Presidente do Tolima alfineta Ronaldo e R. Carlos: "futebol é presente"

Ronaldo pouco ameaçou o gol do Tolima. Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

Ronaldo, que atuou durante os 90 minutos, tentou minimizar o resultado ruim após a partida

Companheiros no pentacampeonato mundial em 2002, Ronaldo e Roberto Carlos vivem a parte final de suas carreiras com a camisa do Corinthians. Para Gabriel Camargo, presidente e proprietário do Deportes Tolima, que empatou com o clube paulista por 0 a 0 na última quarta-feira, ambos já fazem parte do passado.

"Eles fizeram muita história, mas o futebol não é história. O futebol é presente", declarou o cartola. Para ele, a presença do camisa 9 do Corinthians valoriza o empate alcançado por sua equipe, em jogo válido pela primeira fase da Libertadores. "O Ronaldo foi titular da Seleção Brasileira em Mundiais e para nós é motivo de orgulho ter conseguido esse placar", declarou.

O lateral esquerdo Roberto Carlos foi um dos poucos no time alvinegro que não decepcionaram até deixar o campo para a entrada de Marcelo Oliveira. Já Ronaldo mostrou a pouca mobilidade de sempre e não conseguiu converter em gol os lançamentos longos de seus companheiros. No entanto, criou algumas das poucas chances do Corinthians após a metade do segundo tempo.

Questionado sobre o desempenho do jogador na partida, Gabriel Camargo se recusou a tecer qualquer tipo de comentário e disse que isso é "tarefa para o treinador do Corinthians". Já o técnico Hernán Torres não poupou elogios ao atacante.

"Hoje o Ronaldo estava em seus melhores dias. Ele fez a ligação do meio com o ataque e se movimentou. Eu vi ele melhor do que nos últimos jogos. O Corinthians procurou o gol, sobretudo nos últimos 15 minutos, quando nos pressionaram muito, mas conseguimos controlar a situação", afirmou o treinador.

Depois de empatar sem gols com o Corinthians no Pacaembu, o Deportes Tolima precisa vencer o jogo de volta, marcado para a próxima quarta-feira, em Ibagué (Colômbia), para garantir presença na chave de grupos da Libertadores. Já o time brasileiro depende de um triunfo ou de um empate com gols para passar de fase sem cobrança de pênaltis.

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