sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Hoje na 3ª divisão, Portuguesa já recusou Maradona e perdeu dois europeus














A Portuguesa vive um dos piores momentos de sua história. Rebaixada à terceira divisão do Brasileiro, terá que juntar os cacos para tentar trilhar o caminho de volta. Mas a torcida que hoje sofre por mais uma queda já viveu bons momentos, a ponto de esnobar um dos maiores jogadores de todos os tempos: Diego Armando Maradona.

O ídolo argentino foi oferecido em 1975, quando o time rubro-verde vinha de boas campanhas no Paulista, como o título de 1973 (dividido com o Santos) e o vice-campeonato de 1975. O empresário Juan Figer tentou colocar Maradona na Portuguesa por US$ 300 mil. O camisa 10 era apenas um garoto de 15 anos, ainda desconhecido.

Figer ofereceu o argentino para Manuel Mendes Gregório, então diretor da Portuguesa, em um encontro na Federação Paulista de Futebol, segundo relato do próprio empresário. Figer viu um treino de Maradona no Argentinos Juniors a convite de outro empresário, gostou e tentou levá-lo ao futebol brasileiro. Não conseguiu. O resto é história.

Outro jogador que virou um sonho frustrado foi o do português Paulo Futre. Em 1998, a federação paulista promoveu o Disque-Marcelinho e prometeu ajudar os maiores clubes paulistas que fossem derrotados no concurso (o meia foi para o Corinthians). A Portuguesa sequer participou do Disque-Marcelinho, mas também recebeu auxílio da entidade.

A diretoria rubro-verde pediu apoio da federação para contratar Futre, do Atlético de Madri. A entidade, no entanto, preferiu desembolsar um valor inferior e repassou o atacante Evair de "presente".

A Portuguesa não desistiu de Futre e tentou um acerto diretamente com os espanhóis. Jornais da época noticiaram até que o português estava a caminho do Brasil para realizar exames médicos. No entanto, o clube do Canindé não conseguiu chegar a um acordo financeiro.

Outro namoro que não saiu do campo da intenção foi com o sueco Tomas Brolin, também em 1998. O atacante que disputou as Copas de 1990 e 1994 estava perto dos 30 anos e jogava no futebol inglês, mas as conversas não evoluíram. Nesse cenário, Maradona era a opção mais concreta. Ousada para a época, mas concreta.

UOL Esporte

Medina e outras estrelas do surf mundial competem em Maresias
















O O´Neill SP Prime, etapa do WQS em Maresias, litoral norte de São Paulo, entre os dias 3 e 9 de novembro, será uma oportunidade única de assistirmos parte da elite e os principais pretendentes a uma vaga no WCT 2015. Além, claro, de vermos Gabriel Medina competindo em casa antes do possível título mundial.

Não é o caso de Gabriel Medina ou Miguel Pupo, locais do pico, mas o status de etapa Prime, que dá a maior pontuação possível, atrai muitos surfistas do WCT que podem acabar dependendo desses pontos para se garantirem na elite. Entre os brasileiros nessa situação temos Jadson Andre, na 20 e última colocação da turma que se classifica para o WCT 2015. Fora da bolha de classificação ainda temos Alejo Muniz [29º colocado] e Raoni Monteiro [35º colocado].

Já faz tempo que não temos uma etapa do Circuito Mundial no litoral paulista
Silvio ‘Silvério’ da Silva
"Estamos trabalhando para fazer um evento que venha ao encontro do grande momento que o surfe brasileiro está vivendo", promete Luiz Tuzino, um dos idealizadores do O´Neill SP Prime.

Silvio "Silvério" da Silva, presidente da Federação Paulista de Surf (FPS) declara que: "já faz tempo que não temos uma etapa do Circuito Mundial no litoral paulista, então é uma novidade para o público, ainda mais sendo em Maresias, com festas e shows na programação, vai lotar a praia certamente. É um evento importante para o nosso estado, importante para os surfistas, porque vale a maior pontuação no ranking mundial e importante para o Brasil também, que está vivendo um momento especial no cenário internacional do surf."

ESPN

Grêmio entra com recurso e pede novo julgamento de 'caso Petros'














Terceiro interessado em uma punição do Corinthians que não aconteceu, o Grêmio ingressou no STJD na quinta-feira com pedido de recurso para um novo julgamento do 'caso Petros'. Os advogados do clube garantem que a solicitação gaúcha garante um novo julgamento, mas ainda sem data para acontecer. 

O Grêmio se considera prejudicado pela absolvição do Corinthians. No julgamento realizado na última segunda-feira, o time paulista foi absolvido por unanimidade pela inscrição irregular do jogador. Se punido, poderia perder quatro pontos e seria ultrapassado pelos gaúchos na classificação do Brasileiro. 

No Rio de Janeiro para o julgamento de Barcos e do diretor executivo de futebol, Rui Costa, marcados para esta sexta, os advogados gremistas aproveitaram e protocolaram o recurso solicitando julgamento de segunda instância, no Pleno. A procuradoria não havia recorrido. 

Ainda não há data prevista para o próximo julgamento. Na próxima semana, o dia para a participação do Pleno deve ser definido. 

O 'caso Petros' uniu Inter e Grêmio. A dupla do Rio Grande do Sul foi junta ao Tribunal interessada em punição ao clube alvinegro. Não obtiveram sucesso. Após o julgamento, o vice-presidente do Tricolor, Nestor Hein, disparou contra o Tribunal. 

"Resultado esperado, um julgamento conforme a simpatia. Vejam os precedentes que isso irá abrir. É esse teatro de ópera que é o STJD. A única coisa boa é que a dupla Gre-Nal se uniu por um interesse comum", afirmou. 

Corinthians absolvido, Federação Paulista e CBF punidas

Na tarde da última segunda-feira, o Corinthians foi absolvido por unanimidade pela inscrição irregular do meio-campista Petros. Incluso no artigo 214 do CBJD (Código Brasileiro de Justiça Desportiva), o clube paulista poderia perder quatro pontos e levar uma multa de até R$ 100 mil. Nada foi aplicado. 

Os considerados culpados no caso foram a Federação Paulista de Futebol e a Confederação Brasileira de Futebol. Cada uma das entidades pagará multa de R$ 10 mil. O dinheiro será doado ao projeto Médico Sem Fronteiras. 

O imbróglio ocorreu porque Petros enfrentou o Coritiba (em 3 de agosto) com um novo contrato que ainda não tinha entrado em vigor. A data prevista para o início do vínculo era seguinte à partida. O Corinthians, entretanto, escalou o jogador que tinha situação já descrita como regular pela CBF.

Petros estava emprestado ao Corinthians até o dia 1º de agosto, uma sexta-feira. Ele rescindiu seu contrato de empréstimo e assinou outro que valia a partir do dia 2, sábado. Ocorre que como não há registros oficiais no fim de semana, a regularização só viria no primeiro dia útil subsequente. Baseado nessa premissa, seu vínculo oficial com o time alvinegro valeria apenas a partir do dia 4, segunda-feira.

UOL Esporte

Comissários apontam quebra de regulamento, mas descartam punição a nanicas














A Caterham e a Marussia escaparam de uma punição inicial pelas ausências nos Grandes Prêmios dos Estados Unidos e do Brasil da temporada 2014 da Fórmula 1.

Nesta quinta-feira, os comissários da FIA anunciaram que o regulamento não permite a "falta" nas corridas, embora as duas equipes aleguem contar com o aval de Bernie Ecclestone, diretor executivo da Formula One Management (FOM). Mesmo assim, decidiram não punir as duas equipes.

Segundo o artigo 13 do regulamento esportiva da F1, as equipes inscritas na temporada devem "participar de cada evento com o número de carros e pilotos inscritos". Ausentes nas duas próximas provas e sem vistorias nos carros, as equipes deverão passar por uma nova avaliação do presidente da FIA, o francês Jean Todt.

"Tendo em consideração os requerimentos do artigo 13 do regulamento esportivo da Fórmula 1 2014, em partigular ao artigo 13.2 (f), e o registro aceito pela FIA em acordo com o apêndice 2 do regulamento esportivo, os comissários decidiram que (as equipes estão) em uma brecha do regulamento", diz o documento divulgado pelos próprios comissários.

No entanto, segundo a nota, "os comissários decidiram ainda não impor nenhuma penalidade". O caso agora será avaliado por Jean Todt.

