, no grupo I.

Confira abaixo as chaves da fase de grupos da Liga Europa:

Grupo A
Valencia (ESP)
Swansea (ING)
Kuban Krasnodar (RUS)
St. Gallen (SUI)

Grupo B
PSV (HOL)
Dínamo Zagreb (CRO)
Chornomorets Odesa (UCR)
Ludogorets (BUL)

Grupo C
Standard Liège (BEL)
Red Bull Salzburg (AUT)
Elfsborg (SUE)
Esbjerg (DIN)

Grupo D
Rubin Kazan (RUS)
Wigan (ING)
Maribor (SLO)
Zulte Waregen (BEL)

Grupo E
Fiorentina (ITA)
Dnipro (UCR)
Paços Ferreira (POR)
Pandurii (ROM)

Grupo F
Bordeaux (FRA)
Apoel (CHP)
Eintracht Frankfurt (ALE)
Slovan Liberec (RCH)

Grupo G
Dínamo de Kiev (UCR)
Genk (BEL)
Rapid Viena (AUT)
Thun (SUI)

Grupo H
Sevilla (ESP)
Freiburg (ALE)
Estoril (POR)
Maccabi Tel-Aviv (ISR)

Grupo I
Lyon (FRA)
Real Bétis (ESP)
Vitória de Guimarães (POR)
Rijeka (CRO)

Grupo J
Lazio (ITA)
Trabzonspor (TUR)
Legia Varsóvia (POL)
Apollon Limassol (CHP)

Grupo K
Tottenham (ING)
Anzhi (RUS)
FC Sheriff (MOL)
Tromso (NOR)

Grupo L
AZ (HOL)
PAOK (GRE)
Macabbi Haifa (ISR)
Shakhter (CAZ)

Terra

Aos 40 anos, Emanuel inicia planejamento para disputar 6ª Olimpíada

Dono de três medalhas olímpicas, Emanuel é uma das atrações do Circuito Banco do Brasil 2013/2014 Foto: Felipe Held / Terra

Dono de três medalhas olímpicas, Emanuel é uma das atrações do Circuito Banco do Brasil 2013/2014

O nome de Emanuel se confunde com o vôlei de praia brasileiro: aos 40 anos, ele inicia nesta sexta-feira a sua 23ª participação em 23 edições do Circuito Banco do Brasil, o principal torneio nacional da modalidade. Mas o veterano, que já coleciona três medalhas olímpicas na carreira, quer ir muito mais além de seu nono título brasileiro. Ele reconhece que, a partir deste final de semana, no Recife, está abrindo um ciclo para tentar uma vaga nos Jogos do Rio de Janeiro em 2016, sua sexta participação olímpica na carreira.

Emanuel subiu ao pódio olímpico nas últimas três edições do torneio: foi ouro em Atenas 2004 e bronze em Pequim 2008, com Ricardo, e, no ano passado, obteve a prata atuando ao lado de Alison – novamente seu parceiro na disputa do Circuito Banco do Brasil 2013/2014. O paranaense também competiu em Atlanta 1996 e em Sydney 2000, formando dupla com Zé Marco e Loiola, respectivamente.

“Quero estar no Rio e penso muito nisso, para falar a verdade”, reconheceu Emanuel, que terá 43 anos na próxima edição olímpica. Mas a idade não é um fator impeditivo para ele, que tem um sistema próprio para saber se estará apto para disputar os Jogos de 2016. “Meu planejamento começa hoje, calmamente. Conforme eu for conseguindo vitórias e batendo meta por meta dos meus objetivos, sei que se vou me classificar”, acrescentou.

O experiente atleta também sabe da importância que tem para os jovens talentos que, assim como ele, integram a Seleção Brasileira de vôlei de praia – nas últimas etapas do Circuito Mundial de 2013, por exemplo, ele será parceiro de Evandro, 23 anos.

“Continuo contribuindo. Quero quer meu time vença, independentemente do parceiro que eu tiver. Tento passar tranquilidade para os jovens que estão surgindo, pois foi assim que eu aprendi com os jogadores mais velhos quando eu estava na condição de novato”, explicou.

O Circuito Banco do Brasil passará, entre o final de 2013 e a primeira metade de 2014, por dez cidades: Recife (PE), Vitória (ES), Rio de Janeiro (RJ), Guarujá (SP), Balneário Camboriú (SC), São Luís (MA), Natal (RN), João Pessoa (PB), Maceió (AL) e, por fim, Salvador (BA), sede do Super Praia, uma super final que reúne oito duplas masculinas e oito femininas.

