terça-feira, 30 de setembro de 2014

Nadal vence Gasquet e Djokovic segue perfeito em Pequim

Rafael Nadal teve um retorno enfático às quadras em um jogo de simples ao atropelar o francês Richard Gasquet no Aberto da China, nesta terça-feira, enquanto o tenista número um do mundo, Novak Djokovic, manteve seu retrospecto perfeito em Pequim.

O espanhol Nadal, número dois do mundo e jogando sua primeira partida de simples em três meses após uma lesão no punho, ampliou seu retrospecto contra Gasquet para 13-0 com uma vitória de 6-4 e 6-0, após Djokovic ter vencido o espanhol Guillermo García-Lopez por 6-2 e 6-1.

Uma quebra de saque conseguida por Nadal no terceiro game o colocou a caminho da vitória no primeiro set, mas ele ainda precisou salvar um break point com um ace quando sacava para fechar a parcial.

Gasquet foi quebrado de novo no primeiro game do segundo set, quando Nadal jogava com confiança, e o espanhol acertou os tradicionais winners de forehand para fechar a vitória na primeira rodada.

O último jogo de simples de Nadal antes de Pequim fora a derrota nas oitavas de final de Wimbledon para o australiano Nick Kyrgios.

Na segunda-feira, ele disputou um jogo de duplas ao lado do compatriota Pablo Andújar, mas a parceria espanhola foi derrotada pelo tcheco Tomas Berdych e o norte-americano John Isner.

Nadal vai enfrentar o qualifier alemão Peter Gojowczyk na segunda rodada, depois que o jogador número 122 do mundo derrotou Ivo Karlovic por 6-4, 2-6 e 7-5.

Djokovic ficou menos tempo longe das quadras, mas pareceu estar mais enferrujado no início do jogo com García-Lopez em seu primeiro jogo no circuito da ATP desde a derrota para Kei Nishikori na semifinal do Aberto dos EUA, neste mês.

O sérvio trocou quebras de saque nos primeiros games contra García-Lopez, antes de se impor na partida e conquistar sua 20ª vitória em 20 jogos em Pequim, onde já conquistou quatro títulos.

UOL Esporte

Judô brasileiro vai do sumô ao jiu-jitsu pelas medalhas olímpicas














Charles Chibana pesa apenas 66kg, mas usa o sumô em sua preparação

O judô é um esporte de tradições centenárias. A influência externa costuma ser rejeitada e regras são alteradas para manter a pureza da luta. Em 2008, por exemplo, uma mudança foi feita para afastar a modalidade da luta olímpica, após uma onda de sucesso de atletas que usavam mais agarrões às pernas, típicos do wrestling, do que golpes tradicionais.

Nesse contexto, quem olha para a preparação da seleção brasileira da modalidade, principal aposta de medalhas do país para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, pode se surpreender: o time tem atletas treinando luta olímpica, levantamento de peso e até mesmo jiu-jitsu e sumô.

Achou estranho? Os atletas acham normal. Olhe o exemplo de Charles Chibana. Aos 25 anos, ele é o número 1 do mundo na categoria meio-leve, para atletas com até 66kg. E sabe qual a sua luta "importada"? O sumô.

Desde criança, ele treina o sumô de Okinawa, modalidade criada na província do sul do país asiático que usa conceitos parecidos com os do sumô tradicional, mas com uma diferença: enquanto no tradicional, o objetivo é empurrar o rival para fora da área de luta, em Okinawa você deve derrubar o adversário.

"Justamente por você ter de derrubar o adversário, é preciso de muita força e equilíbrio. Eu luto desde o dez, 11 anos. Minha família veio de Okinawa e é uma tradição por lá. Disputei alguns campeonatos aqui, quando criança, e até hoje me ajuda muito", conta.

No último domingo, por exemplo, sua vitória veio com um golpe que usava bastante a base conquistada na luta irmã: no Desafio Brasil x Japão, disputado em um teatro em São Paulo, ele conseguiu o ippon ao levantar o japonês Jumpei Morishita e projetá-lo no chão. "Hoje, uso o que aprendi no sumô principalmente nos aquecimentos. Mas percebo que o que aprendi me faz ficar preparado para enfrentar atletas fortes do leste europeu e do norte da Ásia, criados em países em que lutas assim são muito populares", completa.

Outra arma que vem sendo usada é a luta olímpica, que já foi barrada anteriormente. Após os Jogos Olímpicos de 2008, o judô passou a restringir golpes usando a pegada nas pernas do rival. O objetivo era se distanciar das lutas olímpica e greco-romana, em que as projeções e imobilizações tem muito mais a ver com força do que com as alavancas, como no judô. O uso da modalidade, porém, não foi abandonado, mas adaptado. "Hoje, usamos muito a luta olímpica para melhorar a defesa. Muitas posições ajudam a evitar golpes", conta Rafael Silva, peso pesado (+100kg).

Até mesmo o jiu-jitsu, luta aperfeiçoada no Brasil pela família Gracie e que tem origem no próprio judô, ganhou destaque na preparação recentemente. Desde o início da temporada, os juízes estão permitindo mais tempo de luta no chão do que anteriormente. E os treinamentos de neowaza (as técnicas de solo) voltaram a ganhar importância.

"Antes, o comando para levantar era muito rápido. A arbitragem não entendia ou não levava em consideração muitas das técnicas de chão. Hoje, eles deixam a luta correr mais. Por isso, treinávamos muito mais a luta em pé. Isso mudou e o atleta precisa se cuidar mais no chão. E o jiu-jitsu entra nessa situação. Muitas das passagens de guarda do jiu-jitsu são usadas", analisa o técnico da seleção brasileira, Luis Shinohara.

Essa união de modalidades é vista com simpatia pela Confederação Brasileira. "Existem muitas lutas que podem ser usadas. Na luta greco-romana, no sumô, no sumô da Mongólia (modalidade parecida com o sumô de Okinawa), os golpes são muito parecidos com os do judô. Só precisam de ajustes para serem usados", fala Shinohara. "Estamos bastante atentos ao que pode ser usado de outras modalidades, analisando sempre as características dos judocas para isso. O que não podemos é forçar um atleta a usar uma ferramenta nova com a qual ele não vai se adaptar", completa Ney Wilson, coordenador da CBJ.

UOL Esporte

Ex-potência, Cuba fica na lanterna no Mundial. Economia e política explicam
















Melissa tem apenas 14 anos e comandou a seleção cubana no Mundial

A antes temida seleção cubana de vôlei terminou o Mundial feminino na última colocação. Com apenas um set vencido em sua bagagem, o país teve uma campanha igual ao modesto time de Camarões, que foi batido por equipes reservas de Brasil e Sérvia.

Com restrições do governo cubano, que só permite que atletas que morem na ilha façam parte da seleção, a equipe chegou à Itália recheada de jovens jogadoras. A média de idade da seleção foi de 20 anos, a menor do torneio.

A atleta mais experiente, Dairilys Perez, tinha somente 24 anos. Já a mais nova, Melissa Vargas Abreu, 14 anos. Curiosamente, ela foi a única jogadora a se destacar na seleção, como a maior pontuadora de Cuba e a 15ª da primeira fase.

"Essa foi, definitivamente, uma grande experiência, mesmo que a gente não tenha conseguido seguir para a segunda fase ou ganhar uma única partida. Nós usamos a chance como um aprendizado e para melhorar", disse a atleta ao site da competição.

Na década de 90, o Brasil sofreu nas mãos das cubanas, como no Mundial de 1994, quando a seleção brasileira perdeu a final em casa. Mas, para quem acha que o treinador José Roberto Guimarães fica aliviado com a queda de Cuba, o técnico lamenta o que aconteceu no vôlei cubano.

"Complicado porque a gente sabe que essas jogadoras que estão fora do país são grandes jogadoras, se juntassem, Cuba seria uma das melhores equipes do mundo. Mas isso é uma determinação do governo cubano. Aí acontece isso. Eles estão jogando com time extremamente jovem, daqui a pouco pode acontecer a mesma coisa com essas jovens de ficarem dois anos sem jogar. Eu acho que como força de vôlei é uma pena que isso esteja acontecendo", disse o técnico brasileiro.

Ana Moser, que esteve em quadra em muitos duelos contra as cubanas na década de 90, também compartilha da ideia do treinador.

"Cuba tem problemas econômicos e políticos e só tem conseguido se destacar em uma ou outra modalidade. É uma grande pena, pois acabam perdendo uma excelente geração de jogadores, tanto no masculino quanto no feminino. Não é problema de dirigente corrupto ou incompetente. É uma situação política. Lógico que gostaria de ver Cuba bem novamente, disso não tenho dúvida. Seria muito bom", completou a ex-jogadora.

Entre as atletas que poderiam defender a seleção cubana e não estão por atuarem em equipes fora da ilha aparece Daymi Ramirez, que defenderá o Praia Clube na próxima temporada da Superliga. Rosir Calderón e Nancy Carrilo, que estão no vôlei europeu, são outras ausências.

Cuba terminou o Mundial com derrotas por 3 a 0 para Bélgica, China, Japão e Porto Rico. Apenas contra o Azerbaijão, conseguiram ganhar um set.

UOL Esporte

Cúpula corintiana vê risco de Mano pedir demissão



A cúpula do Corinthians não digeriu o discurso da comissão técnica de que o time está em formação e que isso justifica a campanha nada empolgante no Brasileirão. A avaliação é de que com nove meses de trabalho a equipe deveria render bem mais. Até porque o único pedido de Mano Menezes não atendido foi a contratação de Nilmar.