UOL Esporte

Palmeiras é acusado de pagar comissão de Wesley a empresário "fantasma"















A gestão de Arnaldo Tirone, anterior à de Paulo Nobre no Palmeiras, deixou alguns problemas jurídicos para o atual presidente. Um empresário, chamado Renee Pinheiro, pela segunda vez, acusa o clube de ter pago comissão referente à compra de Wesley a um intermediário falso, e tenta cobrar do clube R$ 1,4 milhão.

O caso começou em 2012: ao contratar o volante do Werder Bremen, da Alemanha, a então diretoria do clube acertou o pagamento de uma comissão de R$ 1,4 milhão à empresa MKT Brasil, em documento assinado pelo vice-presidente Roberto Frizzo. No negócio, um empresário chamado Maickel Portela se apresentou como representante da empresa, que intermediou o acordo.

Portela participou de diversas reuniões com o clube, assinou documentos referentes à transação e até deu entrevistas para a imprensa sobre o negócio. Chegou a receber cerca de R$ 400 mil pelos seus serviços.

Wesley chegou ao alviverde, e Arnaldo Tirone deu lugar a Paulo Nobre: já na gestão do novo presidente, Renee Pinheiro processou o clube. Na ação alegou que era o verdadeiro dono da MTK Brasil e que desconhecia a pessoa de Maickel Portela; logo, cobrava para si a comissão de R$ 1,4 milhão.

O Palmeiras obteve uma rápida vitória judicial: o processo foi extinto, e o juiz considerou que Pinheiro não dispunha de documentos suficientes para comprovar as suas alegações.

Em março deste ano, o empresário voltou a processar o alviverde, desta vez anexando novos documentos: com passagens aéreas, tenta comprovar que esteve na Alemanha na época das negociações, tratando com o Werder. Também mostra documentos do negócio, alguns já apresentados pelo Palmeiras; os de Pinheiro, porém, não têm a assinatura de Portela.

Além disso, o empresário anexou à ação uma carta do Internacional, que na época o autoriza a tentar a contratação do zagueiro Naldo. Há também faturas que indicam a estadia em um hotel na cidade alemã.

Esse processo não é o único ligado a Wesley deixado como herança pela diretoria anterior. O presidente do Criciúma, Antenor Angeloni, foi fiador da contratação, afirma não ter sido pago e cobra na justiça R$ 15 milhões.

Procurado pela reportagem, o Palmeiras, por meio de sua assessoria de imprensa, disse que não irá comentar a nova ação. 

UOL Esporte

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Canindé pós-queda é retrato de solidão e abandono da Lusa










Não havia torcida para lamentar ou protestar, dirigentes para dar explicações ou fazer projeções de futuro, nem qualquer vestígio de que um dos clubes mais tradicionais de São Paulo tinha acabado de chegar ao buraco mais fundo de sua história. Um dia depois do inédito rebaixamento da Portuguesa para a Série C, o Estádio do Canindé e suas imediações eram o retrato do cenário atual do time: abandonado, esquecido, silencioso.

"Não pode entrar hoje, a imprensa está barrada", foram as palavras do segurança para a reportagem do Terra. E não tem nenhum torcedor que possa sair, falar alguma coisa? "Não tem ninguém aí não, amigo. Como você pode ver, está tudo tranquilo".

Tranquilo até demais para um time que caiu de forma vexatória, com cinco rodadas de antecedência e míseras três vitórias em 33 jogos na Série B. Se no ano passado o rebaixamento no tapetão do STJD causou revolta nos lusitanos, que se movimentaram e organizaram protestos contra a situação do clube, desta vez a impressão é que a maioria desistiu de lutar.

"É torcedor da Portuguesa?". "Não, só estou de passagem. Estou voltando para o trabalho". Ninguém na rua parecia se importar muito com o rebaixamento da Lusa. Mas, opa, tem três pessoas ali, comprando ingresso na bilheteria do Canindé. O que tem aí? "É para o jogo do São Paulo de amanhã, na Sul-Americana. Aqui é ponto de venda do São Paulo". Ah, explicado.

A melancólica situação da Portuguesa, que tem a pior média de público da Série B, reflete também em quem depende do movimento do Canindé para ganhar a vida. Na rua Azurita, travessa da Marginal Tietê em que ficam bilheterias e portões do estádio, um bar que tradicionalmente enchia em dias de jogos da Lusa hoje sofre com a queda brusca de clientela.

"O movimento caiu demais, antes estava sempre cheio. No jogo passado que teve aqui (derrota por 2 a 1 para o Icasa, sexta-feira, com 453 pagantes), você não vai acreditar, mas tudo que eu vendi foi uma água. E ainda foi pra um amigo nosso", ri Denise, 63 anos, a Dona Dê, que toca o bar ao lado do filho. E agora com mais um rebaixamento, como fica? "Caiu mesmo, então? Que tristeza. Eu sou santista, mas também sou Lusa, porque estou aqui nesse ponto há 40 anos, o pessoal é nosso amigo. Mas com fé em Deus vai voltar", diz ela, novamente sem perder o bom-humor.

Um homem entra no bar vazio, pergunta quanto é o almoço. "O prato feito é R$ 15, a marmita é R$ 14. Comida caseira da boa, viu?", anuncia Dona Dê. O homem diz que vai avisar alguém e sai. A conversa com a reportagem continua.

"Antes a Lusa sempre jogava com Corinthians, São Paulo, Palmeiras, estava sempre lotado. O que tem salvado um pouco, agora, são os jogos maiores. Contra Ponte Preta, Vasco, a maioria da torcida era de fora. E ainda assim alguns torcedores da Portuguesa, que não são disso, arrumaram briga, tacaram pedra no pessoal do outro time. Isso espanta mais torcida ainda", lamenta Dona Dê.

O filho Paulo, que havia entrado no bar minutos antes, também entra na conversa de trás do balcão. "Cara, vou falar pra você que já teve dia em que teve jogo aqui e a gente nem sabia. Estávamos fechando o bar às 18h e chegaram dois torcedores perguntando se não íamos ficar abertos para o jogo. Que jogo? Não tinha visto nada na TV, nenhuma movimentação na rua. Já teve dia de ter o jogo rolando no estádio e a gente ficar aqui sem ninguém, assistindo à televisão, sem nem saber quanto foi".

Quem sabe com mais uma queda a torcida se junte de novo e volte ao Canindé, como aconteceu com outros times do Brasil que afundaram em divisões inferiores do nosso futebol. "É, mas não vejo mobilização nenhuma pra isso", lamenta Paulo. "Em grupos de redes sociais que eu acompanho, a torcida da Portuguesa não está fazendo nada, a diretoria também não ajuda, colocando ingresso a R$ 40. Se fizessem uma promoção para chamar a torcida, não estaria do jeito que está agora".

Para Dona Dê, a principal culpada é a diretoria, que "faz muita burrice, perde jogador de graça e desperdiça menino bom de bola". Já Paulo vê a questão de outra forma. "A diretoria também tem culpa, mas a grande culpada, pode escrever aí, é a própria torcida. A torcida da Lusa parou de vir, parou de empurrar o time. A mentalidade dos torcedores é estranha, esperam acontecer a tragédia para depois agir".

O homem que perguntou do almoço ainda não voltou quando a reportagem se despede para dar mais uma volta pelo Canindé. Mas é em vão - ninguém tem nada a dizer sobre a Portuguesa estar na terceira divisão. Um funcionário com a camisa da Lusa sai de um dos portões. "Você está querendo ingresso para o jogo do São Paulo?", pergunta. Não, já estou de saída, obrigado.

O futuro da Portuguesa nunca foi tão nebuloso. Afundado em dívidas que, com a atual receita, são impagáveis, demolido por anos de má administração e com a torcida minguando, o clube tentará traçar os rumos de 2015 em uma reunião na noite desta quinta-feira, com a presença de conselheiros e membros da diretoria. Enquanto isso, sobra só o pensamento positivo de que as coisas podem melhorar, como lembra, rindo mais uma vez, Dona Dê.

"Eu falo que a Lusa é um carro na ladeira. Pra subir é muito difícil, mas vai. Já caiu tantas vezes e voltou, dessa vez vai acontecer isso também. A gente tem que ser otimista, né?".

Terra

Leandrinho estreia pelos Warriors com vitória sobre Sacramento

O veterano Leandrinho Barbosa estreou nesta quarta-feira na temporada regular da NBA pelo Golden State Warriors com uma vitória fora de casa sobre o Sacramento Kings, por 95 a 77.