Terra

Santos efetiva interino e salário atinge 700% de aumento em três meses

Técnico Claudinei Oliveira teve contrato reformulado e foi efetivado no cargo após três meses de trabalho à frente do Santos Foto: Fernando Borges / Terra

Técnico Claudinei Oliveira teve contrato reformulado e foi efetivado no cargo após três meses de trabalho à frente do Santos

O técnico Claudinei Oliveira confirmou nesta sexta-feira ter se reunido com a diretoria do Santos para rediscutir sua condição de interino no clube. O treinador disse ter assinado um novo vínculo com o clube, válido até o fim do ano, com opção de renovação até dezembro de 2014. Com o contrato, o comandante santista deixa a condição de interino, passa a receber cerca de R$ 80 mil mensais e atinge 700% de aumento em três meses à frente da equipe.

"Fiz um novo contrato com o Santos até o fim do ano. Agora é um contrato de técnico, com opção do Santos de prorrogar até o fim de 2014. Fizemos dessa forma, pois entendo que pelo tempo que estou dirigindo o clube fica difícil trabalhar com um técnico que venha. O objetivo inicial era esse, mas as coisas foram evoluindo. Reformulamos o contrato. A opção de voltar a base não existe mais. Não existia a chance de dar mais um passo atrás, então demos à frente. A diretoria não divulgou nada porque sempre fui tratado no clube como técnico efetivo, mas foi o que aconteceu mesmo, não tenho porque esconder", disse o treinador.

Claudinei assumiu o Santos em 31 de maio, mesmo dia da oficialização da saída de Muricy Ramalho, demitido após 25 meses de trabalho no clube. Desde então, ganhou dois reajustes salariais. O primeiro de R$ 10 mil para R$ 20 mil, com a promessa de um cargo na comissão técnica fixa, como auxiliar, e o último anunciado após o treinamento desta sexta-feira.

O Santos chegou a reiniciar a busca por um nome, congelada após as negativas dos argentinos Marcelo Bielsa e Gerardo Martino, e consultou os técnicos Abel Braga e Ney Franco, demitidos de Fluminense e São Paulo, respectivamente.

Abel não se empolgou com o contato, afirmando que deseja voltar a trabalhar só em 2014. O técnico foi o sonho de consumo do presidente Luis Álvaro Ribeiro, em 2011, antes da contratação de Muricy Ramalho. Ney Franco, por sua vez, agradou pela pedida, mas teve a vinda enfraquecida pelo pedido de licença de um ano de Laor, principal entusiasta de sua contratação. Com Odílio, Claudinei voltou a ganhar forças no cargo.

Desde que assumiu, Claudinei Oliveira comandou a equipe em 17 jogos (seis vitórias, sete empates e quatro derrotas), 49% de aproveitamento.

Terra

Britânico anuncia candidatura de oposição à presidência da FIA

Jean Todt tem confirmado seu adversário em provável tentativa de reeleição Foto: Getty Images

Jean Todt tem confirmado seu adversário em provável tentativa de reeleição

O britânico David Ward será candidato à presidência da Federação Internacional de Automobilismo (FIA). Chefe do programa de segurança do trânsito, ele deixou o cargo para concorrer ao posto máximo da entidade, provavelmente contra o francês Jean Todt, atual mandatário do órgão.

Ex-chefe da Ferrari, Todt ainda não confirmou se concorrerá à reeleição da FIA, mas seu nome é cotado para um segundo mandato à frente do órgão que gerencia as categorias de automobilismo mundiais. Ele chegou ao poder em 2009, ocupando o lugar deixado por Max Mosley.

"O período eleitoral tem início em setembro e precisarei me aproximar dos membros da FIA para buscar votos. Por isso, acho que o mais correto seja deixar meu posto. O processo envolve discussões e debates e por isso penso que, em nome dos interesses da comunidade, deva renunciar", afirmou Ward, em comunicado.

Terra

Botafogo fará 'Roda de Ideias' com torcida

09.mar.2013 - F.L. Piton / A Cidade

Torcida botafoguense é convocada para debate

Em busca de um canal direto com o torcedor, o Botafogo realizará às 19h da próxima quinta-feira uma “Roda de Ideias” visando apresentar projetos ou colaborar de alguma forma com o clube. A reunião será feita na sala do Conselho Deliberativo, no primeiro andar do estádio Santa Cruz, e será aberta a todos.

“Desde domingo [eliminação na Série D], se justificou a campanha ruim do time com a condição financeira do clube. Então algumas pessoas começaram a dar sugestões, propor ideias de como poderíamos ter receita e decidimos fazer isso”, disse o diretor de arrecadação do Botafogo, Carlos Felippini, idealizador da reunião.

“Inicialmente é uma troca de ideias e desde que surja alguma ideia interessante e que seja viável, com certeza podemos implantá-la. É um canal que está sendo aberto a todos os torcedores”, lembrou o diretor de arrecadação.