Mas, apesar da insatisfação, o desejo é de que o treinador continue, como disse Mário Gobbi em entrevista coletiva nesta segunda. Porém, existe o receio da direção do clube de que Mano, incomodado com a pressão, principalmente por parte da torcida, entregue o boné, se a situação não melhorar. Por menos ele pediu demissão no Flamengo, com três meses de trabalho, alegando que não conseguiu passar o que pensa sobre futebol para o grupo.

Aos olhos da cúpula alvinegra, Mano, apesar de negar,  já acusa o desgaste provocado pelas cobranças, o que é interpretado como risco de um pedido de demissão. Esse diagnóstico justifica o apoio dado a ele por Gobbi e pelos jogadores na segunda. Nesse cenário, a partida com o Atlético-MG, pela Copa do Brasil, nesta quarta, em Itaquera, ganhou ainda mais importância.

Ter que trocar de treinador agora seria um transtorno para o clube, apesar de Tite estar dando sopa. Se a mudança for feita apenas no final do ano, Gobbi pode, por exemplo, consultar as principais lideranças políticas sobre o novo técnico. O Corinthians terá eleição para presidência no começo de 2015. Um grupo de conselheiros defende a antecipação para dezembro de 2014 a fim de facilitar o planejamento da equipe.

Outra preocupação é com a possibilidade de os jogadores sentirem o esgotamento do comandante e perderem a confiança nele, algo que não foi detectado até aqui. O que é dada como praticamente certa é a saída de Mano em dezembro, quando termina seu contrato.

UOL Esporte

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Fiba ignora falhas, aprova Mundial e planeja versão maior no Brasil em 2015















O regulamento confundiu os clubes e foi trocado horas antes da final, o público não chegou a ser dos melhores e uma invasão generalizada após a vitória do Flamengo deixou a segurança do campeonato em xeque. Tudo isso, no entanto, não foi levado em conta pela Federação Internacional de Basquete (Fiba) na hora de fazer uma análise geral do Mundial Interclubes realizado no último fim de semana, no Rio de Janeiro. Tanto que a entidade já pensa em repetir e ampliar a competição em 2015.

Satisfeita com o torneio deste ano, a Fiba iniciou as conversas com a Liga Nacional de Basquete - parceira na edição de 2014 - para organizar o torneio. A ideia da Federação, apresentada em conversas nos últimos dias, é que o campeonato do próximo ano tenha quatro equipes: campeão das Américas, campeão da Europa, campeão da Ásia e campeão do país-sede (no caso, o Brasil) ou da África.

Ainda não se sabe, no entanto, em qual cidade o Mundial Interclubes, chamado pela Fiba neste ano de Copa Intercontinental, seria realizado. Rio de Janeiro, palco da final deste ano, e São Paulo, que recebeu o evento em 2013 - vencido pelo Olympiacos (Grécia) -, largam na frente da disputa.

A ideia é embrionária, mas já agradou membros do alto escalão da Federação Internacional. E a justificativa não é apenas técnica, mas também financeira. Tudo porque a realização do torneio no Brasil acabou saindo "barato" para a Fiba.

Como a Liga Nacional de Basquete conseguiu uma verba pública de R$ 800 mil através da Lei de Incentivo ao Esporte para custear o evento,  a Federação Internacional não teve tantas. E é justamente essa estratégia de financiamento que as partes decidem repetir para 2015.

A boa relação entre Liga Nacional e Fiba foi celebrada no intervalo da final do último domingo. O diretor de relações institucionais da LNB, Kouros Monadjemi, entregou uma placa comemorativa ao secretário-geral da Fiba, Alberto Garcia. Os dois esperam estar juntos novamente em 2015.

UOL Esporte

Fla conquista apenas 6 pontos em 21 e renova alerta contra queda



O Flamengo teve oportunidades, mas ainda não desgarrou da parte de baixo da tabela no Campeonato Brasileiro. A derrota para o Bahia por 2 a 1 fez o Rubro-negro completar quatro jogos sem vitória. Dos últimos 21 pontos disputados, o time só conquistou seis e renovou o alerta contra o rebaixamento.

Antes do revés para o Grêmio por 1 a 0 no dia 6 de setembro, a equipe vinha de cinco vitórias consecutivas. A partir daí, os cariocas disputaram sete jogos. Foram três derrotas (Grêmio, Goiás e Bahia), três empates (Palmeiras, Fluminense e São Paulo) e apenas um triunfo (Corinthians).

O baixo aproveitamento freou a reação no Brasileirão sob o comando de Vanderlei Luxemburgo. A diferença é de seis pontos para o primeiro time da zona de rebaixamento - o Palmeiras está em 17º lugar, com 25 pontos. O Flamengo tem 31 pontos e ocupa a 12ª colocação.

"O Flamengo é assim. Vamos do céu ao inferno em três, quatro jogos. Acho que está dentro de uma normalidade. Temos uma gordura para queimar, mas precisamos terminar essa fase difícil da competição. Temos o Santos em casa, Figueirense fora, Cruzeiro... Agora, a Copa do Brasil pela frente para ver o que fazer", afirmou o técnico Vanderlei Luxemburgo.

Na próxima rodada, o Flamengo enfrenta o Santos, sábado, às 16h20, no Maracanã. Antes, porém, o Rubro-negro ainda encara o América-RN, quarta-feira, às 22h, na Arena das Dunas, pela primeira partida das quartas de final da Copa do Brasil.

A delegação segue nesta segunda-feira para Natal e realiza apenas um treinamento antes do compromisso pelo torneio eliminatório. Com uma lesão na coxa direita, o zagueiro Wallace está praticamente fora do confronto. A tendência é a de que Chicão e Samir formem a dupla de zaga. O volante Cáceres e o atacante Alecsandro retornam depois de cumprirem suspensão automática.

UOL Esporte

Arbitragem só anota pênaltis claros, mas vacila feio ao anular gol do Goiás














A arbitragem do Campeonato Brasileiro, finalmente, passou uma rodada sem marcar (ou deixar de fazê-lo) pênaltis claros. Ponto positivo. O problema é que, ao mesmo tempo, os homens do apito fecharam o fim de semana com um erro crasso no jogo entre Santos e Goiás, cujo comando era de Héber Roberto Lopes.

O lance aconteceu dois minutos depois do Santos fazer 2 a 0. Esquerdinha tentou de longe, a bola bateu no travessão e entrou muito no gol do Santos, mas bateu no chão e saiu. Para confirmar, David, que estava impedido, colocou para dentro de cabeça. Foi aí que o quinteto comandado por Héber Roberto Lopes decidiu anular a jogada, alegando impedimento.

O erro chama atenção pelo posicionamento de Ricardo Marques Ribeiro, auxiliar que estava atrás do gol. Como é possível ver na imagem abaixo, ele está de frente para a bola quando ela entra na meta santista, e mesmo assim não aponta que foi gol.

Um detalhe inusitado do auxiliar em questão é que ele estava trabalhando menos de 24 horas depois de ter sido o árbitro principal do jogo entre São Paulo e Fluminense, no Morumbi, que ocorreu no sábado.

Na escala da CBF, é possível ver que dos seis responsáveis (juiz, dois bandeirinhas, dois auxiliares e o quarto árbitro) pela arbitragem dos dois jogos, quatro trabalharam dobrado. Héber, árbitro principal no domingo, foi auxiliar de fundo no sábado, enquanto Ricardo Marques Ribeiro fez o caminho inverso. Cleisson Veloso Pereira, auxiliar de fundo no Morumbi, foi quarto árbitro no Pacaembu, trocando de posto com Renato Cardoso da Conceição.

O erro foi a nota triste de uma arbitragem que fazia um fim de semana quase perfeito após uma semana turbulenta. Na última quarta, o chefe de arbitragem da Fifa, Massimo Busacca, corrigiu a CBF na aplicação da regra da "mão na bola", dizendo que a orientação dada era diferente da aplicação que vinha sendo feita pela confederação.

Sérgio Correa, diretor de arbitragem da CBF, rebateu que a entidade só estava seguindo uma indicação de Sergio Larrionda, ex-árbitro que palestrou para os brasileiros como oficial da Fifa. A confusão expôs os juízes, que ficaram no centro da polêmica e falaram em paralisar o campeonato. A ameaça foi feita pela Anaf (Associação Nacional de Árbitros de Futebol), por meio de nota oficial no site do órgão.

Neste fim de semana, os pênaltis, grande dilema dos juízes, não foram uma pedra no sapato. Ao todo, foram marcados três nos dez jogos da rodada do Brasileirão. Em todos, os árbitros não foram questionados.

UOL Esporte

Brasil termina 1ª fase na liderança, mas começa 2ª atrás de rival. Entenda

A vitória do Brasil sobre a Sérvia serviu para a seleção de José Roberto Guimarães garantir a liderança da primeira fase do Mundial. Mas, mesmo assim, a equipe começará atrás do Estados Unidos a próxima fase.

Isso acontecerá porque na segunda fase do Mundial, que começa na próxima quarta-feira, mantém três dos cinco resultados da primeira fase. Assim, as partidas que o Brasil teve contra as equipes que também são classificadas permanecerá valendo para o novo grupo.

Como o Brasil venceu a Turquia, quarta classificada da sua chave, por 3 sets a 2, a equipe acabou deixando um ponto pelo caminho. Já os EUA venceram todos os seus confrontos sem a necessidade do tie-break.