Leandrinho passou a maior parte do jogo no banco de reservas e atuou por apenas 15 minutos, anotando quatro pontos, um rebote e uma assistência. O destaque da partida foi o armador Stephen Curry, companheiro do brasileiro, que conduziu as ações da equipe com um double-double de 24 pontos e dez rebotes, além de cinco assistências.

Em outra partida da Conferência Oeste, os Lakers foram até o Arizona encarar o Phoenix Suns, decididos a apagar o vexame da estreia, quando foram arrasados pelo Houston Rockets, por 108 a 90, na terça-feira.

O astro Kobe Bryant, cestinha da partida com 31 pontos, até que tentou levar o time de Los Angeles a sua primeira vitória da temporada, mas não resistiu ao poder de fogo do time da casa, que venceu a partida por 119 a 99, com direito a 39 pontos no terceiro período.

Algoz dos Lakers na primeira partida, o Houston Rockets voltou à quadra hoje e não teve dificuldades para se impor sobre o Utah Jazz em Salt Lake City. Com 22 pontos de Howard, 20 de Ariza e 18 de Harden, o time texano superou o Jazz por 104 a 93.

Já o Oklahoma City Thunder, finalista da Conferência Oeste na temporada passada, não pode contar com o principal astro do time na estreia, o atual jogador mais valioso da liga (MVP), Kevin Durant, que ficará de fora por até oito semanas por conta de uma fratura no pé direito.

Mesmo com Russel Westbrook marcando 38 pontos, o OKC não conseguiu passar pelo Portland Trail Blazers, do excelente LaMarcus Aldrige (27 pontos), em sua visita ao estado do Oregon e acabou derrotado por 106 a 89.

Confira os resultados desta quarta-feira na NBA:.

CHARLOTTE HORNETS 108 x 106 Milwaukee Bucks.

INDIANA PACERS 103 x 91 Philadelphia 76ers.

BOSTON CELTICS 121 x 105 Brooklyn Nets.

MIAMI HEAT 107 x 95 Washington Wizards.

TORONTO RAPTORS 109 x 102 Atlanta Hawks.

MEMPHIS GRIZZLIES 105 x 101 Minnesota Timberwolves.

New York Knicks 80 x 104 CHICAGHO BULLS.

Utah Jazz 93 x 104 HOUSTON ROCKETS.

DENVER NUGGETS 89 x 79 Detroit Pistons.

PHOENIX SUNS 119 x 99 Los Angeles Lakers.

Sacramento Kings 77 x 95 GOLDEN STATE WARRIORS.

PORTLAND TRAIL BLAZERS 106 x 89 Oklahoma City Thunder.

UOL Esporte

Palmeiras faz 1º treino na arena com direito a hino e foto oficial















O Palmeiras realizou nesta quinta-feira o seu primeiro treino na Arena Palestra. E o clima foi especial para o primeiro contato do elenco com a nova casa, com direito a hino do clube e foto oficial dos jogadores. 

A ideia foi recriar o ambiente de um dia de jogo para celebrar a ocasião. Os atletas entraram em campo com o hino alviverde tocando no sistema de som e com seus nomes exibidos no telão. Em seguida, todos posaram para uma foto oficial. A estreia no estádio só deve ocorrer no dia 20, contra o Sport. De acordo com a assessoria de imprensa da WTorre, as obras estão 97% concluídas. 

Em campo, Dorival Júnior comandou um treino tático já prevendo o time com as ausências dos suspensos Henrique e Juninho. Nem todos os jogadores estiveram na atividade. Valdivia, Lúcio, Wesley e Cristaldo fizeram um trabalho de fortalecimento na Academia de Futebol. 

"Esse estádio é maravilhoso. O gramado é excelente. O estádio é praticamente todo coberto. Isso cria uma acústica interessante, com o barulho mais concentrado. Mesmo em jogos em que não estiver cheio, a sensação é de que o som será de casa cheia", comentou o goleiro Fernando Prass.

Bruninho foi o autor do primeiro gol do treino. "Não vale gol assim. O que vale é no jogo oficial", brincou o zagueiro Nathan.

O Palmeiras oficializou na FPF (Federação Paulista de Futebol) nesta quarta o pedido de estrear a sua arena diante do Atlético-MG, no dia 8 de novembro. A entidade, no entanto, já adianta que dificilmente a solicitação será atendida. Atualmente, o jogo está marcado para o Pacaembu, às 19h30.

O clube cumpriu o protocolo do Estatuto do Torcedor, que obriga que todas as mudanças de mando sejam solicitadas com 10 dias de antecedência. O problema é a parte burocrática não cumprida pelos responsáveis pelo estádio.

UOL Esporte

Com déficit físico, Robinho vira problema para o Santos em fim de temporada



Robinho é o grande jogador do elenco do Santos, e tem atuado em bom nível desde que deixou o Milan (ITA) para retornar pela segunda vez ao clube que o revelou. Nesta quarta-feira, no entanto, o atacante atuou longe do nível que se espera como ideal para ele, na derrota para o Cruzeiro, por 1 a 0, no primeiro jogo da semifinal da Copa do Brasil. E não por acaso. Robinho sofre neste fim de ano por não ter participado da intertemporada, período de preparação durante a Copa do Mundo. O diagnóstico é do próprio técnico Enderson Moreiro.

"Questão do Robinho é questão clara, não participou da pré-temporada e está sentindo, principalmente na sequência de jogos", falou o treinador, após o jogo no Mineirão, com Robinho apagado.

Segundo avaliação da comissão técnica, o problema do jogador de 30 anos é ter menos resistência, atualmente, que os demais atletas.

"Ele deixou de trabalhar um trabalho importantíssimo que é questão da resistência que faz com que ele possa suportar melhor a sequência de jogos. É um jogador que pode definir o jogo.Teve uma oportunidade, quase fez o gol, mas acho que no primeiro tempo nós ficamos muito aquém daquilo que a gente pode jogar", falou o treinador.

Em fim de temporada com críticas ao calendários e ao desgaste físico, o Santos poupou alguns titulares na última rodada do Brasileirão, sábado, no empate contra a Chapecoense, para que tivesse time completo neste jogo pela semifinal da Copa do Brasil contra o Cruzeiro. Agora, no domingo, contra o Internacional, o mesmo cuidado não deverá ser tomado.

"A única coisa que me faz tirar um jogador de domingo é algum tipo de problema, médico ou físico", falou o técnico.

Assim como faz desde o começo, e assim como intensificou desde as vaias e protestos da torcida, Enderson Moreira manteve a blindagem a Leandro Damião.

"Eu não vou falar de um jogador que jogou 10 minutos apenas como uma decepção, como algo que não está funcionando. Ele está correndo atrás, com jogador de futebol isso acontece, todo jogador tem seus altos e baixos", acrescentou o treinador, sobre o jogador que entrou no fim e poderá ser alternativa no jogo de volta.

UOL Esporte

CBF tem projeto de "bolsa-cartola" para presidentes de federações. Entenda















A CBF pode oficializar nas próximas semanas o pagamento de uma espécie de "bolsa" aos presidentes das 27 federações estaduais do futebol brasileiro. A quantia, como se fosse um salário de R$ 15 mil reais, seria paga diretamente aos cartolas, como uma ajuda para cobrir custos gerados pelo trabalho nas entidades.

O UOL Esporte apurou que as conversas sobre a concessão do benefício ganharam força durante a Copa do Mundo – vários dos presidentes reclamaram dos custos gerados por viagens, encontros com patrocinadores e horas perdidas em seus empregos de fato, pagas com o próprio dinheiro.

Na CBF, a cúpula é remunerada – o presidente José Maria Marin, por exemplo, tem um salário de R$ 160 mil reais; os vice-presidentes (Marco Polo Del Nero, já eleito para assumir a confederação em 2015, é um deles) também têm vencimentos mensais, de até R$ 98 mil.

Em contato com a reportagem, dirigentes de diversas federações confirmaram conhecimento da medida, à qual se referem como "pró-labore".

"O que foi projetado é uma verba de representação para o presidente que não tenha remuneração ou salário. Ainda não chegou nada oficial, não recebi ainda. Acho que é uma decisão que foi tomada e que vai ser implantada" disse o presidente da Federação Pernambucana, Evandro Carvalho.

"Essa ideia vem desde a Copa do Mundo. Eu considero justo, a maioria dos presidentes tem outros trabalhos, e acaba passando mais tempo na federação do que no emprego. As vezes temos que resolver problemas nos finais de semana, domingo. As viagem, almoços e todos os custos pagamos com o próprio dinheiro", explicou Hélio Cury, mandatário da Federação Paranaense.