Dois problemas
Para Felippini, o Botafogo tem outro grande problema além da questão financeira. “Além da falta de dinheiro, temos a falta de gente. Pessoas para ir ao clube, participar das atividades e dividir serviços”, ressaltou o gerente.

“É uma reunião para que o torcedor, além de dar opinião, possa colaborar de alguma forma com algum departamento e participar do nosso dia a dia. Quem quiser participar, com certeza terá como fazer isso”, finalizou o dirigente.

Site A Cidade

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Brasil vence anfitrião Japão e lidera fase final do Grand Prix de vôlei

Seleção Brasileira manteve sua boa campanha na fase final do Grand Prix e passou pelas anfitriãs japonesas por 3 sets a 0, nesta quinta-feira, em Sapporo

Após atropelar os Estados Unidos na primeira rodada, a Seleção Brasileira voltou a jogar bem e não tomou conhecimento do anfitrião Japão, fazendo 3 sets a 0 sobre as donas da casa, com parciais de 25/21, 25/22 e 25/17, em Sapporo. O resultado colocou a equipe verde e amarela na liderança da fase final do Grand Prix, com seis pontos, sendo a única equipe com nenhum set perdido na parte decisiva da competição até o momento. 

Melhor campanha na primeira fase, a China também possui duas vitórias, porém como perdeu um 2 sets para a Itália na partida desta quinta-feira parou nos cinco pontos. O Japão, que havia vencido a Itália na quarta, caiu para o terceiro lugar. As brasileiras voltam à quadra na madrugada desta sexta-feira, a partir das 3h30, para encarar a equipe da Itália.

As comandadas de José Roberto Guimarães começaram perdendo o primeiro set e tiveram que se recuperar no meio da parcial, graças principalmente aos ataques da ponteira Gabi. Com a equipe um pouco impaciente com a boa defesa das japonesas, o treinador resolveu colocar a oposto Sheilla no lugar de Monique para dar mais tranquilidade ao time. A troca deu resultado e o Brasil fechou a parcial por 25 a 21.

No segundo set, o Brasil voltou a errar muito no início da parcial e viu as japonesas abrirem 12 a 6. Aos poucos, com bons bloqueios e saques, o time foi se recuperando e empatou em 14 a 14. As anfitriãs voltaram a abrir vantagem, mas o Brasil se recuperou no fim, graças principalmente ao bom desempenho de Thaisa e Fernanda Garay. Com pontos seguidos, o time venceu por 25 a 22.

A terceira parcial foi a mais tranquila. Sem ser praticamente ameaçado, o time de Zé Roberto Guimarães viu  Gabi brilhar novamente e venceu por tranquilos 25 a 17. A maior pontuadora do jogo acabou sendo exatamente a ponteira de 19 anos, que fez 19 pontos no total. Apesar disso, Fernanda Garay que foi eleita como melhor da partida pelo seu desempenho nas recepções, além dos 15 pontos feitos no jogo. Thaisa foi outro destaque, ao fazer 14 pontos, sendo seis de bloqueio.

​Após a partida, as brasileiras reconheceram que tem de ter muita paciência para superar o forte jogo defensivo da equipe japonesa. "Estou muito feliz, foi uma vitória importante. Quem viu a partida sabe, que apesar dos 3 a 0, foi muito difícil. Contra as japonesas tem que ter muita paciência, muito volume de jogo. Sofremos bastante nos começos do set...Dá até uma agonia (as japonesas defenderem tanto). Tem que tentar explorar demais a mão de fora para colocar a bola no chão", disse Gabi.

"No início passamos a nos desesperar pelas defesas delas. Quando entrei, pedi: 'vamos ter tranquilidade, trabalhar mais a bola'. Acabou dando certo e a equipe vai evoluindo aos poucos", disse a oposto Sheilla.

Terra

Bernie Ecclestone descarta retorno da Michelin à Fórmula 1

Chefão da F1 deve manter Pirelli como fornecedora de pneus Foto: Reuters

Chefão da F1 deve manter Pirelli como fornecedora de pneus

Depois dos recentes boatos de que a Michelin estaria cogitando voltar à Fórmula 1, Bernie Ecclestone, chefão da categoria, tratou de desmentir as especulações e reforçou que o contrato com a Pirelli deverá ser cumprido. De acordo com informações divulgadas nos últimos dias, dirigentes da empresa francesa já estariam pensando em conversar com representantes da F1.

"FOM (Formula One Management) e Pirelli têm um contrato. Nenhum dos times falou sobre isso (mudança de fornecedor). Todas as equipes que falaram comigo me disseram que estão muito felizes com a Pirelli e estão felizes que os problemas que tiveram foram resolvidos", declarou o dirigente ao portal Speed.