A classificação para o início da segunda fase mostra os EUA com nove pontos, o Brasil com oito, a Rússia com seis e a Sérvia com cinco. Holanda e Bulgária com três, Turquia com dois e o Cazaquistão zerado completam o grupo.

"Sempre preocupa (ter um ponto a menos), desde o início. Eu acho que a gente vai ter Cazaquistão depois Holanda, que está jogando muito bem, então nós temos que construir pontos, fazer pontos exatamente para a gente tentar ampliar essa vantagem. Depois temos de nos preparar para a Rússia e EUA. Esse crescente também é bom para gente", disse José Roberto Guimarães.

Nesta fase, os dois grupos se enfrentarão. Ou seja, o Brasil terá pela frente Cazaquistão, Holanda, Rússia e EUA. O treinador brasileiro ressaltou a dificuldade que russos e americanos, tidos como principais adversários, terão pela frente.

"Outra coisa é que Estados Unidos e Rússia vão pegar os adversários que nós pegamos aqui, que alguns deles ainda, nessa situação, têm chance. São jogos que os caras vão ter de correr para depois pegar Sérvia e Brasil. Eles também tem uma parada difícil", completou.

A estreia brasileira será na próxima quarta-feira contra o Cazaquistão. Os EUA enfrentarão a Turquia, a Rússia duela contra a Bulgária e a Sérvia pega a Holanda.

UOL Esporte

Defesa do São Paulo vira "peneira" e time vive pior fase no ano

13 gols sofridos em seis jogos no returno do Campeonato Brasileiro. A defesa do São Paulo atravessa terrível momento e fez a equipe chegar ao pior momento na temporada.

Essa é a segunda vez no ano que o São Paulo atinge quatro jogos sem vitória. A diferença é que na outra ocasião, em fevereiro, a equipe teve três empates, a mesma quantidade de derrotas no jejum deste momento.

A marca defensiva do São Paulo no returno do Brasileiro só não é pior que a do Palmeiras, que tem 14 gols sofridos, sendo seis em um único jogo –diante do Goiás -. Em números gerais, o time do Morumbi tem a 17ª pior defesa da competição, com 33 gols sofridos.

Na sequência atual de quatro jogos sem vitórias, o rendimento do sistema defensivo do São Paulo pode ser apontado como o principal culpado. Foram 11 gols sofridos, o que resulta em média de quase três por partida. O ataque marcou seis vezes.

A única vez em que o São Paulo passou o segundo turno ileso foi na vitória diante do Cruzeiro por 2 a 0 no Morumbi.

"Temos problemas que precisamos corrigir. O momento não é bom, é verdade, mas vamos trabalhar para não repetirmos erros. Aqui não tem culpa de ataque ou defesa. É o time coletivamente que precisa melhorar", avisou o treinador interino do São Paulo, Milton Cruz.

No primeiro turno, o São Paulo sofreu 20 gols, em 19 jogos. A média de gols foi de quase 1 por jogo. O rendimento defensivo no returno piorou tanto, que a média em comparação entre os turnos dobrou. 

"Ficamos muito aquém do que podemos fazer. Estamos numa sequência importante de não vitória. Temos de nos acertar e lutar pelo que resta. É difícil explicar essa falta de rendimento. Temos de ter tranquilidade para continuar o trabalho e esperar as coisas melhorarem", destacou Kaká.

UOL Esporte

sábado, 27 de setembro de 2014

Paixão pelo Botafogo anima atletas no Brazil Run Series/Circuito Caixa em Ribeirão Preto


















Time do interior paulista, que comemora 96 anos no mesmo dia da corrida noturna, 11 de outubro, terá representantes entre os corredores

Uma corrida noturna com toda a vibração das torcidas de futebol. Assim será a segunda prova noturna do Brazil Run Series/Circuito de Corridas CAIXA, que chega a Ribeirão Preto em 11 de outubro, mesmo dia em que o Botafogo paulista celebra 96 anos de história. A disputa contará com a presença maciça do Botafogo Runners, equipe de corredores que leva o nome do time.

"Nós completamos dois anos agora em julho, e já temos mais de duzentos atletas. Somos a maior equipe nas principais corridas de Ribeirão Preto, como a da CAIXA", orgulha-se Fabiane Vega, fundadora da equipe junto com o irmão, Alexandre, médico do time do Botafogo de Ribeirão Preto. "Um diferencial nosso é o grupo de caminhada, que é a porta de entrada de muitas pessoas sedentárias. Elas começam caminhando, e depois passam a correr. O fato de levar o nome do time também ajuda, há vários torcedores que começam a correr conosco por amor ao Botafogo."

Para os torcedores-corredores, o Brazil Run Series/Circuito de Corridas CAIXA terá um clima especial de comemoração. "Como a prova coincide com o aniversário do time, optamos por não realizar a corrida que geralmente fazemos para comemorar a data. Vamos fazer uma confraternização no domingo", diz Fabiane, responsável pela administração e marketing da equipe. A prova noturna também deve servir como preparação para o principal objetivo do Botafogo Runners na temporada 2014, a Corrida Internacional de São Silvestre. "Queremos levar um número recorde de atletas para São Paulo."

Gerações de torcedores na corrida - José Renato Marques, 62 anos, foi criado numa família em que a paixão pelo Botafogo de Ribeirão Preto vem de várias gerações. "Minha mãe, Isabel, tem 86 anos e não perde um jogo do time", conta o atleta. "E também vai torcer por mim em todas as corridas, sempre com a bandeira do Botafogo na mão."

José ingressou no Botafogo Runners cerca de dois meses depois da criação da equipe, levado pelos filhos Davi, 33 anos, e Dalton, 32, também torcedores do time. O filho mais velho, Daniel, é o único que não corre. Em seu primeiro treino, perdeu o fôlego depois de apenas 500 metros de corrida. "Ali eu vi como estava mal, e passei a estabelecer metas para mim. Primeiro, correr um quilômetro direto, sem andar. Depois, dois quilômetros, e assim por diante", conta.

O primeiro desafio, em 2013, foi a Corrida do Trabalhador Maria Zeferina Baldaia, em Sertãozinho, cidade vizinha a Ribeirão Preto. Dali por diante, foi contaminado pelo esporte e não parou mais de correr. Uma das provas de que se recorda com carinho especial é a corrida de aniversário do Botafogo, também em 2013, onde ficou com a medalha de bronze na categoria da sua faixa etária. "Este ano eu não estou com o mesmo condicionamento do ano passado, porque sofri uma contusão pouco antes da São Silvestre. Além disso, sou representante comercial de uma empresa de brinquedos, viajo muito, o que me deixa pouco tempo para treinar. Mas corro pela alegria, pelo bem-estar", explica José.

Na prova do Brazil Run Series/Circuito de Corridas CAIXA em Ribeirão Preto, José terá mais uma vez a companhia dos dois filhos. Também contará com a torcida da mãe e dos três netos. Todos torcedores do Botafogo.

Inscrições - Para garantir uma vaga na prova do interior paulista, os atletas devem acessar o site oficial do evento, www.circuitocaixa.com.br, e pagar a taxa de R$80,00. Participantes acima de 60 têm desconto de 50% até o final do período de inscrições, em 5 de outubro.

Local Comunicação

Brasileiros do Chelsea marcam e dão show em vitória no Inglês

O Chelsea arrasou o Aston Villa neste sábado em meio a grande exibição de três atletas nascidos no Brasil: Willian, Oscar e Diego Costa. O trio marcou uma vez cada no triunfo por 3 a 0 dentro de casa pelo Campeonato Inglês.

A vitória manteve o Chelsea na liderança da competição, com 16 pontos em seis jogos.

A equipe de José Mourinho aliou eficiência e precisão nos passes e tabelas.

O gol marcado por Diego Costa retratou o que foi o Chelsea neste sábado. Willian e Hazard tabelaram pelo lado esquerdo, envolvendo a zaga adversária. No cruzamento, o brasileiro naturalizado espanhol Diego Costa marcou de cabeça.

Melhor em campo, William participou dos três gols, sendo autor do último deles, aproveitando rebote de chute de Diego Costa. 

UOL Esporte

Indicado por Nenê, ala do Flamengo encaminha retorno à NBA após Mundial

Destaque da seleção brasileira no Mundial de basquete e grande nome do Flamengo para a disputa do Mundial Interclubes contra o Maccabi Tel Aviv, de Israel, neste final de semana, o ala Marquinhos está muito perto de deixar o clube da Gávea nos próximos dias. Indicado pelo pivô Nenê, o jogador encaminha seu retorno à NBA para atuar no Washington Wizards.

Em fase avançada, as negociações estão em andamento desde que Marquinhos retornou do Mundial da Espanha e podem ser concretizadas após a disputa deste domingo, contra os israelenses, na Arena da Barra da Tijuca. O acerto é conduzido por um agente italiano, apresentado ao jogador após a competição na Europa

Inicialmente, o ala de 30 anos acertaria um contrato de 1,5 milhão de dólares por um ano, podendo o time de Washington renovar por mais uma temporada ao valor de 2 milhões de dólares, totalizando 3,5 milhões de dólares - R$ 8,4 milhões.

E o Washington Wizards não foi a única franquia a procurar com Marquinhos e seus representantes. O New Orleans Pelicans, time da cidade onde Marquinhos atuou em sua primeira passagem na NBA - 2006/2007, também chegou a conversar com o ala do Flamengo, mas não houve um avanço.

Com o acerto, Marquinhos será o oitavo brasileiro a atuar na NBA na temporada 2014/2015. Além dele, Tiago Splitter (San Antonio Spurs), Leandrinho (Golden State Warriors), Nenê (Wasington), Anderson Varejão (Cleveland Cavaliers), Faverani (Boston Celtics), Lucas Bebê e Bruno Caboclo (os dois últimos no Toronto Raptors) estarão em quadra.