"Já ouvi isso, semana que vem vou ao Rio tratar disso e de outros assuntos. Muitas coisas envolvem a pessoa física do presidente, na gestão de uma Federação. Se se concretizar, é justo, mas tem quer ser feito de forma transparente, cobrando os devidos tributos", disse José Vanildo, da Federação do Rio Grande do Norte.

As federações já recebem uma ajuda de custo mensal da CBF, de R$ 50 mil. Este valor, segundo os dirigentes, é destinado a custear despesas que tem origem na organização de campeonatos. Nos últimos dois meses do ano, ele é dobrado, para pagar despesas trabalhistas dos funcionários, como férias e décimo terceiro.

A reportagem ouviu outros presidentes, e todos consideram o pro-labore justo e necessário. Igualmente, porém, são unânimes em uma condição: ele tem que ser estendido a todas as 27 federações, sem distinção.

"Eu sou uma pessoa de mercado, sou um investidor e sou um aposentado. Tenho minha receita privada e particular. Acho que se o benefício existir ele tem de ser para todos, independentemente da posse. Senão você vai diferenciar. Não tem sentido. Ou é um instituto institucional ou não é. Senão vai parecer que você está assalariando alguém" disse Evandro Carvalho.

José Vanildo, do Rio Grande do Norte, previu que a medida possa gerar alguma repercussão negativa. O dirigente, porém, falou sobre as dificuldades na gestão das entidades, principalmente dos estados com menor poder econômico.

"As pessoas falam da questão política, mas não é comprar os presidentes. Os presidentes estão mudando, estou no segundo mandato, no Maranhão também é um cara novo. Os que estão há mais tempo, são de lugares onde a dificuldade é muito grande. Isso pode não representar muito para os grandes centros, mas para o Norte, o Nordeste, faz muita diferença. Acho que se as coisas são feitas com transparência, a sociedade entende. Isso, na verdade, é uma compensação pelas despesas que o presidente tem".

Hoje, as federações compõe a maior parte do colégio eleitoral que escolhe o presidente da CBF – são 27 votos, suficiente para bater os 20 votos dos clubes da Série A caso haja divergência entre os candidatos.

Procurada pela reportagem, a CBF, até a hora da publicação, ainda não tinha enviado sua resposta.

UOL Esporte

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Djokovic vence em Paris primeiro jogo após ter se tornado pai e se declara














O sérvio Novak Djokovic conquistou nesta terça-feira sua primeira vitória depois de ter se tornado pai. Na estreia do atleta no Masters 1.000 de Paris, ele venceu com facilidade o alemão Kohlschreiber por 2 sets a 0, parciais de 6-3 e 6-4. Depois do triunfo, o sérvio ainda fez uma declaração para seu filho: "Stefan, eu te amo", escreveu.

Menos de uma semana após comemorar o nascimento de Stefan, seu filho com Jelena, o atleta entrou em quadra para disputar sua primeira partida. E ele chegou para o duelo contra o alemão com tudo.

Logo na primeira oportunidade de Kohlschreiber no saque, Djokovic dificultou a situação e conquistou a primeira quebra do duelo. Na sequência, o alemão quase devolveu a quebra, mas quem perdeu o saque foi novamente Kohlschreiber, e o sérvio abriu 5 a 1 na primeira parcial.

Quando tudo parecia caminhar para a vitória tranquila de Djokovic, o alemão reagiu e devolveu a quebra. Mas a breve reação foi em vão, e o sérvio fechou o set.

E a segunda parcial começou exatamente igual a primeira. Djokovic quebrou o alemão logo na primeira oportunidade que teve.

A vantagem pareceu dar tranquilidade para o sérvio. Sem sustos, ele caminhou tranquilamente para ganhar o jogo. Com menos de 1h30, Djokovic garantiu a vitória.

Em Paris, além de ser seu primeiro torneio após ter se tornado pai, Djokovic ainda tem a pressão de poder ser ultrapassado por Roger Federer como número um do mundo. Se não chegar à final e o suíço for campeão, o sérvio perderá a liderança do ranking.

UOL Esporte

Com R$ 20 mi a receber do Bota, Odebrecht quer dividir gestão do Engenhão















Responsável pela construção e reforma do Engenhão, a Odebrecht tem planos maiores para o estádio. O Botafogo é gestor do local até 2027, com opção de renovação por mais 20 anos, mas pode ganhar um companheiro nessa missão. Isso porque, segundo apuração do UOL Esporte, a empresa até já realizou uma reunião e tem como objetivo administrar o estádio de forma compartilhada com o Alvinegro, de quem tem R$ 20 milhões a receber até 2016.

A quantia é referente a um empréstimo feito pela Odebrecht ao Botafogo, que não explicou o motivo. No balanço do ano passado, o Alvinegro declarou R$ 11 milhões, mas o restante da quantia (R$ 9 milhões) só será divulgado no próximo documento, em 2015. O fato é que o clube tem até 2016 para quitar a dívida, que poderá influenciar para a construtora alcançar o objetivo de compartilhar a gestão do Engenhão, embora ambos neguem essa possibilidade.

A relação entre os dois não é novidade. A Odebrecht já tem uma parceria com o Botafogo para que o clube jogue no Maracanã, estádio que a empresa já administra. Com o Engenhão interdidato há um ano e meio por problemas em sua cobertura, o Alvinegro fechou um contrato com a construtora para que pudesse jogar na arena da final da Copa do Mundo de 2014.

Neste contrato, há uma cláusula de "sinergia" entre Botafogo e Odebrecht. Segundo essa cláusula, o clube se compromete a negociar com a Odebrecht uma forma de colaboração mútua no que diz respeito ao Engenhão e ao Maracanã. Isso, oficialmente, seria uma forma de possibilitar que o clube pudesse continuar jogando no Maracanã mesmo após a reabertura do Engenhão.

Os termos exatos dessa "sinergia", contudo, não estão todos detalhados. Representantes de Botafogo e Odebrecht reuniram-se recentemente para negociar com uma parte pode colaborar com a outra sobre o Engenhão e o Maracanã.

Oficialmente, a Odebrecht informou que não foi falado sobre transferência ou compartilhamento da gestão do Engenhão (leia nota completa abaixo). Já o Botafogo diz que essa decisão caberá a próxima gestão e que isso só ocorrerá caso seja bom financeiramente para o Alvinegro.

O clube tem um contrato com a Prefeitura do Rio para administrar o estádio pelos próximos 33 anos. Procurada, a prefeitura informou que desconhece qualquer negociação entre Botafogo e Odebrecht sobre o Engenhão.

Vale lembrar que a Odebrecht, além do Maracanã, também controla Arena Fonte Nova, em Salvador, e a Arena Pernambuco, na região metropolitana de Recife. Os dois estádios receberam jogos da Copa do Mundo.

Antes de assumir a administração do Maracanã, a Odebrecht também liderou o grupo de empresas que reformou o estádio para a Copa. Depois, num processo de licitação conturbado, ela passou a controlar a arena da final do Mundial.

Neste momento, a Odebrecht também está reformando o Engenhão. O estádio, que será palco das competições de atletismo na Olimpíada de 2016, passa por reparos em sua cobertura. Sua reabertura está programada para o final deste ano.

Leia o posicionamento oficial da Odebrecht:

A Odebrecht Properties, controladora da concessionária que administra o complexo Maracanã, confirma que estuda com o Botafogo de Futebol e Regatas sinergias operacionais entre o Maracanã e o Estádio João Havelange (Engenhão).  Esses estudos, entretanto , não consideram a transferência da titularidade da concessão do Engenhão.

UOL Esporte

Adeus de Ceni deve fazer São Paulo trocar EUA por Manaus na pré-temporada















Não está mais nos planos do São Paulo viajar aos EUA na pré-temporada de 2015. A diretoria vinha pensando em repetir a turnê à Flórida que fez durante a última Copa do Mundo, mas, em vez disso, o elenco deve ir a Manaus para um jogo contra o Flamengo em sua preparação para o Estadual.

Os dois amistosos nos Estados Unidos faziam parte de uma negociação com o Orlando City, clube que contratou Kaká e o emprestou ao São Paulo neste ano. Mas a diretoria tricolor não encontrou um espaço na agenda da equipe para viajar aos EUA. O Orlando City, por outro lado, virá ao Brasil fazer a sua pré-temporada, em um esforço para tornar sua marca conhecida no país.