O interesse da Michelin de voltar à principal categoria do automobilismo mundial aumentou após as diversas reclamações sobre os pneus fornecidos nas primeiras provas da temporada, que interferiram diretamente no resultado de alguns pilotos. Porém, atualmente, a Pirelli conseguiu corrigir os problemas e não vem recebendo críticas.

Além de citar o contrato, Ecclestone ressaltou que acertar uma troca de fornecedores neste momento iria prejudicar a categoria. Além disso, a mudança já estava se tornando praticamente inviável porque a Pirelli já declarou que acertou a renovação com dez das 11 equipes do grid.

Terra

Promessa troca Brasil por Israel por melhores condições e novo rumo

Camila Minakawa foi com a Seleção à Olimpíada de Londres e participou da equipe de treinos Foto: Allan Farina / Terra

Camila Minakawa foi com a Seleção à Olimpíada de Londres e participou da equipe de treinos

A oportunidade de treinar e se preparar com mais afinco fez Camila Minakawa trocar a Seleção Brasileira por Israel. A judoca, que é filha da judia Miriam e de um nipo-brasileiro, o árbitro de judô Edson Minakawa, se naturalizou israelense e desde março defende a pátria que acolheu a mãe aos cinco anos de idade, mas que logo retornou ao Brasil. O Mundial de Judô no Rio de Janeiro fez a atleta lutar em seu país de nascimento, mas sem defender a bandeira verde e amarela.

A paulista, que já vestiu o quimono do Brasil e chegou a ser vice-campeã mundial Sub-21, foi em busca de uma mudança na vida pessoal e profissional. Antes de ir morar em Netanya, a judoca defendia o Hebraica, em São Paulo, onde morava com a família, mas as condições de treino não estavam mais estimulando o crescimento da atleta, que sonhava com outro rumo para a carreira.

"Não foi questão de espaço na Seleção Brasileira que me fez deixar o país. Eu estava querendo tanto na minha vida pessoal, como na minha vida profissional, uma mudança. Eu acho que é sempre bom. Tenho 23 anos e sempre treinei e morei com meus pais. Por isso acho que foi o momento certo para fazer essa mudança", disse.

"Em Israel eles me chamaram e me deram uma expectativa e oportunidade de treinos e condições que não teria aqui no Brasil. E não só de Seleção Brasileira, mas também no clube", acrescentou a paulista.

Mesmo sem falar hebraico a atleta não considera a língua um empecilho para a evolução no dojo. "Lá, a Seleção treina sempre junta. Fazemos tudo juntos. É muito bom. Estou sozinha lá. Mas eles me ajudam bastante. Sempre falo que eles são a minha segunda família, o técnico e as meninas. Já estou começando a entender um pouco de hebraico, mas é muito difícil, não dá para relacionar muito com o português. Mas aos poucos vou aprendendo", falou a atleta, que terminou o Mundial em sétimo lugar na categoria leve (57 kg), a mesma que deu o primeiro ouro feminino do judô em mundiais, para Rafaela Silva.

Por oportunidades e condições financeiras melhores, os judocas brasileiros vem adotando um segundo país - na modalidade é permitido que um atleta que já defendeu uma nação lute por outra. Mas a FIJ (Federação Internacional de Judô) impõe dois anos de afastamento para que um atleta se naturalize. Mas se houver permissão da entidade nacional, no caso do Brasil a CBJ (Confederação Brasileira de Judô), a troca é imediata.

Tenho 23 anos e sempre treinei e morei com meus pais. Por isso acho que foi o momento certo para fazer essa mudança

Camila Minakawa

No Mundial carioca sete atletas brasileiros estão defendendo outros países. Além de Minakawa por Israel, tem o capixaba Nacif Elias pelo Líbano; Taciana Lima por Guiné-Bissau; Victor Karabourniotis pela Grécia; Sérgio Pessoa pelo Canadá; Carlos Luz por Portugal; e Hernan Birbrier pela Argentina.

Minakawa acredita que é preciso ir atrás dos sonhos, e para isso vale a pena vestir outra camisa, ou melhor, outro quimono.

"Acho que cada um tem que correr atrás do que é melhor para si. Eu acho que se servimos de exemplo, se as pessoas se expirarem em nós, para ir em busca dos sonhos, por que não? Acho que vale a pena. Que você tem que correr riscos se quer ser feliz e chegar em um objetivo", disse a atleta que ficará mais uma semana de férias no Brasil, matando saudades da família, e que espera voltar em 2016 para disputar os Jogos Olímpicos.

"Depois desse Mundial, estou com um gostinho de quero mais. Essa sétima posição não desceu. Então vou treinar para estar aqui e disputando a medalha, e quem sabe fazendo uma final com uma brasileira em casa, em 2016. Vamos ver como vai ser", finalizou a emocionada judoca.