Comunicada por Marquinhos da decisão de voltar aos Estados Unidos, a família do ala já procura, inclusive, escola para suas filhas - Beatriz e Maria Eduarda - em Washington.

Ciente da negociação avançada, o Flamengo evita comentar o assunto e só deve se pronunciar sobre o caso após a partida de domingo.

Mesmo vivendo grande fase e liderando o time rubro-negro em quadra, Marquinhos terá que lutar bastante para não deixar o clube em baixa. Na última sexta, após o primeiro confronto contra o Maccabi, o ala gerou grande polêmica por um comentário contra companheiros e técnico, gerando revolta na torcida.

"Não achei que o Neto [técnico] fez as melhores opções. Ele tem que colocar em quadra quem ele conhece. Eles [reforços] não entraram bem", cutucou o camisa 11.

Após a derrota por 69 a 66 na primeira partida, Marquinhos e o Flamengo precisam de uma vitória por quatro pontos para ficar com o título Mundial no domingo. Em caso de vitória por três pontos, o Rubro-negro só conquistará a taça caso marque 70 ou mais pontos (triunfo por três pontos de diferença com o Fla fazendo 68 ou menos dá o título ao Maccabi). Em caso de um 69 a 66 para o Flamengo no tempo normal, o troféu será decidido na prorrogação.

UOL Esporte

Mundial de vôlei vira 'caso de polícia'. Ao menos para Sérvia e Camarões














As seleções de Sérvia e Camarões tiveram um meio de transporte inusitado em Trieste, local em que as equipes disputam a primeira fase do Mundial de vôlei feminino. A organização do torneio colocou ambos os times para circularem pelas ruas com ônibus da penitenciária.

O veículo que traz a inscrição "polizia penitenziaria", na lateral e na frente, conta com a bandeira dos dois países no para-brisa. As equipes utilizam o ônibus tanto para ir para os treinos como para as partidas.

Apesar de ser inusitado, a utilização dos ônibus não foi um improviso. Pelo menos é o que garante o Comitê Organizador Local de Trieste.

"O Comitê Olímpico Nacional da Itália (INOC, sigla em italiano) colabora constantemente com a polícia e outras forças armadas. Quase todos os atletas membros da INOC são financiados por uma das forças armadas para sua atividade desportiva. Uma vez que existe essa parceria, a polícia ofereceu a entidade alguns ônibus gratuitamente", disse a Secretaria do Comitê Organizador Local em nota.

Procurado pela reportagem para comentar o transporte, o responsável pelo departamento de comunicação da Sérvia disse que a equipe não viu problema nisso e que não reclamaria a troca do veículo só por "não ter gostado da cor". No caso das camaronesas, como fizeram em quadra, elas também apenas se divertiam ao entrar no ônibus.

Enquanto isso, as outras seleções que também jogam em Trieste, como a brasileira e a turca, usam um ônibus de turismo para os deslocamentos dentro da cidade italiana.

UOL Esporte

Fifa esconde os seus podres, mas determina transparência para clubes

Em uma semana, cúpula da Fifa implantou medida para dar mais integridade às negociações de jogadores, e decidiu manter escondidas as investigações sobre corrupção de seus principais cartolas. A entidade máxima do futebol proibiu a participação de investidores em direitos de atletas. Ao mesmo tempo, negou-se a divulgar o relatório de apuração sobre as escolhas das Copas da Rússia-2018 e Qatar-2022.

Os dirigentes do Comitê Executivo da Fifa estiveram reunidos durante a semana em Zurique no encontro semestral para decidir questões do futebol mundial. Entre os temas, estavam a regulação das transferências, e a eleição do país árabe para sediar a Copa.

Jornais ingleses mostraram dados que indicam compra de votos de membros do mesmo comitê executivo para favorecer o Qatar. O investigador do comitê de ética da Fifa, Michael Garcia, já concluiu suas apurações sobre as irregularidades. E pediu que todas as cerca de 400 páginas em informações fossem reveladas para o público.

“Por conta do limitado papel do presidente da Câmara de Adjudicação do Comitê de Ética, Hans-Joachim Eckert (que julgará o caso), em perspectivas futuras, acredito que é necessário que o Comitê Executivo autorize a publicação apropriada do relatório'', afirmou Garcia, que já foi procurador nos EUA.

Quatro membros do Comitê Executivo da Fifa fizeram declarações similares para pressionar pela divulgação dos documentos. Foram os vice-presidentes da entidade, Ali Bin Al Hussein, Jim Boyce e Jeffrey Webb, além do integrante da cúpula Sunil Gulati.

Não foram ouvidos pelos seus colegas. Em seu documento sobre o assunto, a Fifa afirmou: “o Comitê Executivo pediu que o princípio da confidencialidade seja respeitado'', de acordo com o código de ética. A decisão sobre punições a cartolas será tomada em novembro pelo Comitê de Adjudicação da Fifa. Pelo cenário atual, um limitado número de informações sobre o julgamento será público.

Quantos aos clubes de futebol, a postura da federação internacional foi bem diferente. No mesmo documento, a Fifa falou em manter a integridade do jogo e dos atletas com o veto dos investidores em direitos de jogadores. Um dos membros do Comitê Executivo, e presidente da UEFA, Michel Platini disse que a decisão era muito positiva para a “transparência''. Em resumo, na federação internacional, a regra é expor as entranhas dos outros, e esconder os próprios males.

UOL Esporte

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Suspensão do STJD não vale nada para diretor cruzeirense. Ele está na ativa














Alexandre Mattos foi suspenso por 120 dias devido a ofensas a bandeirinha


A suspensão de 120 dias imposta pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) ao diretor de futebol do Cruzeiro, Alexandre Mattos, por ofensas à bandeira Fernanda Colombo, acabou na última quinta-feira (25). Porém, na prática, a punição pouco afetou a rotina do dirigente celeste, que se viu impedido de dar entrevistas, participar de eventos oficiais, assinar documentos e frequentar o vestiário.

Embora estivesse privado dessas atividades, Alexandre Mattos manteve a sua rotina quase que normalmente durante os 120 dias. Ele participou de negociações, acompanhou os treinamentos quase diariamente e fez viagens pelo Cruzeiro.

Condenado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) no dia 28 de maio pelas críticas severas à assistente de arbitragem Fernanda Colombo, o dirigente participou de cinco contratações do Cruzeiro. Na negociação envolvendo o zagueiro Manoel, por exemplo, ele recebeu o empresário do jogador, Neco Cirne, em Belo Horizonte, e depois foi a Curitiba fechar a contratação e buscar o atleta, no dia 2 de junho.

Também encabeçou as negociações para o acerto com Marquinhos, que pertence a Traffic e foi colocado no clube pela empresa, e de Neilton, depois de longas tratativas com Hamilton Bernard, empresário do atleta. Os dois foram anunciados no dia 5 junho.

A apresentação dos três atletas ocorreu no dia 16 do mesmo mês e foi feita pelo presidente Gilvan de Pinho Tavares, já que Alexandre estava impedido de ir a eventos oficiais. No mesmo dia a assessoria de imprensa informou a provável saída de Wallace, que viria a se concretizar um pouco depois, em negociação que também contou com a participação do dirigente.

As conversas para a permanência do atacante Willian na Toca da Raposa, que foi adquirido do Metalist por 3,5 milhões de euros, também tiveram atuação do cartola cruzeirense junto ao empresário do camisa 25, Eduardo Uram, responsável por intermediar o negócio com os ucranianos.

Mattos também esteve envolvido na negociação para a chegada de Breno Lopes à Toca da Raposa. O acerto com o atleta do Paraná foi anunciado no dia 16 e a apresentação cinco dias depois, pelo gerente de futebol Valdir Barbosa, que assumiu esse papel de aparecer nos compromissos oficiais.

Valdir também passou a ser mais requisitado para dar entrevistas e responder publicamente pelos assuntos envolvendo o departamento de futebol. Contudo, ele garante que as tarefas não aumentaram em razão disso e seguiu dividindo muitas tarefas com o diretor de futebol.

"Não aumentou nada (o trabalho). As coisas caminham de forma natural. Ele não pode comparecer ao vestiário, participar de situações oficiais do clube, mas nada que o impede de trabalhar normalmente na área administrativa como um funcionário comum", disse Valdir.

UOL Esporte

Erro em inscrição tira melhor ginasta do Brasil de disputa no Mundial














Brasileira Angélica Kvieczynski faz apresentação com as fitas na ginástica rítmica do Pan de 2011

Angélica Kvieczynski, melhor brasileira na ginástica rítmica, não participou tanto quanto podia do Mundial da modalidade, disputado na Turquia. Por um "erro de inscrição", a atleta paranaense participou somente das disputas de arco e bola, quando poderia ter tentado medalha com apresentações de maças, fita e no geral individual.

As competições aconteceram entre terça e quinta desta semana. Angélica compôs a equipe brasileira individual ao lado de Natalia Gaudio e da estreante Andressa Jardim. As duas últimas se apresentaram com todos os aparelhos. Já Angélica, teve de ficar na torcida.

"Tem muita gente questionando a minha não participação nos quatro aparelhos e eu me sinto na obrigação de esclarecer as dúvidas. Realmente fui inscrita somente em dois aparelhos, vou ficar fora da competição do geral! Houve uma pequena confusão na hora da inscrição, pois o regulamento mudou esse ano. Eu já entendi o que aconteceu, espero que todos entendam. Isso acontece, afinal, somos humanos, né?", escreveu Angélica Kvieczynski em sua página no Facebook.