Existem dois grandes motivos para a mudança de planos. Primeiro, o São Paulo espera chegar à final da Copa Sul-Americana, que termina no dia 10 de dezembro. Se isso acontecer, os jogadores entrariam de férias no dia seguinte e voltariam apenas no dia 10 de janeiro. Os amistosos nos EUA seriam em 14 e 17, e a diretoria acredita que não haveria tempo hábil para os preparativos de uma viagem internacional.

A equipe começará as quartas de final da Sul-Americana na quinta-feira, contra o Emelec, no Morumbi.

Em segundo lugar, há o amistoso de despedida de Rogério Ceni. O goleiro decidiu se aposentar no final da atual temporada, e o clube ainda procura uma data para o jogo festivo que marcará a ocasião. Houve o entendimento de que uma viagem internacional diminuiria as possibilidades de data.

O plano B foi apresentado pelo próprio Orlando, que negocia com alguns clubes nacionais e estrangeiros amistosos no Brasil. Flamengo, São Paulo e Orlando estão com conversas adiantadas para organizar um mini-torneio, do qual algumas partidas seriam em Manaus, para movimentar o estádio da cidade e aproveitar o fato de que a população local torce para os times do Sudeste.

Oficialmente, o clube americano disse que ainda não há confirmação sobre adversários, locais e datas dos amistosos no Brasil, mas admite que tem mantido conversas com Flamengo e São Paulo, "dois gigantes brasileiros", com quem eles têm interesse em manter uma relação próxima. A partida contra o São Paulo está prevista no contrato de empréstimo de Kaká e foi uma das condições para que o acerto fosse feito.

A diretoria do Flamengo confirma a negociação para os amistosos e disse que ficou "bastante animada" com a possibilidade de um pequeno torneio, desde que ele seja disputado no Brasil.

Apesar de abortar a viagem em 2015, o São Paulo não desistiu de ir aos EUA em breve. O clube diz que foi convidado pelo Orlando para participar de outro torneio de pré-temporada em solo americano, mas em 2016, e que deve aceitar o convite.

UOL Esporte

Ebola: Fifa garante Marrocos como sede do Mundial de Clubes

A Fifa divulgou comunicado na última terça-feira garantindo que segue monitorando a situação na África, país que abrigará através do Marrocos o próximo Mundial de Clubes. A entidade ainda disse que não há problemas quanto ao vírus Ebola e tudo corre como planejado, ao contrário dos rumores de que o torneio poderia trocar de sede.

O Marrocos tem expressado sua preocupação principalmente com relação à Copa Africana de Nações, em janeiro de 2015. O país também concordou em sediar o torneio continental, equivalente à Copa América para os africanos, mas teria voltado atrás por conta do surto de Ebola. A Fifa, porém, garante que o Mundial de Clubes segue como planejado, mas reiterou que se o vírus se espalhar ainda mais a organização irá agir de acordo:

 - A Fifa está monitorizando a situação e está em contato permanente com as autoridades marroquinas e constantemente atualizando a sua posição de acordo com a orientação técnica da OMS (Organização Mundial de Saúde). Se a situação mudar, vamos estar em contato com os clubes participantes de acordo com o que nos for passado.

Real Madrid e San Lorenzo são os grandes favoritos ao torneio e ambos já expressaram suas preocupações com relação ao medo de seus jogadores ou torcedores contraírem o vírus, que vem fazendo milhares de vítimas na África. O Mundial de Clubes começa oficialmente no dia 10 de dezembro e a final ocorre no dia 20 do mesmo mês.

Lancenet

'Jogo santo' agita estreia do atual campeão e de estreante na Superliga


















Inspiração divina é o que não vai faltar para Sada Cruzeiro e São José dos Campos no primeiro compromisso de ambos pela Superliga Masculina de vôlei. A partida que promete alavancar a nova edição do torneio acontecerá uma semana após a abertura oficial, contará pela primeira vez com grandes astros em quadra e terá como palco um lugar marcado pela máxima expressão da fé católica.

O atual campeão tem pela frente uma “peregrinação” até o Santuário Nacional de Aparecida (SP) para enfrentar o estreante paulista, amanhã, às 21h. A bola vai subir no Ginásio do Centro de Eventos Padre Vitor Coelho de Almeida, localizado no complexo que abriga o segundo maior templo católico do mundo, perdendo apenas para a Basílica de São Pedro, no Vaticano.

A arena multiuso foi inaugurada em 2012 e é administrada pelos padres do Santuário. Ela recebe desde cerimônias religiosas a atividades empresariais e esportivas. Em setembro, o local sediou até um debate organizado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), entre candidatos à presidência no primeiro turno das eleições nacionais.

– O Santuário tem sua vocação no atendimento religioso aos peregrinos, mas também entende que pode servir para outros aspectos, como a questão cultural. É uma contribuição ao ser humano – disse ao L!Net o Padre Luiz Claudio de Macedo, administrador de eventos do Santuário.

O mando de quadra é do São José. Para a estreia, a diretoria firmou uma parceria com a organização do Centro de Eventos, que ainda procura novas formas de uso da arena.

– Quando recebemos a proposta, gostamos do que vimos. É um ginásio bem estruturado, com um subsolo fantástico. Pedimos uma consulta ao SporTV e à CBV, e ambos aprovaram. Estamos fazendo uma divulgação maciça – explicou ao L!Net o gerente do São José, Fernando Basílio.

A partida da Superliga será o maior evento esportivo que o Santuário já sediou. Até hoje, ele recebeu apenas um torneio de futsal e uma competição de ginástica rítmica. Aos poucos, a administração espera aumentar a procura. Já existem conversas para que a estrutura sirva de centro de treinamento da equipe da Rússia de ginástica rítmica nos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016.

A estreia contra o Sada Cruzeiro é o único jogo oficial do São José dos Campos previsto para acontecer no Santuário Nacional de Aparecida. Mas, nos bastidores, todos os lados envolvidos se movimentam para tornar o local uma possível casa do time paulista, que se classificou à divisão de elite após faturar o título da Superliga B, a divisão de acesso.

A grande preocupação da diretoria é de desagradar aos torcedores joseenses. Afinal, Aparecida fica a cerca de 82 km de São José dos Campos, o que pode afastar boa parte deles das partidas. Por outro lado, o Ginásio do Tênis Clube, em São José, comporta 1.500 pessoas, número muito inferior aos 6.400 do palco do primeiro duelo.

– A diretoria quer saber como vai ser a repercussão, a receptividade do públicio em Aparecida. Se esse ginásio fosse mais perto, com certeza nós faríamos outros jogos lá. O potencial é grande – disse Fernando Basílio.

A assessoria do Centro de Eventos confirmou ao L!Net que os administradores esperam receber mais partidas, mas reforçou que tudo depende do aval da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) e da adequação ao calendário de atividades do Santuário.

Lancenet

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Marussia segue Caterham e entra em recuperação judicial

















A equipe de Fórmula 1 Marussia seguiu o caminho da rival Caterham e entrou em recuperação judicial, ficando de fora do Grande Prêmio dos EUA no próximo fim de semana, disseram os novos administradores em comunicado nesta segunda-feira.

A medida deixará apenas nove equipes e 18 carros no grid de largada para a corrida em Austin, no Estado norte-americano do Texas, que será seguida pelo Grande Prêmio do Brasil, em São Paulo. O final da temporada será em Abu Dhabi, em 23 de novembro. 

A Caterham declarou recuperação judicial na semana passada, com o fechamento de sua fábrica e com o afastamento de funcionários até segunda ordem.

“Com o acionista existente incapaz de fornecer o nível exigido de financiamento, a equipe sênior de administração (da Marussia) trabalhou incansavelmente para trazer novos investimentos para a escuderia a fim de assegurar seu futuro de longo prazo, mas, infelizmente, foi incapaz de fazer isso no tempo disponível”, disse o administrador-conjunto da FRP Advisory, Geoff Rowley.

“Assim, não foi deixada alternativa exceto colocar a companhia em concordata."

A notícia já era esperado e o chefe comercial da Fómula 1, Bernie Ecclestone, disse à Reuters no sábado que nenhuma das duas escuderias iria para Austin.

Não houve comentários da Marussia, que está em sua nona temporada na F1, desde a semana passada. A escuderia é detida oficialmente pela empresa Manor Grand Prix Racing, tendo como principal acionista o russo Andrei Cheglakov.