Terra

Para Luxemburgo, primeiro objetivo do Flu é fugir da degola no Brasileiro

Fred tenta passar por David no Serra Dourada Foto: Carlos Costa / Futura Press

Fred tenta passar por David no Serra Dourada

Com a eliminação na Copa do Brasil, o Fluminense tem em seu calendário apenas a disputa do Campeonato Brasileiro. Em uma situação desconfortável na competição, o técnico Vanderlei Luxemburgo afirmou que o objetivo do clube nesse momento é se afastar da zona do rebaixamento e a manutenção na primeira divisão.

A campanha tricolor na Série A 2013 é bastante irregular. O time conseguiu apenas 18 pontos em 16 jogos e ocupa o 15º lugar. O atual campeão brasileiro ronda a zona do rebaixamento, com três pontos a mais que a Ponte Preta, hoje primeiro clube no grupo dos quatro que serão rebaixados.

Sem sucesso no Estadual, Copa Libertadores e Copa do Brasil, a última oportunidade para salvar a temporada é o Brasileiro. No entanto, o técnico Vanderlei Luxemburgo revelou que os objetivos do clube tricolor são discretos e mira a permanência na primeira divisão.

"O Fluminense está em um processo de final de temporada, agora temos o Campeonato Brasileiro para a gente recuperar, estamos em uma zona complicada, com 18 pontos, temos que avançar. É terminar a temporada e ver o que vamos fazer no ano que vem, tenho contrato até o fim do ano e a nossa obrigação é manter o Fluminense na primeira divisão e tentar agora, que é a única chance que falta, conseguir algo melhor no Campeonato Brasileiro", frisou.

O time carioca volta a campo pelo Nacional no próximo sábado, às 21h (de Brasília), no Maracanã, diante do rival Santos pela 17ª rodada.

Terra

Primeira fase da Champions tem Barcelona x Milan e Real Madrid x Juventus

Em sorteio realizado na tarde desta quinta-feira, em Praga, na República Tcheca, a Uefa definiu os oito grupos da temporada 2013/14 da Champions League. Entre as chaves, o destaque fica para o grupo H, que não chega a ser da 'morte', mas reunirá 16 títulos, com Barcelona (4), Milan (7), Ajax-HOL (4) e Celtic-ESC (1).

Outro grupo que chama atenção é a chave B, com Real Madrid e Juventus, disputando duas vagas ao lado de Galatasaray-TUR e Copenhaguen-DIN. O outro grande duelo entre espanhóis e italianos na Champions é uma reedição da final da temporada 1997/98, quando os merengues levaram a melhor sobre o time de Turim.

Já uma das chaves mais equilibradas definidas pelo sorteio tem apenas um campeão. Vencedor em 1997 e atual vice-europeu, o Borussia Dortmund divide o grupo F com Arsenal, que também já foi vice da Champions; Olympique de Marselha, da França; e o Napoli, da Itália.

Dos times que iniciam a maior competição de clubes da Europa cotados para o título, quem deu mais sorte foi o PSG, que dividirá a chave C com Benfica-POR, Olympiacos-GRE e Anderlecht-BEL. O caminho do Chelsea também não parece complicado no grupo E, com Schalke 04-ALE, Basel-SUI e Steua Bucareste-ROM.
A primeira rodada da fase de grupos está prevista para o próximo dia 17 de setembro. A grande decisão da Champions acontece em 24 de maio de 2014, no Estádio da Luz, em Lisboa.

Veja todos os oito grupos da Champions League 2013/14:

GRUPO A

Manchester United
Shakhtar Donetsk
Bayer Leverkusen
Real Sociedad

GRUPO B

Real Madrid
Juventus
Galatasaray
Copenhaguen

GRUPO C

Benfica
Paris Saint-Germain
Olympiacos
Anderlecht

GRUPO D

Bayern de Munique
CSKA
Manchester City
Viktoria Pilsen

GRUPO E

Chelsea
Schalke 04
Basel
Steaua Bucareste

GRUPO F

Arsenal
Olympique de Marselha
Borussia Dortmund
Napoli

GRUPO G

Porto
Atlético de Madri
Zenit
Austria Viena

GRUPO H

Barcelona
Milan
Ajax
Celtic

ESPN

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Chefe da Ferrari diz que preferência é manter Massa para 2014

Massa tem 84 pontos de desvantagem para Fernando Alonso na temporada Foto: Getty Images

Massa tem 84 pontos de desvantagem para Fernando Alonso na temporada

Em meio a vários rumores sobre sua saída da Ferrari, Felipe Massa ganhou um apoio muito importante para a sequência na temporada. Stefano Domenicali, chefe da equipe italiana, declarou que sua preferência é manter o brasileiro como dupla de Fernando Alonso para 2014.