A atleta não dá mais detalhes de qual foi o erro, nem mesmo de quem teria sido a culpa. Em um comentário feito em outro post, ela trata o caso como um "erro de inscrição".

Nos aparelhos em que competiu, Angélica conseguiu se destacar. Com notas 15.725 e 15.541 nas bolas e no arco, respectivamente, ela se deu melhor que suas colegas de equipe, que não passaram de 14 pontos em ambos. Além disso, ela foi elogiada pela FIG (Federação Internacional de Ginástica).

"Angélica está limitada a bola e arco aqui no Mundial, mas realmente deu tudo que pôde nas duas", escreveu a entidade. Ainda assim, ela passou longe das finais, terminando na 38ª e 35ª colocações nas bolas e no arco, respectivamente. 

UOL Esporte

Ficou muito fácil guiar um Fórmula 1. FIA quer dificultar pilotagem













Presença de pilotos menores de 18 anos, caso de Max Verstappen (foto), evidencia maior facilidade no manejo de um Fórmula 1, avalia o ex-piloto Alain Prost


Saudosistas entendem que guiar um Fórmula 1 em décadas anteriores era missão para pilotos tarimbados e conhecedores de mecânica. A FIA (Federação Internacional de Automobilismo) reconhece que a tecnologia facilitou a pilotagem para a nova geração e busca maneiras de dificultar o manejo dos carros.

Na visão da FIA, a presença de pilotos cada vez mais jovens evidencia a existência de uma Fórmula 1 "versão fácil".

Para isso, representantes da categoria iniciaram estudos para encontrar formas de endurecer a pilotagem. A Autosport afirma que o assunto será debatido nas próximas reuniões da entidade e que mudanças poderão ser efetivadas em 2016.

Preliminarmente, a direção da categoria analisa mudanças na aderência dos pneus, dimensão do carro e desempenho aerodinâmico.

Chefes de equipe acreditam que a popularidade da Fórmula 1 tem caído, entre outras coisas, por perder o rótulo de "carro difícil de guiar".

O russo Daniil Kvyat, da Toro Rosso, por exemplo, tem 20 anos. Para a próxima temporada, a escuderia apresentará Max Verstappen, que tem 16 anos.

O ex-piloto Alain Prost é um dos que considera a atual F-1 mais fácil.

"Eu não sei o que vai acontecer com o Max Verstappen, mas a verdade é que ele será capaz de conduzir o carro sem problemas. Isso não era possível no meu tempo. Os carros eram muito difíceis de conduzir".

UOL Esporte

Seleção feminina não tem a confiança nem da CBB para jogar Mundial














Na Olimpíada de Londres, Brasil ficou apenas com a nona colocação

O conceito básico para se formar uma seleção brasileira é reunir num só time as melhores jogadoras do país, no melhor da forma física e técnica, com um lastro de experiência em competições internacionais. Qualidades que podem fazer o Brasil disputar um Campeonato Mundial de qualquer modalidade com condições de ir longe e, quem sabe, até disputar um título.

Mas para a CBB (Confederação Brasileira de Basquete) são essas características que faltam à seleção brasileira feminina adulto de basquete que disputa, a partir deste sábado, 27, o Mundial, na Turquia. A equipe nacional entra com um time formado por nove estreantes em Mundial, entre 12 convocadas. A armadora Adrianinha, a ala-pivô Damiris e a pivô Érika são as veteranas do elenco. 

Às que participam de uma competição desta envergadura pela primeira vez faltam "experiência internacional e preparo físico e técnico para acompanhar o treinamento que já integram a equipe principal". É o que oficializou à Secretaria Nacional de Esporte de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, em Brasília, a CBB. A justificativa foi utilizado para pedir uma verba de R$ 5.092.960,32 em forma de convênio com a pasta. O documento está disponível na internet e pode ser acessado via Portal da Transparência do governo federal. Nele, a CBB é categórica em afirmar: "Que a falta de experiência internacional deixe de ser uma das principais carências demonstradas pelas jogadoras que ingressam na equipe pela primeira vez. (...) Que a falta de preparo físico e técnico das novas jogadoras deixe de ser limitantes ao desenvolvimento completo da equipe nacional".

O ministério concordou com o argumento e liberou a verba. A última parcela foi depositada na conta da CBB em junho, no valor de R$ 2.618.973,32. O dinheiro foi utilizado para disputar amistosos na Europa e bancar as passagens e hospedagens da delegação brasileira na Turquia durante o Mundial. Nesta campanha de preparação, o Brasil disputou oito amistosos, perdeu sete. Um pouco antes, havia conquistado o título sul-americano, atuando contra seleções de pouca expressão no cenário mundial.

A demanda ao ministério é de setembro de 2012, pouco mais de um mês após o fiasco da seleção feminina nos Jogos de Londres, quando terminou na 9ª colocação, segunda pior performance em seis participações olímpicas - a mais inexpressiva ocorrera em Pequim-2008, com a 11ª posição. Dois anos se passaram desde o pedido da CBB, mas a carência permanece.

"Não penso em dar medalhas, mas sim deixar uma geração pronta. O que mais preciso é que nossas meninas tenham experiência internacional. Este Mundial será um indicativo para saber onde poderemos chegar. É o primeiro grande teste para sabermos do nosso potencial. Ainda não conseguimos ter uma avaliação precisa deste time", previu Luiz Augusto Zanon, treinador da seleção, ao UOL Esporte, quando perguntado sobre a argumentação do documento. "Se jogarmos no máximo de nossa capacidade, poderemos disputar seis ou sete jogos. Mas pode também bater aquele nervosismo no time, perder os três primeiros jogos e ser eliminado", avaliou o treinador.

Para efeito de comparação de postura e mentalidade, a seleção da Sérvia, que disputa um Mundial pela primeira vez em sua história, conta com oito atletas com 25 anos ou menos, mesma quantidade que o elenco do Brasil. Mas a ideia por lá lembra muito pouco a que é pregada por aqui.

"Temos jogadoras novas e nosso time é bem forte. Essas meninas estão adquirindo experiência internacional", afirmou em entrevista coletiva Ana Jokovic, vice-presidente da federação de basquete da Sérvia. A equipe está no Grupo D, ao lado da super favorita seleção dos Estados Unidos, além de China e Angola.

O que põe cores ainda mais fortes no atual quadro do basquete feminino nacional é o fato de se celebrar agora, em 2014, os 20 anos do inédito título Mundial, na Austrália, com uma geração de atletas incríveis como Magic Paula, Hortência, Janeth e Marta. Aquele time vencedor também era recheado de novatas, como Alessandra, Cintia Tuiú, Helen, e tinha 22 anos de média de idade, três a menos que a média desta seleção, que entra em quadra sem a mesma confiança de 20 anos atrás.

No Mundial da Turquia, a seleção, bronze no continental do ano passado, no México, está no Grupo A e mandará seus jogos em Ancara, capital turca, contra o Japão, atual campeão asiático, a Espanha, campeã europeia, e República Tcheca, atual vice-campeã mundial e adversária na estreia. Os três primeiros avançam de fase.

UOL Esporte

Preparação para Copa de 2014 em Cuiabá terminará no final de 2015














Trens do VLT de Cuiabá estão na cidade, mas só funcionarão totalmente em 2016


É legado da Copa: jogo em arena com gramado "padrão Fifa" tem 37% mais gols
A Copa do Mundo acabou há dois meses, mas o governo de Mato Grosso ainda trabalha em projetos para o torneio. O Estado ainda mantém sua Secopa (Secretaria Extraordinária para a Copa do Mundo) e acompanha a construção de uma das obras mais caras do Mundial: o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) de Cuiabá.

O trem urbano custará quase R$ 1,5 bilhão e deveria estar pronto desde maio. Meses antes da Copa, contudo, sua entrega foi adiada para dezembro. Agora, o cronograma da construção passou por uma nova modificação. Segundo a Secopa, o VLT só estará concluído no final de 2015. Ou seja, a operação mesmo só em 2016.

Cercada de polêmicas e suspeitas de corrupção, a obra do VLT começou em agosto de 2012 e chegou a ser interrompida mais de uma vez pela Justiça a pedido do Ministério Público. Ainda em 2012, o UOL Esporte revelou que a obra foi contratada por meio de uma licitação cujo resultado havia sido previamente combinado.

Apesar de tudo isso, a obra foi adiante. O processo de desapropriação de terrenos necessários para abrir espaço para o VLT, no entanto, atrasou. Isso fez com que a Secopa adiasse por mais uma vez a inauguração do VLT.

Segundo a Secopa, os trâmites para a desapropriação dos imóveis necessários para a construção do VLT também começaram em 2012. No entanto, trâmites judiciários para que o Estado consiga o controle dos terrenos no caminho do VLT têm demorado mais que o esperado. Com os processos correndo na Justiça, o ritmo da construção foi comprometido. "O prazo foi recalculado e o cronograma de execução estabelecido para 2015", informou o órgão.

O governo de Mato Grosso estima que 362 imóveis tenham que ser desapropriados por causa da obra do VLT. Até agora, só 290 já passaram para o controle do Estado.

Ao todo, o governo espera gastar R$ 100 milhões com todas as desapropriações do VLT (esse valor não está incluído nos R$ 1,5 bilhão para a obra do trem). Só R$ 35 milhões foram já foram pagos.

