Com um tranquilo duplo 6/3, Novak Djokovic ignorou a boa fase de Robin Soderling e fez os torcedores já imaginarem uma decisão do ATP de Pequim contra o espanhol Rafael Nadal. Porém, o ex-número um do mundo não conseguiu superar outro tenista que vem em ascensão, Marin Cilic. Sendo assim, foi eliminado com um 6/1 e 6/3.
Ambas as semifinais do evento chinês foram disputadas na madrugada de sexta para sábado (de Brasília), e foi Djokovic quem entrou antes em quadra. Ele precisou de apenas uma hora e 21 minutos para eliminar um Soderling que esteve irreconhecível no serviço.
O sueco, que ingressará no top 10 do ranking de forma inédita na próxima segunda, colecionou um aproveitamento de 55% de primeiro saque, que quando entrou lhe rendeu somente 64% dos pontos disputados.
Bem mais consistente, o sérvio aproveitou quatro de 12 chances de quebra para se classificar à decisão que, caso reunisse os dois favoritos da competição, serviria para quebrar o jejum de títulos de pelo menos um deles - Djokovic não triunfa desde 9 de maio, quando o fez em Belgrado, e Nadal está longe das taças há uma semana a mais. Caso ocorresse, o clássico, representaria ainda o 20º encontro entre os rivais.
Ao final, no entanto, apenas o quarto colocado da lista de entradas poderá brilhar em Pequim, onde o espanhol acabou eliminado de forma inapelável por Cilic.
Ratificando sua evolução, o tenista que havia batido Andy Murray no Aberto dos Estados Unidos buscará neste domingo o quarto troféu da carreira e o primeiro de ATP 500. No histórico do clássico balcânico ante o representante de Belgrado, o croata coleciona três derrotas e apenas um set ganho.
O nível de jogo do atleta de 21 anos naquelas ocasiões, de qualquer forma, era outro, conforme ele provou diante de Nadal. Concentrado, o jovem limitou o espanhol a apenas dois pontos nos cinco primeiros games.
No segundo set, o número 15 do mundo utilizou a mesma estratégia e só não abriu 3/0 porque desperdiçou um triplo break point. A virada sob essas circustâncias, aliás, animou bastante o maiorquino - contudo, isso não foi o bastante para ele, que no quarto game desperdiçaria uma oportunidade de quebra.
Valente, o cabeça de chave um derrubou finalmente o serviço do oponente no momento em que ele sacava em 5/2, mas não conseguiu evitar o revés no quinto match-point.
A partir desse resultado, Roger Federer terá uma vantagem de 1.230 pontos sobre Nadal mesmo que este conquiste o Masters 1000 de Xangai, cujas partidas começam na próxima semana. Poupando-se, o suíço só voltará às quadras em novembro.
Ambas as semifinais do evento chinês foram disputadas na madrugada de sexta para sábado (de Brasília), e foi Djokovic quem entrou antes em quadra. Ele precisou de apenas uma hora e 21 minutos para eliminar um Soderling que esteve irreconhecível no serviço.
O sueco, que ingressará no top 10 do ranking de forma inédita na próxima segunda, colecionou um aproveitamento de 55% de primeiro saque, que quando entrou lhe rendeu somente 64% dos pontos disputados.
Bem mais consistente, o sérvio aproveitou quatro de 12 chances de quebra para se classificar à decisão que, caso reunisse os dois favoritos da competição, serviria para quebrar o jejum de títulos de pelo menos um deles - Djokovic não triunfa desde 9 de maio, quando o fez em Belgrado, e Nadal está longe das taças há uma semana a mais. Caso ocorresse, o clássico, representaria ainda o 20º encontro entre os rivais.
Ao final, no entanto, apenas o quarto colocado da lista de entradas poderá brilhar em Pequim, onde o espanhol acabou eliminado de forma inapelável por Cilic.
Ratificando sua evolução, o tenista que havia batido Andy Murray no Aberto dos Estados Unidos buscará neste domingo o quarto troféu da carreira e o primeiro de ATP 500. No histórico do clássico balcânico ante o representante de Belgrado, o croata coleciona três derrotas e apenas um set ganho.
O nível de jogo do atleta de 21 anos naquelas ocasiões, de qualquer forma, era outro, conforme ele provou diante de Nadal. Concentrado, o jovem limitou o espanhol a apenas dois pontos nos cinco primeiros games.
No segundo set, o número 15 do mundo utilizou a mesma estratégia e só não abriu 3/0 porque desperdiçou um triplo break point. A virada sob essas circustâncias, aliás, animou bastante o maiorquino - contudo, isso não foi o bastante para ele, que no quarto game desperdiçaria uma oportunidade de quebra.
Valente, o cabeça de chave um derrubou finalmente o serviço do oponente no momento em que ele sacava em 5/2, mas não conseguiu evitar o revés no quinto match-point.
A partir desse resultado, Roger Federer terá uma vantagem de 1.230 pontos sobre Nadal mesmo que este conquiste o Masters 1000 de Xangai, cujas partidas começam na próxima semana. Poupando-se, o suíço só voltará às quadras em novembro.