"Todo mundo quer pilotar para a Ferrari. Temos que esperar e ver. Minha escolha favorita seria, é claro, manter Felipe. Ele é um cara muito bom, muito dedicado ao time, e quanto você olha ao redor, não há tantos pilotos lá fora que você troque e eles correspondam imediatamente", disse Domenicali.

O contrato de Massa termina no fim desta temporada. O piloto terá que provar dentro da pista que ainda merece permanecer na escuderia italiana. Atualmente, ocupa a sétima colocação com 67 pontos - 84 de desvantagem para seu companheiro de equipe, Fernando Alonso.

"Precisamos de bons resultados de Felipe. É por isso que não nos apressaremos em tomar a decisão certa para a equipe. Assim que estivermos com a mente feita, anunciaremos oficialmente para silenciar os rumores de uma vez por todas", finalizou Domenicali.

Terra

Gramados de estádios da Copa perdem o verde e preocupam para 2014

Trabalhador acerta o gramado do Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, antes da Copa das Confederações Foto: Ueslei Marcelino / Reuters

Trabalhador acerta o gramado do Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, antes da Copa das Confederações

O gramado visto nos jogos da Copa das Confederações deixou de ser verde e sem falhas em algumas arenas, menos de dois meses após o fim da competição. O fato virou alvo de preocupação do técnico da Seleção Brasileira e motivo de alerta para a Copa do Mundo de 2014.

A realização de shows, o excesso de partidas e a colocação da grama em cima da hora por causa de atraso nas obras, entre outras razões, estão por trás das falhas vistas nos campos dos Estádios Maracanã, Mané Garrincha (Brasília) e Arena Pernambuco nos jogos realizados por times brasileiros desde o fim da competição preparatória para o Mundial.

O gramado do estádio de Brasília, que já havia recebido críticas pelo estado apresentado no jogo Brasil x Japão, que abriu o torneio em junho, é o que chama mais atenção. Ao vivo na arquibancada ou em imagens transmitidas pela televisão, as falhas espalhadas por todo o campo são gritantes, principalmente dentro das áreas.

"Hoje não está no padrão da Copa do Mundo", reconheceu o direto-executivo do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo (COL), Ricardo Trade, ao ser questionado sobre a situação do campo do Mané Garrincha.

O problema da grama no estádio mais caro do Mundial, que custou mais de R$ 1,2 bilhão, tem como origem o atraso nas obras da arena. O gramado só tinha 18 dias de plantio quando recebeu o primeiro jogo, enquanto especialistas afirmam que seriam necessários ao menos 45 dias entre o fim da instalação e o primeiro toque de bola no campo.

Além disso, o gramado não tem recebido descanso desde então. Atraído pelo bom público e pela renda alta - o estádio é o líder desses quesitos no Campeonato Brasileiro -, o Mané Garrincha tornou-se a "casa" do Flamengo e também recebeu partidas de Botafogo, Vasco e Santos.

Na semana passada, o técnico da Seleção Brasileira, Luiz Felipe Scolari, telefonou ao governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), para expressar preocupação com a situação do campo onde o Brasil enfrentará a Austrália em um amistoso em 7 de setembro e pediu uma redução no número de partidas no local.

Felipão expressou no telefonema "preocupação que a partida da Seleção Brasileira ser realizada num gramado ruim tenha repercussão negativa para o País", a nove meses da Copa do Mundo, de acordo com a assessoria do treinador. No entanto, o estádio está com a agenda cheia.

"O campo do Mané Garrincha recebe os cuidados necessários para estar em condições adequadas de receber partidas como as do Campeonato Brasileiro de Futebol, tanto que tem agenda de jogos cheia para os próximos meses e atrai cada vez mais clubes interessados em disputar partidas em Brasília", disse o governo do DF, responsável pelo estádio, em nota.

Falha no visual ou deixa a desejar?
Apesar de reconhecer o problema, o COL tem influência limitada sobre os estádios fora do período em que estão cedidos para o Mundial. "Nós temos feito recomendações aos responsáveis pelos estádios sobre os cuidados que precisam ser tomados, mas não podemos interferir na administração. Os estádios têm seus donos e nós não podemos decidir o que vai ser feito", disse Trade.

O excesso de jogos também é problema no Maracanã, que passou a concentrar partidas dos times do Rio, uma vez que o Engenhão foi fechado, em março, por problemas na estrutura da cobertura. Apenas nesta semana, serão disputados três jogos em cinco dias no campo, que foi criticado pelos ex-técnicos da Seleção Brasileira Dunga e Vanderlei Luxemburgo.