Viaduto interditado

Vale lembrar que, apesar de a conclusão do VLT ter sido adiada, algumas partes do projeto já foram entregues. Um viaduto que servirá como uma pista de retorno sobre o traçado do trem urbano foi concluído há seis meses. Entretanto, ele apresentou falhas em sua estrutura e foi interditado.

De acordo com a Secopa, as próprias empresas que construíram o viaduto verificaram a "necessidade de serviços de reestruturação da obra". O trabalho deve durar quatro meses e será integralmente arcado pelas construtoras.

UOL Esporte

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Da logo o peixe para o Cruzeiro!

Em terra de futebol que é comandada pela CBF e arquitetada pelos feitos “maravilhosos” da arbitragem, o Campeonato Brasileiro é um feito a parte. Não vemos nada de muito interessante, os jogos acabam sendo decididos em lances “legais” para o árbitro e já vamos caminhando para a reta final da competição. Digno do jeitinho brasileiro.

Claro que não podemos se desfazer da grande caminhada do Cruzeiro rumo ao bi brasileiro. A equipe faz jus à liderança, mesmo sem grandes estrelas (que para nós tem nomes como Neymar, Fred, Pato e Cia limitada). Um ou outro jogador que já tem uma carreira famosa (vitoriosa é outros 500) como Éverton Ribeiro, Dagoberto e o goleiro Fábio se destacam no time. 

Não quero desmerecer ninguém. Todos ali citados têm suas qualidades, mostram um futebol diferenciado e moderno, digno do Brasileirão. No entanto, ficamos nisso mesmo: a tão pedida renovação, depois do fiasco na Copa do Mundo, não seria resgatar velhos conhecidos, mas criar e promover novos jogadores, dar um foco maior as bases (a Copa São Paulo faz isso, mas é a única mais divulgada). Não adianta apostar em jogadores que comem a bola em seus clubes e viram meros covardes na seleção. 

E então chegamos à rodada desse meio de semana. São Paulo empata (no duvidoso), Corinthians perde (nada em especial) e Cruzeiro vence (idem). Quer rodada melhor que essa para dar o peixe logo para o time mineiro? E esqueçam: não resolve ficar reclamando da arbitragem. Aguarde que a hora do benefício para seu time (time “grande”) chega. A minoria, desfavorecida, fica na dependência de bons jogadores, técnico e dirigentes. Sem dúvida, com as administrações que temos em times de tradição e as dividas monstruosas que cada um tem vamos sim conseguir alavancar qualquer time. Só que não. 

Estou esperando o dia que ainda vou gritar com orgulho do futebol do Brasil. Por enquanto, é um jogo de empurra-empurra, com diversos marqueteiros e bons de lábia. Estão do seu lado até o momento que é lucrativo. Depois, hum...

Novo percurso é a novidade do Brazil Run Series/Circuito de Corridas Caixa em RP















Segunda prova noturna da competição, em 11 de outubro, deve ser mais rápida, com largada em frente ao Liceu Albert Sabin, na Vila do Golf


Depois de trocar o dia pela noite em Ribeirão Preto, colocando os atletas para correr ao por-do-sol no ano passado, o Brazil Run Series/Circuito de Corridas CAIXA leva mais uma novidade ao interior paulista, em 11 de outubro. Os percursos de 5 km e 10 km da prova, totalmente reformulados, terão largada na Av. Luiz Eduardo Toledo Prado, em frente ao Liceu Albert Sabin, na Vila do Golf, bairro nobre da cidade.

O novo trajeto, ainda pouco explorado, com apenas três corridas já realizadas no local, animou os atletas de Ribeirão Preto. "O pessoal gostou da novidade. É uma região com vias largas e pouco trânsito, o que fará a corrida fluir melhor", define Evandro Lazari, técnico da equipe de corrida Pacer. O cenário dominado pelos campos de golfe que dão nome ao bairro e condomínios, deve ser um atrativo a mais para os competidores.

E quem busca velocidade também pode comemorar. Com menos variações de altitude em relação ao percurso utilizado até 2013, o novo trajeto deve proporcionar uma prova um pouco mais rápida. "A primeira parte tem algumas subidas, como nos quilômetros 5 e 6, mas depois é só descida", garante Evandro. "O ideal é começar de forma mais conservadora, para soltar o ritmo na segunda metade da corrida."

Inscrições - Para garantir uma vaga na prova do interior paulista, os atletas devem acessar o site oficial do evento, www.circuitocaixa.com.br, e pagar a taxa de R$80,00. Participantes acima de 60 têm desconto de 50% até o final do período de inscrições, em 5 de outubro.

Local Comunicação

Kaká se recusa a comentar arbitragem, mas diz "um dia pode errar a favor"



No domingo, diante do Corinthians, o São Paulo sofreu com um pênalti polêmico marcado a favor do rival. Nesta quarta, teve uma penalidade inexistente – fora da área – marcada em seu favor diante do Flamengo.

Assim como no domingo, Kaká também não quis comentar o lance desta quarta, mas admitiu que os erros às vezes são contra, às vezes a favor.

"Eu vi que bateu na mão dele. Mais uma vez, não comento arbitragem. Um dia pode errar a favor. Não acredito que eles entrem para prejudicar algum time", disse o meia.

Alan Kardec lamentou o empate, apesar de ressaltar o que, dadas as circunstâncias (a equipe tinha um homem a menos – Michel Bastos foi expulso) o resultado não foi ruim.

"É complicado explicar. Estamos saindo de mais uma partida sem vitória. Até que foi bom esse um ponto. Infelizmente, do jeito que foi hoje, um ponto foi importante. Temos posse de bola, controle, mas não saímos", disse o atacante.

Com 43 pontos, o São Paulo perdeu a vice-liderança do Brasileirão para o Internacional. Agora, volta a campo no sábado, diante do Fluminense, no Morumbi.

UOL Esporte

Brasil passeia mais uma vez, bate Canadá e se classifica no Mundial















O Brasil está classificado para a segunda fase do Mundial feminino de vôlei. Mais uma vez, a seleção comandada por José Roberto Guimarães venceu com facilidade por 3 a 0, parciais de 25-14, 25-8 e 25-18, desta vez, o derrotado foi o Canadá.

Assim como havia acontecido na última partida, quando as reservas do Brasil bateram Camarões sem sustos, a equipe atropelou as canadenses nesta quinta-feira em Trieste, na Itália.

Como não existe a possibilidade de duas seleções passarem o Brasil pelos duelos entre elas, a equipe de José Roberto Guimarães já tem vaga garantida na próxima fase. O time volta à quadra no próximo fim de semana nos confrontos ante Turquia e Sérvia.

Fases do jogo:  O jogo começou até um pouco mais complicado do que se esperava. O equilíbrio prevaleceu até a primeira pausa técnica, mas, depois que o Brasil corrigiu os erros ofensivos, deslanchou no set e abriu uma larga vantagem. Do outro lado, o Canadá cometia muitos erros bobos, como um ponto dado à seleção brasileira pelo rodízio incorreto.

O ritmo se tornou ainda mais intenso no segundo set, e a diferença chegou rapidamente a dez pontos, 13 a 3. Enquanto as brasileiras seguiam pontuando, as canadenses literalmente batiam cabeça, como quando a líbero Tesca Andrew-Wasylik se chocou com Brittney Page.

E desta vez nada de desconcentração em nenhuma das parciais. O terceiro set teve o ritmo mantido, tanto é que as canadenses só marcaram ponto quando o duelo estava 4-0. Daí para frente, a partida virou praticamente um treino para a equipe titular brasileira.

Melhor: Jaqueline – Parece que a folga na segunda rodada deu uma energia a mais para a atleta brasileira. Seu desempenho na defesa foi quase perfeito e até chegou a pegar duas bolas em um mesmo lance. Para completar, ela ainda teve uma boa atuação ofensiva, saindo dos dois primeiros sets como a maior pontuadora.

Pior: Marcelle Shanice – Tanto na defesa de ataques como de saques brasileiros, a atleta sofria muito. As bolas passavam por seus braços sem ela perceber.

Para lembrar:

Horário das crianças. Pela primeira vez nesta edição, o Brasil esteve em quadra no horário em que a entrada é gratuita para as escolas de Trieste.

Óculos. A atleta Marisa Field chamou a atenção dentro de quadra ao entrar no jogo utilizando óculos.

UOL Esporte

Palmeiras segue sem patrocínio, mas sua arena caminha para fechar com o 10º















Enquanto o Palmeiras caminha para mais uma temporada sem patrocínio master para o seu uniforme, a Arena soma parceiros e patrocinadores. Antes mesmo do seu primeiro evento-teste, marcado para este sábado (27), o estádio já negocia para fechar com a 10ª empresa que marcará presença na nova casa alviverde.

As negociações são conduzidas pela WTorre, construtora responsável pela obra, e pela AEG, empresa norte-americana que cuida da gestão do local. O mais novo patrocinador é a Citroën, que comprou uma das cotas de patrocínio da arena.

Junta-se à montadora francesa de carros, outros parceiros: Allianz, Dilleto, Vilarta, Burguer King, Instapar, Dog Haüs e Gourmet Sports.

Além desses com os nomes já revelados, os responsáveis pelo palco de jogos já fecharam com uma cervejaria, mas estudam como divulgarão o acordo de uma forma que possa impactar o mercado da melhor forma possível.

Para fechar a lista com os 10 nomes, o Palmeiras aguarda também a assinatura com um banco. Além de patrocinador, essa empresa também fará ativações na arena, como colocar guichês de sua marca e, eventualmente, lançar pacotes de serviços e produtos com o nome da arena.