Há algum tempo, relatos nos bastidores indicam que Cheglakov, cuja companhia de carros esportivos Marussia fechou em abriu, não estava preparado para colocar mais dinheiro na equipe e buscava uma saída caso nenhum comprador aparecesse. 

A equipe, que usar motor Ferrari, já estava com problemas por conta do acidente sofrido por seu piloto francês Jules Bianchi no Japão há três semanas, e participou com apenas um carro na corrida em casa na Rússia.

Bianchi, de 25 anos, permanece em condição crítica em um hospital no Japão, com trauma cerebral sério após colidir com um trator em Suzuka. 

A Caterham, registrada na Malásia, está em seu 11º campeonato e ainda não marcou nenhum ponto.

A participação da Marussia no Brasil e em Abu Dhabi permanece em dúvida e dependerá do resultado do processo administrativo e de quaisquer negociações relacionadas com as partes interessadas. 

Rowley, no entanto, reconheceu que há uma “janela muito limitada de oportunidades”.

O administrador disse que ninguém havia sido demitido e que todos os quase 200 funcionários foram pagos integralmente até o fim de outubro.

UOL Esporte

Oposição acusa Nobre de usar entradas de adeus de Ademir para ganhar votos















A distribuição de ingressos para a primeira partida de futebol da Arena do Palmeiras virou motivo de briga interna no clube. Oposicionistas e sócios-torcedores reclamam do critério usado pela diretoria para escolher quem teria direito aos cinco mil ingressos que foram repassados à diretoria alviverde pela gestão do estádio para a despedida de Ademir da Guia no último sábado (25). O número foi confirmado pela assessoria de imprensa da WTorre, construtora responsável pelo estádio. 

O foco da reclamação fica por conta do uso da chamada máquina eleitoral. De acordo com conselheiros, Paulo Nobre distribuiu ingressos para ganhar a simpatia de sócios do clube. Em 2014, pela primeira vez na história, são eles que vão definir quem será o presidente do clube. E ele concorre à reeleição contra Wlademir Pescarmona.

Por meio da sua assessoria de imprensa, o Palmeiras confirmou que diretores escolhidos por Nobre foram responsáveis pela distribuição de ingressos.

"Palmeiras e WTorre acordaram que a construtora ficaria com 4 mil, o clube com 5 mil e outros mil para staff. Como não haveria comercialização e as entradas que corresponderam a S.E.P. foram entregues somente na quinta-feira na parte da tarde, os ingressos foram distribuídos para sócios do clube por meio de conselheiros e diretores", afirmou por e-mail. 

Vídeos nas redes sociais mostram conselheiros ligados ao atual presidente distribuindo ingressos na frente do estádio. O UOL Esporte ainda ouviu relatos que a prática também era comum nas alamedas palestrinas, com diretores com dezenas de entradas para o evento.

Cada um dos quase 300 conselheiro teve direito a dois ingressos, o que significa que, dos 5 mil repassados à diretoria, cerca de 600 ficaram nas mãos deles. O restante foi distribuído pela gestão.

Durante o evento, quando teve seu nome anunciado, Paulo Nobre ouviu uma mistura de vaias e aplausos. No primeiro teste, com três mil ingressos distribuídos exclusivamente pela WTorre, a maioria vaiou nas vezes em que o dirigente aparecia no telão do filme.

Outro ponto levantado foi o fato de cambistas estarem comercializando a entrada para o evento nas entradas das ruas Turiassu e Padre Antônio Tomás. O UOL Esporte presenciou homens pedindo R$ 100 por um ingresso que, em tese, deveria estar nas mãos só de convidados.

Além dos cinco mil ingressos distribuídos para o clube, outros quatro mil foram repassados pela WTorre para seus funcionários, parceiros e patrocinadores e mil bilhetes ficaram com o estafe da partida.

Por fim, outro grupo que reclama bastante da atitude de Paulo Nobre é o associado do Avanti. Vários sócios-torcedores, que pagam mensalmente uma quantia para ter benefícios na hora de comprar ingresso, afirmaram que não foram procurados para saber se haveria interesse de assistir ao jogo. Nas redes sociais e internet em geral também foi possível ver reclamações de associados.

UOL Esporte

Thiago Pereira se preocupa com pressão em 2016. Fred é exemplo do problema














Camisa 9 da seleção brasileira, Fred chegou à Copa do Mundo já veterano de mundiais, escolado pelo futebol europeu e acostumado a lidar com a exigente torcida do futebol no país. Mesmo assim, até ele sofreu com a pressão de vestir a camisa verde-amarela em um evento tão importante.

O caso do centroavante de Luiz Felipe Scolari serve de alerta para um dos maiores atletas do esporte olímpico brasileiro. Para Thiago Pereira, medalhista de prata em Londres-2012 e recordista em ouros nos Jogos Pan-americanos, se Fred sentiu a pressão, imagina os atletas que estão a menos de dois anos de defender o Brasil nas Olimpíadas de 2016?

"Em 2007, eu entrei na Vila do Pan-Americano do Rio de Janeiro uma pessoa e sai outra, completamente diferente. [A repercussão] Assustou, mesmo. Tive de me acostumar com a bomba. E isso pode afetar carreiras muito promissoras. Eu já consegui o meu sonho. Minha medalha olímpica, de Londres, vai ser sempre minha. Mas quem ainda está em busca de algo assim, precisa de apoio. Eu tenho acompanhamento psicológico hoje", diz o nadador.

Em conversa com o UOL Esporte, Thiago falou de sua mudança para treinar nos EUA, o sonho de se tornar o maior medalhista da história dos Jogos Pan-Americanos e de seus medos para o esporte olímpico brasileiro nos Jogos do Rio, em 2016. Confira:

Você anunciou, recentemente, que vai treinar nos EUA. O que motivou essa mudança?

Eu estava treinando desde 2011 com o Albertinho (Alberto Silva, que foi para os últimos Jogos Olímpicos como técnico da seleção brasileira). Mas, agora, ele está assumindo um cargo na Confederação, para cuidar da natação masculina. Então, resolvi buscar uma mudança. Acabei optando por voltar para os EUA, para treinar na USC (Universidade do Sul da Califórnia, em Los Angeles). Essa mudança não foi só por novos ares. Foi uma busca por um foco maior. Morando no Brasil, sempre aparecem eventos, entrevistas ou reuniões, compromissos que você tem de atender. E, querendo ou não, meia hora aqui, meia hora, somando tudo, acaba prejudicando a preparação. Eu tomei a decisão de fazer a melhor preparação possível para o Rio-2016. E indo para os EUA, acho que vou conseguir isso.

Isso significa que você vai morar nos EUA até as Olimpíadas?

Na verdade, não. Eu devo dividir o meu tempo 65% de treinamentos nos EUA e 35% treinando no Brasil. Aqui, minha base vai ser o Sesi. Foi uma decisão que não teve nada a ver com a parte financeira. Acho, até, que se ficasse no Brasil, mais perto de todo mundo, dos patrocinadores e mais disponível para eventos, apareceria mais e poderia ganhar mais. Mas estou optando por uma tranquilidade maior, por um foco maior. E por uma maior competitividade nos treinos.

Algo que é mais complicado de achar por aqui, certo?

A estrutura de alguns clubes no Brasil é muito boa. Os clubes grandes dão as mesmas possibilidades de treinamento que os centros americanos. A diferença fica em quem está lá treinando, nas possibilidades de competir sempre. Na USC, eu vou estar ao lado do Ossama Melloulli, que é campeão olímpico, do Conor Dwyer, que é um dos grandes novos nomes dos EUA, da Ariana Kukors, que já foi campeã mundial. É muita gente boa e que não gosta de perder. Então, nos treinos, você tem que estar sempre se dedicando ao máximo para bater na frente. E ninguém gosta de bater atrás. Os treinos são melhores assim, porque você acaba esquecendo o cansaço e as dores para bater na frente. E tem também os campeonatos. A partir de agora, quero competir todos os meses, de prederência contra o Ryan (Lochte) e, quando ele voltar, com o Michael Phelps. Essa é minha aposta para fazer a diferença para o Rio-2016.

Você já tentou isso entre 2009 e 2011 e os resultados, pelo menos no Mundial de 2011, não foram bons. Porque fazer uma nova tentativa?