"Eu tenho que ir fazendo as coisas que o gramado pede independentemente dos jogos", disse Flávio Piquet, sócio da empresa Greenleaf, responsável pelo gramado do Maracanã e de mais seis estádios da Copa do Mundo. "Esse visual com um pouco de falha, na verdade, é uma resposta ao que o próprio Luxemburgo falou. Nós passamos uma máquina que retira o excesso de grama. O que importa é que a bola está rolando perfeita", acrescentou.

Mas, segundo Dunga, o problema não fica apenas no visual. "Tem que lembrar que quem dá o espetáculo são os atletas, e o gramado está deixando a desejar", disse o treinador após uma partida de seu atual time, o Internacional, no Maracanã.

Já na Arena Pernambuco, o problema não é bola rolando em excesso. O local, que praticamente só tem jogos do Náutico, foi palco de uma maratona musical de 12 horas no início do mês, que deixou suas marcas no gramado.

Em casos como esse, um outro problema que surge para os gramados é a falta de luz do sol, que seria fundamental para a recuperação da grama. Por exigência da Fifa, quase 100% dos torcedores precisam ficar protegidos da chuva no estádio, o que resultou em arenas com coberturas maiores, que dificultam a entrada do sol.

Apesar dos contratempos, a empresa responsável pelos gramados garante que um período de 60 dias sem jogos e com cuidado intensivo garantiriam a qualidade dos campos para o Mundial de 2014. O prazo previsto para isso, no entanto, é bem menor - aproximadamente um mês. "A gente gostaria de 60 dias. Na Copa das Confederações, falaram em 30 dias e não aconteceu. Estamos pedindo 60 para conseguir 30", disse o sócio da Greenleaf.

Entre as sedes da Copa das Confederações, os campos de Salvador, Fortaleza e Belo Horizonte estão em boas condições, de acordo com a empresa, que também responde pelos gramados dessas arenas. Para os seis estádios que ainda passam por obras, a Fifa disse estar confiante na qualidade do gramado, uma vez que as obras têm prazo de conclusão em dezembro deste ano - seis meses antes do início do Mundial.

Terra

Willian veste camisa 22 no Chelsea e diz: "meu sonho era jogar aqui"

Contratado por R$ 118,5 milhões, Willian foi oficializado no Chelsea e disse que equipe foi sempre sua primeira escolha Foto: Chelsea FC/Facebook / Divulgação

Contratado por R$ 118,5 milhões, Willian foi oficializado no Chelsea e disse que equipe foi sempre sua primeira escolha

Após acertar todos os detalhes e ser dado como certo no Chelsea, Willian foi finalmente oficializado na equipe londrina. Através de seu site oficial, o time anunciou, nesta quarta-feira, a contratação do meia brasileiro, que vestirá a camisa 22 e disse estar realizando um sonho ao ser jogador do time de Stanford Bridge.

"Eu sempre acompanhei o Chelsea. Todas as vezes que vinha a Londres, tentava assistir a um jogo do clube, porque meu sonho era jogar aqui. Finalmente ele se tornou realidade", declarou Willian, que chegou a fazer exames médicos no Tottenham Hotspur após acertar sua saída do Anzhi Makhachkala, da Rússia.

Porém, de última hora, o Chelsea enviou uma proposta de 37 milhões de euros (R$ 118,5 milhões), superior à do rival (que oferecera R$ 94 milhões), e conseguiu levar um dos destaques do Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, na última Liga dos Campeões da Europa. "Quando a oferta do Chelsea chegou para mim, não pensei em nada. Só disse para mim mesmo que viria para cá. E por isso estou feliz agora, o Chelsea sempre foi minha primeira escolha", completou.

Na equipe inglesa, Willian será comandado pelo português José Mourinho, treinador polêmico e, segundo alguns atletas, de difícil convivência. Para o brasileiro, no entanto, a experiência de trabalhar com o técnico bicampeão europeu será importante para sua carreira.

"Será um imenso prazer trabalhar com o José Mourinho, ouví-lo e aprender com ele. Tenho certeza que vou crescer profissionalmente e já estou ansioso para o treinamento. Por tudo o que ganhou, ele é um dos melhores técnicos do mundo. Vou aprender muito com ele e evoluir como jogador de futebol", elogiou.

Por fim, questionado se a transferência para o Chelsea trará, como consequência, uma possível lembrança de Luiz Felipe Scolari para as próximas convocações da Seleção Brasileira, Willian disse que isso é consequência. Ainda admitiu que deseja jogar a Copa do Mundo de 2014, no Brasil, mas ressaltou que, antes, é necessário fazer um bom trabalho no clube.