Vale lembrar que, para cada tipo de parceria firmada, uma porcentagem diferente é repassada ao Palmeiras. No caso da Allianz, que comprou os direitos de naming rights, por exemplo, o clube recebe 5% nos cinco primeiros anos. Depois, a verba vai aumentando conforme o tempo for passando.

Atualmente, o Palmeiras tem como parceiro de camisa a Tim e a Minds. A Brahma, a Coca Cola e a Adidas também constam no site da equipe como parceiros.

Para o patrocínio master, a diretoria espera mais facilidade para negociar com empresas estatais após a obtenção recente da Certidão Negativa de Débitos. No momento, no entanto, não há conversas em andamento com nenhuma empresa.

UOL Esporte

Cássio falha no fim, Corinthians perde para Figueirense e deixa o G-4

A oscilação do Corinthians no Campeoanto Brasileiro impressiona. O time que vinha de bela partida com vitória diante do rival São Paulo foi mal e perdeu para o Figueirense por 1 a 0, na noite desta quarta-feira, no Orlando Scarpelli, pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com a derrota, o alvinegro paulista cai para a quinta posição, com 40 pontos.

O time comandado por Mano poupo produziu durante o jogo. E teve como vilão o goleiro Cássio, que justamente era o melhor jogador da equipe até os 38 minutos do segundo tempo. Foi quando saiu o gol de Marcão após cobrança de escanteio em que o camisa 1 corintiano saiu mal do gol.

A improdutividade corintiana também afasta o time da liderança da competição. Agora, são 12 pontos de diferença para o líder Cruzeiro. O Figueirense é o 12º, com 29.

Na próxima rodada, o alvinegro paulista encara o Atlético-PR, domingo, às 16h, na Arena da Baixada. O Figueirense duela contra o Palmeiras, no mesmo dia, às 18h30, no Orlando Scarpelli.  

Fases do jogo

O primeiro tempo foi quase que todo dominado pelo Figueirense. A equipe catarinense levou vantagem em finalizações, 6 a 3, e criou as duas principais chances de gols. Ambas foram bem defendidas por Cássio. O goleiro corintiano foi o grande destaque da etapa.

Mano Menezes ainda tentou modificações no segundo tempo, mas seguiu vendo o time sendo extremamente improdutivo. Nem mesmo em lances de bolas paradas, o alvinegro ameaçava.

O curioso é que justamente segundos antes de sair o gol da vitória do Figueirense, o Corinthians teve a melhor chance quando Guerrero recebeu na grande área e acertou o travessão com um chute forte.

O melhor: Marcão – Teve pouco mais de 25 minutos em campo, mas arriscou jogadas individuais e foi premiado com o gol da vitória. 

O pior: Danilo – Jogou com a função de 10 e tinha a incumbência de fazer. Só que mal conseguiu tocar na bola. Sem velocidade para o contra-ataque, foi peça quase inútil do time.

Toque dos técnicos: Mano Menezes abriu Renato Augusto e Malcom pelas pontas, mas insistiu demais em só jogar no contra-ataque durante boa parte da partida. Errou ao colocar Danilo no meio, deixando o jogador quase que sem função na partida. Já Argel Fucks teve proposta mais ofensiva, com o time dominando o meio-campo. A equipe, no entanto, recuou no segundo tempo. 

Para lembrar:

Sai zica! O atacante Marcão fez o primeiro gol com a camisa do Figueirense. Ele comemorou bastante o fato de ter garantido a vitória do time e quebrado o jejum.

E agora? Em um ataque áereo do Figueirense, a bola toca no mão do meia do Corinhtians, Danilo, na área. A torcida reclamou muito pedindo pênalti, em lance que lembrou a infração assinalada pró Corinhtians com Antonio Carlos no clássico contra o São Paulo. O árbitro Ricardo Marques nada marcou. 

UOL Esporte

Paulinho é titular, mas Tottenham só vira após saída de brasileiro

Oscar fui um dos destaques do Chelsea na Copa da Liga Inglesa



















Paulinho foi titular do Tottenham nesta quarta-feira na partida contra o Nottingham Forest, da segunda divisão, pela Copa da Liga Inglesa. E foi o pior do time durante os 65 minutos em que atuou, com passes errados e prejudicando a criação da equipe. Com ele em campo, o time perdia por 1 a 0 e era eliminado. Sem, o Tottenham virou e se classificou para a quarta fase: 3 a 1 em casa.

Nos jornais ingleses que cobriram a partida e nas redes sociais, o brasileiro foi muito criticado, tendo sua atuação chamada de "horrível" e "desapontadora". Ele acabou sendo substituído por Harry Kane, que marcou o 3° da virada. Mason e Soldado marcaram os outros dois.

Apesar do sufoco, serve como "consolação" o fato de que o Nottingham é o líder da segunda divisão da Inglaterra: o Liverpool, por exemplo, precisou na última terça de 30 pênaltis para eliminar o Middlesbrough, 5° da mesma competição.

Pela mesma competição, o Manchester City teve mais facilidade: fez 7 a 0 no Sheffield Wednesday, atual 6° colocado da segunda divisão.

A goleada, porém, só foi formada na segunda etapa, após 0 a 0 no início do duelo. Lampard marcou duas vezes, assim como Dzeko. Jesus Navas, Yaya Touré e Pozo completaram a humilhação do pequeno Wednesday, que viu a situação degringolar após a expulsão de Zayatte antes do quarto gol.

Oscar marca e Chelsea avança

O Chelsea foi outro clube da primeira divisão a se classificar na copa da Liga nesta quarta: o brasileiro Oscar fez o gol da vaga na vitória por 2 a 1 sobre o Bolton.
Zouma havia aberto o placar para o Chelsea e Wills empatado. Oscar marcou o seu gol em um chute de fora da área, rasteiro, no canto direito do goleiro, aos 10 min. do segundo tempo.

UOL Esporte

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Atlético Mineiro e Santos brigam para encostar no G4 do Brasileiro

Atacante Carlos (foto) foi um dos destaques do clássico contra o Cruzeiro (Foto: Globo Esporte)















Nas partidas dessa quinta-feira (25) do Campeonato Brasileiro Série A, um dos confrontos pode definir quem se aproxima mais dos quatro primeiros colocados, para as vagas na Taça Libertadores de 2015. Atlético Mineiro e Santos se enfrentam a partir das 20:30 horas, no Estádio Independência, em Belo Horizonte, sonhando ainda com o G4.

Do lado mineiro, um motivo maior para o favoritismo em campo: a vitória em um jogo pegado e digno de clássico contra o Cruzeiro no fim de semana faz com que a equipe comandada pelo técnico Levir Culpi sonhe com conquistas maiores. Outro grande fator para a possível vitória é o fator casa: o Atlético no Horto é forte e ali foi palco de muitas vitórias.


No lado santista, o encaixe do time com a chegada do técnico Enderson Moreira está surtindo efeito. Atualmente, a equipe é a nona colocada, com 33 pontos, sete pontos abaixo da zona classificatória. A vitória em casa, no domingo, contra o Figueirense também anima os jogadores para levar os três pontos, agora longe da Vila Belmiro. 

F-Indy queria destruir último Drive In do Brasil. Brasília não permitiu















Um cinema ao ar livre, criado há mais de 40 anos e um dos últimos estabelecimentos do tipo na América Latina,virou tema de debate por causa da Fórmula Indy em Brasília. A cidade receberá uma etapa da categoria pela primeira vez em março de 2015, mas a corrida mobilizou a população. A possibilidade de demolição do Cine Drive In, que fica dentro da área do Autódromo Nelson Piquet, para criação de um estacionamento VIP e um trecho do paddock, criou uma corrente a favor do cinema.

O Drive In, lugar em que se pode assistir aos filmes de dentro do carro, está em extinção. O de Brasília foi criado em 1973, coexiste com o autódromo desde então, e é o último exemplar da América Latina em funcionamento. Estima-se que, mensalmente, cinco mil pessoas vão ao local aproveitar a atmosfera romântica de se assistir filmes como se fazia há 30, 40 anos. Muitos deficientes físicos também frequentam o Drive In, em razão das dificuldades de acesso aos cinemas de shoppings.

Uma campanha no site change.org foi iniciada em julho por um grupo chamado Urbanistas por Brasília formalizando um abaixo-assinado online contrário à demolição do cinema. Em cinco semanas, foram angariadas mais de 18 mil assinaturas, das quais cinco mil eram de moradores do Distrito Federal. "Nossa expectativa era ficar ali entre duas mil a três mil adesões, mas o movimento cresceu", comemorou Cristiano Nascimento, idealizador da corrente e integrante do grupo Urbanistas por Brasília.
"Foi uma campanha bem sucedida porque foi bem escrita, com uma boa atualização e muito direta. Por isso, nós também participamos da divulgação", explicou Graziela Tanaka, diretora de campanhas da Change.org, onde o abaixo-assinado circulou pela internet.

A obra para receber a Indy está prevista para começar em novembro deste ano e tem o orçamento inicial em R$ 300 milhões. Na quinta-feira da semana passada, integrantes do governo local, da TV Bandeirantes (que exibirá a prova) e da Indy promoveram uma coletiva de imprensa na qual anunciaram a demolição do kartódromo, vizinho ao Drive In, para a construção do estacionamento VIP e do novo paddock. Segundo o GDF (Governo do Distrito Federal), o cinema não será demolido, nem interditado e só passará por uma reforma: no asfalto.