Eu mudei muita coisa depois daquilo. O resultado realmente não foi bom, eu voltei para o Brasil e comecei a treinar no projeto do Albertinho (o PRO-16, criado por Cesar Cielo). Passei a ter acompanhamento multidisciplinar, tinha médico, fisioterapeuta, nutricionista. Desde então, não é mais só questão de treinos na água. Isso é quase um feijão com arroz, não existe muita coisa para inventar. A diferença é essa parte fora da água. E isso eu mantenho até hoje e vou continuar tendo nos EUA. Já montei um plano de comunicação, com e-mails, skype e mensagens, para conversar com os profissionais que me acompanham. Meu médico, por exemplo, vai me visitar nos EUA em alguns momentos. Terei um fisioterapeuta na Califórnia e um no Brasil. Tudo o que deu certo nos últimos anos, vai ser mantido.

Para falar de prioridades, no ano que vem o Mundial e os Jogos Pan-Americanos são próximos. Você tem uma preferência?

Eu quero ir bem nos dois. No Pan, existe um objetivo especial: eu quero me tornar o maior medalhista da história dos Jogos. Eu estou a quatro medalhas de um ginasta cubano (Eric Lopez ganhou 22 medalhas em Pans, contra 18 de Thiago) e quero quebrar esse recorde. E tem também o recorde do Gustavo (Borges, que, com 19 medalhas, é o recordista brasileiro). Então, o Pan está entre as prioridades. Mas o Mundial do ano que vem é o último antes da Olimpíada e também é muit forte. Tradicionalmente, é o Mundial mais forte do ciclo olímpico. E eu também vou bater de frente por lá. Por isso que a preparação precisa ser muito bem pensada, porque é um ano muito importante. Eu estou pensando mês a mês, vendo quando vou treinar, quando vou competir, quando vou viajar, para que não dê nada errado.

Você vai chegar aos 30 anos no Rio-2016. Será sua aposentadoria?

Eu estou pensando passo a passo. É relativo. O foco é no Rio, depois traço os próximos objetivos. Vai depender de como vou estar fisicamente e dos resultados competitivos. Mas, olhando para isso, os meus melhores resultados estão aparecendo agora. Eu estou igual ao vinho. Mais velho e melhorando.

Mas existe uma nova geração pronta para assumir o seu lugar?

Tem, claro. Mas, no lugar de olhar para nomes, eu acho que temos de olhar para essa Olimpíada como um divisor de águas. Quando eu assistia as Olimpíadas pela TV, quando era criança, achava que era um mundo muito distante. Com os Jogos no Rio, os brasileiros vão ver que é possível virar atleta olímpico e conquistar uma medalha. Não vai ser só estrutura. Acho que temos chance de ver uma mudança de mentalidade na população, acho que vamos conseguir mostrar que o Brasil pode ser mais do que só futebol. Mas, para isso, é preciso que haja um esforço.

Esforço de quem?

De todo mundo. Primeiro, acho que vamos ter oportunidade de mostrar quem são os heróis olímpicos brasileiros. Estamos a dois anos dos Jogos, e o brasileiro comum não sabe para quem vai torcer na maioria dos esportes. Na natação, conhecem um outro. O Rio-2016 é uma chance para mudar isso. E também é importante lembrar que precisamos dar apoio para os atletas mais jovens. O tamanho da pressão a que todo atleta vai estar sujeito vai ser muito grande. Olha o que aconteceu na Copa do Mundo. Usando o Fred como exemplo: ele foi perseguido por todo mundo. E é um cara experiente, que passou pela Europa, passa o ano todo lidando com torcida de futebol. Com a Olimpíada, essa mesma pressão vai bater em cima de garotos que não estão acostumados com isso. E esses talentos podem ser perdidos. Por isso, devemos pensar em dar assistência psicológica para esses atletas desde já. O sonho de disputar uma Olimpíada em casa é único, mas o sonho olímpico não morre em 2016. Ele continua em 2020, 2024, 2028...

Você sentiu isso em 2007, no Pan do Rio?

Eu entrei na Vila do Pan uma pessoa e sai outra. Completamente diferente. Enquanto estava competindo, você não sentia nada. Mas quando sai, a pressão me envolveu. Assustou, mesmo. Tive de me acostumar com a bomba. E isso pode afetar carreiras muito promissoras. Eu já consegui o meu sonho. Minha medalha olímpica, de Londres, vai ser sempre minha. Mas quem ainda está em busca de algo assim, precisa de apoio. Eu tenho acompanhamento psicológico hoje. E acho importante pensar nisso.

UOL Esporte

Com buraco de R$ 7 mi/mês, São Paulo vê 2015 apertado, e aposta na base

Com o time vice-líder do Brasileiro, a diretoria do São Paulo tem lidado com um rombo de R$ 7 milhões por mês, e não enxerga uma forma rápida de resolver o problema. É certo que o presidente Carlos Miguel Aidar prepara-se para ter recursos escassos em 2015, e aposta na divisão de base para formar sua equipe da Libertadores. Pelo menos é esse seu discurso atual.

Inicialmente, o dirigente chegou a falar para o blog em um déficit de R$ 100 milhões em 2014, como afirmara a “Folha de S. Paulo''. Sua estimativa baseia-se nos R$ 7 milhões de buraco mensal vezes 12 meses, o que dará algo como R$ 84 milhões. Como houve meses de equilíbrio, como na venda de Douglas, o valor deve ser um pouco menor. Eram R$ 45 milhões até agosto.

De qualquer maneira, o problema não é fácil de ser sanado. “Não temos como fazer uma projeção concreta (de quando vai equilibrar as contas). Ainda vamos fazer o orçamento de 2015, mas será mais um ano difícil'', afirmou Aidar. “Claro que vamos ter que fazer contenção. É óbvio que não dá (para grandes contratações). Vamos usar a base.''

O São Paulo tem se esforçado para contratar o atacante Alexandre Pato, mas não fará loucuras para tentar acertar com ele até porque desistiu de contar com parceiros. Como Kaká tambem tem saída certa, a previsão são-paulina, pelo menos até o momento, é de uma disputa da Libertadores sem arrojo nas contratações.

Até porque cortar no futebol, item mais dispendioso do clube, é essencial quando se estabelece metas de 20% de redução de gastos em todos os setores do clube, em projeto capitaneado pelo Instituto Aquila. “Temos que ter capacidade de gestão, cortar o supérfluo, vender carros…'', reconheceu Aidar.

Seria uma mudança de política visto que nos primeiros meses de sua gestão o presidente formou um time caro, com a contratações de Pato, Kaká e Alan Kardec, este a maior despesas porque teve os direitos comprados.

UOL Esporte

Londrina receberá a Fórmula Truck pela 16ª vez na história


















Já em sua reta decisiva, a temporada de 2014 do Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck terá a nona e penúltima etapa na tarde deste domingo (2). O GP Petrobras terá pilotos em ação no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Londrina (PR). A cidade tem dois representantes no grid: João Maistro, da Clay Truck Racing, e Leandro Totti, da RM Competições, líder da competição, que pode conquistar seu segundo título por antecipação.

A corrida será a 16ª da categoria no traçado paranaense, que na última década teve sua extensão original reduzida para 3.055 metros, com atenuação de sua segunda curva, um cotovelo lento contornado à esquerda logo após a veloz curva do Estádio. É o segundo traçado mais curto do calendário da Truck – a menor extensão é a do anel externo de Brasília, onde aconteceu em junho a quarta etapa da temporada, com 2.919 metros.

Quatro das cinco últimas edições da etapa londrinense conduziram os pilotos vencedores ao título brasileiro da Fórmula Truck. Foi assim em 2008, com Wellington Cirino, em 2009 e 2011, com Felipe Giaffone, e em 2010, com Roberval Andrade. Cirino já havia vencido em Londrina em 2003, ano em que obteve seu segundo título. O recordista de vitórias na pista paranaense é Renato Martins, primeiro colocado nas edições 1998, 2000, 2001 e 2002.

Nove pilotos já venceram corridas em Londrina. Martins lidera o ranking com quatro primeiros lugares. Cirino, Andrade e Giaffone têm duas vitórias, cada. Sérgio Drugovich, Osvaldo Drugovich Júnior, Tiago Grison e Jonatas Borlenghi, que não competem mais na F-Truck, e Paulo Salustiano também ganharam corridas. O recorde de poles também é de Martins, com três. Sérgio Drugovich, Beto Monteiro e Felipe Giaffone somam duas, cada.

UOL Esporte

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Em tarde chuvosa, Força vence e se aproxima da classificação
















O Força/Interouro Alimentos/BBCOP/LCAR entrou em campo no último sábado (25), precisando da vitória na Copa Ipanema Super Masters Grama. A equipe enfrentou o Gaviões e conseguiu uma bela vitória por 3 a 1. O resultado deixou o time com 12 pontos e praticamente carimbou a vaga na próxima fase. 

