terça-feira, 9 de agosto de 2016

Alfinetadas: O problema da arbitragem e o problema do Corinthians

(Foto: Marcello Zambrana/Divulgação)

A partida entre Corinthians e Cruzeiro, que foi realizada nessa segunda-feira (8) no Estádio do Pacaembu, gerou uma série de críticas por parte de torcedores adversários sobre o pênalti de Cássio em cima de Ábila, que o árbitro Dewson Freitas não marcou. O jogo naquele instante era de 1 a 0 para o alvinegro.

Não é de hoje que as críticas sobre um possível favorecimento do Corinthians no Campeonato Brasileiro acontecem, mas temos que levar em conta que essa mesma arbitragem vem há muito tempo sendo questionada por jogadores e técnicos, independente do clube em que atuam. Os pedidos de uma maior transparência com relação às marcações do trio de arbitragem durante os jogos, na prática, “não foram atendidos” por parte das entidades responsáveis pelo futebol no Brasil. Continuamos a pecar nesse quesito, e principalmente, errando com as Olimpíadas acontecendo na “casa ao lado”.

Antes de apontar qualquer culpa para a cúpula corintiana, temos que culpar o amadorismo de nossa arbitragem. Enquanto tivermos uma classe tratada do jeito que ela é no país, passaremos por muitos problemas como esse. Os erros acontecem com todos os times, não apenas com um ou com outro, o que precisamos é analisar categoricamente cada lance, por mais claro que seja, como foi o lado do goleiro Cássio, e demonstrar do maneira mais simples que o caminho que estava vivendo rebaixa nosso futebol

O que devemos pensar é onde está o problema, por onde ele começa, e ali criar uma solução para resolvê-lo. É disso que precisamos no futebol brasileiro, desde o 7 a 1 de 2014. Passaram dois anos e nada foi feito.

Corinthians

Já no clube, o problema é o time instável. Cristóvão Borges ainda não se achou na equipe, e isso ficou evidente no jogo contra o Cruzeiro. Parece não entender a função de casa jogador. Precisa urgente montar um elenco competitivo, mesmo com as limitações, se realmente o objetivo do clube for o título. Do jeito que está, não irá muito longe.