O anúncio pegou a proprietária do Drive In de surpresa. Nem ela foi consultada sobre a necessidade de restaurar o piso abaixo da tela de mais de 300 metros quadrados. "Ali é só asfalto, só precisa pintar, não precisa trocar asfalto", afirmou Marta Fagundes, cuja história de vida se confunde com a do cinema.

Ela começou a trabalhar lá em 1975, dois após a fundação, como bilheteira. ajudando o pai, que era administrador do local. Em 1989, ela conseguiu juntar dinheiro e comprar o Drive In da pessoa que o fundou. Desde então, toca o negócio. Já enfrentou diversas crises, como a popularização do video-cassete, nos anos 80, e das TVs a cabo, nos 90. Ficou também surpresa com a sensibilização popular em torno do possibilidade de demolição. "Quando vi a planta do projeto da Indy em que não constava mais o Drive In, fiquei muito preocupada. Até recebi a visita de técnicos que vieram aqui [no cinema] estudar a viabilidade da demolição", relatou.

Mas, de acordo com o GDF, essa possibilidade jamais foi ventilada entre os organizadores e a campanha na internet pode ter sido movida por um boato ou mal entendido. "O Governo do DF sempre foi a favor da manutenção do Drive-In. Desde a concepção inicial, o projeto de reforma do autódromo teve como objetivo preparar o local para os grandes eventos do automobilismo, sem que estivesse prevista a remoção do Drive-In. A decisão já tinha sido manifestada pelo governo, antes mesmo da coletiva de anúncio da Fórmula Indy em Brasília, na última quinta-feira (18)", afirmou, por meio de nota, a assessoria de imprensa do GDF.

Tamanha repercussão serviu para tornar o Cine Drive In de Brasília mais popular. Na página do abaixo-assinado na change.org, diversas pessoas de outras cidades manifestaram o interesse em vir a Brasília para conhecer o Drive In, e não para assistir à inédita prova da Fórmula Indy. "Estou planejando para dezembro trocar o aparelho de exibição, que ainda é de película, por um de HD [alta definição de imagem]", previu Marta.

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Veteranos têm novas duplas para Brasil retomar hegemonia no vôlei de praia















Aquele velho cenário, com Estados Unidos e Brasil dividindo as medalhas nas competições mais importantes (Olimpíada inclusa) é coisa do passado. O momento do vôlei de praia é de um leque cada vez maior de países, principalmente da Europa, apresentando duplas competitivas. O problema disso tudo: nas contas do Brasil para chegar ao top10 da Olimpíada do Rio, a modalidade precisa garantir pelo menos três medalhas.

"Os países que não tinham tanta tradição vieram ao Brasil ou buscaram técnicos brasileiros para aprender e evoluir, há cinco, oito, dez anos. E aprenderam. Os italianos (Nicolai e Pupo) são treinados pelo Paulão, os alemães passavam o verão aqui no Rio de Janeiro no início dos anos 2000. O mesmo acontecia com suíços e tantos outros", explica Emanuel, o veterano do vôlei de praia brasileiro.

Aos 41 anos, ele tomou uma decisão corajosa: trocou de parceiro pela segunda vez em oito meses e retomou a dupla com Ricardo, que está com 39 anos. A parceria com Alison foi desfeita no fim do ano passado, para o que "Mamute" voltasse a morar e treinar no Espírito Santo, com Bruno Schmidt. A Emanuel sobrou Pedro Solberg, mas a parceria não deu resultado.

"Conversei com o Ricardo sobre a possibilidade e o interesse dele em voltarmos a jogar juntos. Tudo foi muito rápido. Conversei com o Pedro sobre o nosso time que, apesar do ambiente bom, dos treinos excelentes, não estávamos rendendo o que esperávamos, os resultados não estavam acontecendo, e concordamos que aquele era o momento de tentarmos coisas novas. Ricardo falou com o Álvaro (Filho) também e ficou tudo bem. Começamos a treinar dois dias depois", conta Emanuel.

Ricardo e Emanuel jogaram juntos por oito anos, foram campeões olímpicos em Atenas/2004 e nunca deixaram de ser amigos. Em um momento em que a CBV cobrou definições para o ciclo olímpico, tentando pôr fim à salada de duplas, acabou falando mais alto a possibilidade de uma parceria em que não havia dúvidas sobre a tal "química" que faltou a Pedro e Emanuel, atletas com perfis e idade muito diferentes.

A troca, ao que parece, acabou sendo boa para todo mundo. Pedro Solberg e Álvaro Filho, que ficaram "solteiros", resolveram se unir e ganharam o Grand Slam da Polônia, no fim de agosto. Ricardo e Emanuel estrearam na primeira etapa do Circuito Banco do Brasil e foram campeões logo de casa.

Meninas

No feminino, a situação é muito parecida. Se há quatro anos o Brasil, com Juliana/Larissa e Talita/Maria Elisa só não venceu quatro etapas do Circuito Mundial, perdendo somente para EUA e China, hoje em dia o cenário é muito mais equilibrado. Só na atual temporada, já fizeram finais duplas de Alemanha, República Tcheca, Rússia e Espanha. Exceto um Open, de menor relevância, o Brasil estava sem títulos até Larissa finalmente anunciar: estava de volta.

Maior campeã da história do Circuito, ela havia se aposentado, ao fim de 2012, para tentar se tornar mãe. Mas as duas gravidezes acabaram interrompidas e ela decidiu deixar o sonho mais para frente. Enquanto todos esperavam a retomada de Larissa/Juliana, a cearense surpreendeu e se uniu à melhor jogadora brasileira do momento, Talita.

Talita já havia demonstrado interesse em jogar com Larissa quando esta voltasse, mas também apostava que a escolha seria por Juliana. Quando recebeu o telefonema com a oferta de uma nova dupla, balançou. A parceria com Taiana havia rendido o título do Circuito Mundial do ano passado, mas já não estava mais dando resultado. "A partir do momento em que cria-se a dúvida, eu não estava mais 100%", explica Talita, justificando o rompimento com Taiana.

A oferta era tão boa que Talita deixou o marido (Renato, técnico de Pedro/Álvaro) no Rio e partiu para treinar em Fortaleza, onde Larissa mora com a esposa Lili (que retoma a parceira com Rebecca esta semana). Antes que elas estreassem, Taiana se juntou de última hora com a então quase desconhecida Fernanda Berti e venceu o Grand Slam da Holanda. A partir dali, tudo voltaria ao normal.

Uma dupla brasileira (Ágatha/Bárbara) fez final contra Ross/Walsh nos EUA, o pódio na Áustria foi todo brasileiro e Talita/Larissa ganhou a segunda etapa consecutiva na Polônia. "Quando subi no pódio foi uma sensação dentro de mim que eu não posso nem explicar. Foi muito bacana. Terceira etapa e eu já estava em primeiro. Pensei: 'Nasci para isso mesmo'. Aí na Polônia, de novo. Tomei a decisão certa. Tinha que ter voltado mesmo. Estou feliz com a escolha que eu fiz", diz Larissa, encantada consigo mesma, com o vôlei de praia e com Talita. A parceria deu a tal "química" e elas venceram também a primeira etapa do Circuito Banco do Brasil, há uma semana.

Larissa faz questão de afirmar que o momento é de retomar a rotina, aproveitar o vôlei de praia, treinar muito, mas não esconde a determinação que tanto marcou sua carreira. "Vou me preparar para ganhar. Com a Juliana não perdia para ninguém, só para a (norte-americana Kerri) Walsh. Vou colocar em prática tudo que aprendi. Voltei pra ganhar mais do que perdi. Vou ter que abdicar de muita coisa. Viver 120% para o vôlei, mas quero ser campeã olímpica", confessa.

A CBV ainda não anunciou oficialmente, mas os atletas já sabem os critérios para uma vaga olímpica. E, diferente do imaginado, uma dupla em cada naipe irá ao Rio por escolha da confederação – hoje, o departamento é liderado pelo ex-jogador Franco, assessorado por Pará e Shelda.

Nos últimos anos, muita coisa foi tentada. No começo do ano passado, foi montada uma "seleção brasileira", com uma comissão técnica formando as duplas para a temporada internacional ao seu bem entender. Juliana fez críticas públicas ao formato e foi cortada, ficando de fora de todo o Circuito Mundial.

No começo desta temporada, a comissão permanente foi mantida, mas cada atleta escolhia sua dupla, que podia ou não ser convocada. No meio do ano, tudo mudou de novo. Os técnicos (Marcos Miranda e Letícia Pessoa) foram dispensados e agora a CBV paga para cada dupla levar seu treinador às etapas do Circuito, oferecendo fisioterapeuta, estatística e coordenador que são compartilhados entre as duplas – há, porém, quem leve os próprios profissionais.

Franco assumiu o vôlei de praia e tudo mudou de novo para 2015. O Brasil leva quatro duplas por etapa do Circuito Mundial e terão direito à convocação a melhor dupla da temporada 2014 (Alison/Bruno Schmidt no masculino, Juliana/Maria Elisa ou Ágatha/Bárbara Seixas no feminino), mais as duas duplas melhores colocadas na temporada 2014/2015 do Circuito Banco do Brasil, que vai para a segunda de previstas 10 etapas. A quarta parceria será convidada a critério da CBV.

Na Olimpíada, o Brasil tem garantida uma dupla em cada naipe, por ser país sede, e tudo leva a crer que conseguirá outra vaga pelo ranking olímpico do Circuito Mundial. A dupla que terminar na frente este ranking vai aos Jogos. A vaga por convite será distribuída a partir de escolha técnica da CBV. 

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