O jogo teve todos os ares de clássico. Antes do jogo, o técnico Mário Sérgio colocou o time com potência total no ataque. A mudança foi devida também a má atuação dos atacantes no último jogo, contra o Bicho de Grama. “Enquanto os jogadores armavam suas jogadas, eu gritava com os eles, para que o time se concentrasse no jogo e não desperdiçasse as oportunidades de gols e manter a defesa compacta”, diz o técnico. 

Com pouca torcida devido à chuva, a partida se mostrou bem quente. Grandes lances de gols, como as duas bolas que o Gaviões mandou na trave. E foi a equipe que abriu o marcador em boa jogada de cruzamento. Mas o Força chegou ao empate com Odair, depois de sair na cara do gol e driblar o goleiro. A equipe amarelinha pressionava o adversário na defesa, e em jogada pela direita, Carneiro mandou para o gol virou o placar. Perto do final do jogo, o meia Zinha ainda conseguiu um chute da intermediária que entrou no canto, sem chances ao goleiro do Gaviões. 

A rodada teve mais dois jogos na tarde de sábado. O Super Estrela goleou o desclassificado Estrela por 4 a 0, e ainda sonha com a vaga para a próxima fase. Já o jogo entrou Real Madri e Madrugada terminou em 1 a 1 e deve mexer com a parte de cima da classificação, que está embolada. 

No entanto, a situação do Força é confortável. O time soma 12 pontos e está matematicamente classificado. Uma vitória no próximo jogo, contra o Cascavel, as 16:15 horas, já garante a vaga. O adversário é conhecido da equipe, que sempre triunfou em confrontos na Copa Ipanema. 

Contatos
Nicholas Araujo – Administrador do Blog do Esporte
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Email: redação.blogdoesporte@gmail.com
Twitter: @blogdoesporte1
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Newcastle ignora "fator campo" e vira contra Tottenham










Após golear o Asteras Tripolis, na última quinta-feira, pela Liga Europa, o Tottenham voltou à dura realidade no Campeonato Inglês, no qual faz campanha irregular. Neste domingo, os Spurs foram derrotados pelo Newcastle por 2 a 1, no White Hart Lane, pela nona rodada da Premier League.

Os anfitriões até começaram bem, com Adebayor abrindo o placar. No entanto, o Newcastle reagiu e virou com gols de Ameobi e Perez. O revés deixa o time comandado por Mauricio Pochettino no 11º lugar, com 11 pontos. Já o Newcastle segue subindo na tabela, ocupando a 14ª colocação, com dez.

Fora de casa, o Everton superou o Burnley por 3 a 1. O veterano Eto'o brilhou, marcando dois gols. Lukaku anotou o outro dos visitantes, que estão em nono lugar, com 12 pontos.

Terra

Sevilla vira no fim contra Villarreal e cola no Barcelona





















O Sevilla conquistou uma vitória emocionante em casa para ficar mais perto da liderança do Campeonato Espanhol. Neste domingo, a equipe anfitriã derrotou o Villarreal por 2 a 1, de virada.

Os visitantes saíram na frente, aos 35min do segundo tempo, quando Luciano Dario Vietto mandou para a rede. Porém, o Sevilla se lançou ao ataque para reagir. Assim, aos 43min, Denis Suarez igualou a contagem. Os donos da casa continuaram pressionando e conseguiram a virada aos 45min, em cobrança de pênalti de Carlos Bacca.

Com o resultado positivo, o Sevilla chegou aos 22 pontos, mesmo número do líder Barcelona, que perdeu o clássico contra o Real Madrid no último sábado, mas segue na dianteira por conta dos critérios de desempate. A terceira posição pertence ao time madrileno, que tem 21. Já o Villarreal ocupa o oitavo lugar, com 14.

Em outro jogo deste domingo, o Málaga aproveitou a oportunidade de atuar em casa e goleou o Rayo Vallecano por 4 a 0, com gols de Samuel Garcia, Sergi Darder, Juanmi e Amrabat. O resultado deixa os vencedores em sétimo, com 15 pontos, enquanto a equipe derrotada aparece em décimo, com 11. A rodada também teve o empate por 0 a 0 entre o Espanyol, que ocupa o 13º posto, com nove pontos, e o Deportivo La Coruña, apenas 16º colocado, com oito pontos.

Terra

Palmeiras poderá pegar Sport na arena apesar de show do Paul McCartney















O Palmeiras não precisará deixar de jogar em casa contra o Sport, no dia 19 de novembro, na 35ª rodada do Campeonato Brasileiro. Um estudo feito pela WTorre, construtora responsável pela arena, e pela AEG, gestora do palco, mostrou que será possível haver o jogo mesmo com a necessidade de montagem de estrutura para o show do Paul McCartney.

Antes do estudo, a previsão era pessimista e que a partida contra a equipe nordestina seria realizada no Estádio do Pacaembu. Os shows estão marcados para os dias 25 e 26 de novembro.

Para que isso seja possível, a estrutura para receber o ex-Beatle passará a ser montada praticamente após o apito final da partida. O evento receberá 48 mil pessoas em cada data. 

Os planos também estão mantidos para que a estreia aconteça no dia 8 de novembro, na partida contra o Atlético-MG, com 30 mil pessoas. Ainda não está definido se o jogo terá venda de ingressos ou apenas distribuição para convidados. 

Para que isso realmente aconteça, o Palmeiras precisa enviar à CBF (Confederação Brasileira de Futebol) o pedido de alteração do local do jogo com uma antecedência de dez dias, ou seja, ainda nesta semana. Atualmente, o duelo está marcado para o Estádio do Pacaembu. 

O Allianz Parque tem 11 patrocinadores, espaço para 43 mil pessoas em jogo de futebol e para 55 mil em eventos de grande porte. A construtora informa que o investimento foi de R$ 630 milhões, sendo 100% da verba da iniciativa privada.  

UOL Esporte

Ataque do Corinthians pena sem Guerrero e deixa dúvidas para Mano















Paolo Guerrero é o único centroavante de ofício no elenco do Corinthians. Mais do que isso, o peruano é, pelo menos nas últimas rodadas, o único atacante do grupo que têm se mostrado capaz de marcar gols com regularidade – sem ele (está suspenso pelo STJD e não enfrenta o Coritiba, no sábado), o ataque alvinegro sofre demais.

O paraguaio Angel Romero chegou bem, e balançou as redes em seu terceiro jogo – primeiro como titular. Desde então, porém, não marcou mais: o jejum já dura 21 partidas.

O jovem Malcom também não vem encontrado o caminho do gol. Marcou uma vez, contra a Chapecoense, e já vive um jejum de dez jogos. Apesar disso, Mano Menezes considera importante dar tempo a esses dois jogadores.

"O Paolo fez falta hoje, é insubstituível pelas características. A gente tem que valorizar e ir formando novos jogadores, é o que estou fazendo com Malcom, Luciano, Romero. Na próxima temporada vão estar melhores, é a evolução normal da carreira" disse o treinador.

Luciano, dentre todas as opções ofensivas, é a que vive a situação mais curiosa: marca gols quando entra na segunda etapa, mas passa em branco quando é titular. Nas últimas quatro vezes em que veio do banco, marcou quatro gols; nas três em que foi titular, nenhum. A situação até gerou uma alfinetada de Mano após o clássico contra o Palmeiras.

"Optamos por começar com o Luciano – mas acho que vou acabar com isso, porque ele só marca quando entra, né", disse o técnico.

Apesar da inusitada situação, Luciano ainda é o artilheiro da equipe na temporada, com 15 gols. Guerrero vem em seguida, com 13. Romarinho, que saiu em setembro, faz falta: ainda é o terceiro na lista de goleadores, com doze. Malcom e Romero marcaram apenas um gol cada.

Com isso, Mano terá que quebrar a cabeça para armar o setor ofensivo diante do Coritiba – o jogo é fundamental para o Corinthians, atual quinto colocado no Brasileirão, e suas pretensões de alcançar uma vaga na Libertadores.

Na defesa, o treinador terá o desfalque de Fábio Santos. Os zagueiros titulares Gil e Anderson Martins entram em campo pendurados. Caso tomem o amarelo, ficam fora do clássico contra o Santos – com isso Mano, que terá a volta de Guerrero, trocaria os problemas do ataque pelos da defesa.

UOL Esporte