"Ganhar meu espaço na Seleção Brasileira e ser convocado para a Copa do Mundo não depende de mim. Eu vou trabalhar forte pelo Chelsea para mostrar do que eu sou capaz. E eu tenho certeza que um possível chamado será consequência. Isso se aplica a qualquer jogador: Se você trabalha duro e tem boas atuações pelo seu clube, ganhará oportunidade na seleção; Aí, terá que agarrá-la com as duas mãos", encerrou o meia, que, no Chelsea, terá a concorrência de Oscar, Hazard, Mata, De Bruyne, Ramires e Schurrle.

Terra

Zenit volta a vencer Paços de Ferreira e garante vaga na fase de grupos

Zenit confirmou o favoritismo e avançou à próxima fase

Zenit confirmou o favoritismo e avançou à próxima fase

Assim como na primeira partida, disputada em Portugal, o Zenit não encontrou dificuldades, derrotou novamente o Paços Ferreira, pelo placar de 4 x 2, e garantiu uma vaga na fase de grupos da Liga dos Campeões.

A equipe russa abriu 3 x 0 com Danny, duas vezes (aos 29 do primeiro tempo e aos três do segundo) e Bukharov, aos 21 minutos da etapa complementar. Um minuto mais tarde, Manuel Jose fez o primeiro gol dos portugueses. Arshavin, de pênalti, marcou mais um para o Zenit, aos 34. Carlão tornou a eliminação menos vexatória aos 38 minutos, ao marcar o segundo do Paços Ferreira.

Com a nova vitória, o Zenit conseguiu o placar agregado de 8 x 3 e confirmou o favoritismo apontado antes do confronto.

Com a missão cumprida e a classificação garantida, o Zenit agora aguarda o sorteio da Uefa nesta quinta-feira, que definirá os grupos da edição 2013/2014 da principal competição continental do futebol.

Placar

Ribeirão-pretano conquista 7º lugar em Pan-Americano de Atletismo

Convocado pela CBAt (ConfederaçãoBrasileira de Atletismo), o atleta Fernando Carvalho Ferreira, do ProjetoAtletismo e Cidadania, desenvolvido pela AAARP (Associação dos Amigos doAtletismo de Ribeirão Preto), apoiado pela SME (Secretaria Municipal deEsportes), conquistou a 7ª colocação no Campeonato Pan-Americano de Atletismode Juvenis (até 19 anos), na prova de salto em altura, com a marca de 2,05metros. A competição – a mais importante da categoria no ano de 2013– aconteceu de 23 a 25 de agosto, em Medellín, na Colômbia.

Segundo o coordenador do ProjetoAtletismo e Cidadania, Sidnei Avelino dos Santos, Ferreira é mais um atleta queconquistou a possibilidade de participar de um campeonato internacional peloprograma, além de possuir grandes chances de manter-se entre os dois melhoresda modalidade. Atualmente, ele ocupa a 1ª posição doranking brasileirode juvenis da CBAt em salto em altura, a 4ª posição na categoria Sub-23 e a 6ªcolocação na categoria adulta. Seu melhor resultado foi alcançado no torneio daFederação Paulista de Atletismo, realizado em Campinas, em abril deste ano. Naocasião, ele saltou 2,13 metros de altura. “Se Ferreira tivesse repetidoesse feito no Campeonato Pan-Americano, teria conquistado a medalha debronze”, ressalta Santos.

Milagre do Verbo Agência de Comunicação

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Em estreia no US Open, Ivanovic atropela tenista da Geórgia

A sérvia Ana Ivanovic estreou com segurança na chave feminina do US Open, nesta terça-feira. Ex-líder do ranking mundial, ela precisou de apenas uma hora de partida para derrotar a georgiana Anna Tatishvili por 2 sets a 0, com parciais de 6/2 e 6/0.

Bela tenista sérvia estreou com facilidade no US Open Foto: AP

Bela tenista sérvia estreou com facilidade no US Open

Na segunda rodada em Nova York, Ivanovic tem pela frente a vencedora do duelo entre a americana Varvara Lepchenko e a romena Alexandra Dulgheru, que se enfrentam também nesta terça-feira.

Outra atleta a estrear no US Open com tranquilidade foi a russa Maria Kirilenko, 17ª colocada do ranking mundial, que passou pela belga Yanina Wickmayer também em sets diretos. A tenista de Moscou marcou 2 a 0, com parciais de 6/1 e 6/1, em apenas 59 minutos de partida.

Na segunda rodada, Kirilenko enfrenta a vencedora do jogo da grega Eleni Daniilidou e da portuguesa Michelle Larcher De Brito.

Já a checa Klara Zakopalova , que chegou ao US Open como 31ª favorita ao título, acabou eliminada logo em sua estreia. Ela foi surpreendida pela taiwanesa Su-Wei Hsieh, que marcou 6/3 e 6/3, e agora enfrenta a italiana Camila Giorgi, algoz da eslovaca Jana Cepelova com duplo 6/2.

Terra